Esse post no x não é mais um caso de desinformação nas redes sociais?
É preciso que façam mais um painel a debater a desinformação nas redes sociais.
Esse post no x não é mais um caso de desinformação nas redes sociais?
deve ser lá que eles vão buscar as coisas...Esse post no x não é mais um caso de desinformação nas redes sociais?
É preciso que façam mais um painel a debater a desinformação nas redes sociais.
Já estou mesmo a ver o Irineu Teixeira a pegar nessa imagem e a dizer que foi num hospital em Fall River, Massachusetts.a moda nas redes agora é fazer uma imagem de merda de AI, criar um cenário para o ragebait, e ter posts virais com isso.
e as pessoas acreditam que aquilo é verdadeiro.
é só ver os likes.
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Não consigo hálito.
É uma medida populista para captar eleitores do Chega mas este tipo de estratégias não tem funcionado em outros países.É uma questão ideológica: este governo acha que quem recebe apoios sociais deve trabalhar em troca desses apoios.
Quer dizer, nem é bem uma questão ideológica, é governar conforme as redes sociais. É o NewsWhip a funcionar. As redes sociais estão cheias de gente que em vez de estarem a trabalhar (como eu, neste momento) estão a dizer que quem não trabalha mas recebe subsídio deve fazer trabalho comunitário. Eu adorava saber o que essas pessoas vão fazer. Limpar ervas daninhas do passeio? Cortar mato? Pintar as paredes do cemitério?
É um rendimento mínimo para que pessoas que estão quase em situação de indigência possam pagar o básico para subsistirem. É o básico da solidariedade comunitária. E se houver abusos, então deve haver controlo e fiscalização para impedir que aconteçam esse abusos. O que é que o governo faz? Add insult to injury. Já não basta seres pobre, ainda te sujeitas à humilhação pública de pedinchar umas horas de trabalho não remunerado.
é uma tristeza mas parece ser uma medida muito popular...É uma medida populista para captar eleitores do Chega mas este tipo de estratégias não tem funcionado em outros países.
E sim, o problema de fundo é ideológico.
Estas medidas partem frequentemente da suspeita de que os desempregados precisam de ser forçados a trabalhar para merecer apoio social. Trata-se de uma visão profundamente injusta. A esmagadora maioria das pessoas não escolhe viver na pobreza nem depender de prestações sociais. O que procura é estabilidade, segurança e uma oportunidade real para construir um futuro.
Em vez de investir em formação profissional, criação de emprego público, reindustrialização, combate à precariedade e valorização salarial, opta-se por mecanismos punitivos que transformam direitos sociais em favores condicionados.
Uma sociedade verdadeiramente solidária não combate a pobreza obrigando os pobres a aceitar qualquer ocupação para sobreviver. Combate a pobreza criando emprego digno, promovendo a inclusão e garantindo que cada pessoa possa desenvolver as suas capacidades em condições de liberdade e respeito.
O desemprego não se resolve através da punição dos desempregados. Resolve-se através de políticas económicas que criem oportunidades reais. Tudo o resto corre o risco de ser apenas uma forma mais sofisticada de esconder o problema sem o resolver.
E o PSD se pensa que com este género de medidas vai crescer e tirar votos ao Chega, está bem enganado.
Anedótico.É uma medida populista para captar eleitores do Chega mas este tipo de estratégias não tem funcionado em outros países.
E sim, o problema de fundo é ideológico.
Estas medidas partem frequentemente da suspeita de que os desempregados precisam de ser forçados a trabalhar para merecer apoio social. Trata-se de uma visão profundamente injusta. A esmagadora maioria das pessoas não escolhe viver na pobreza nem depender de prestações sociais. O que procura é estabilidade, segurança e uma oportunidade real para construir um futuro.
Em vez de investir em formação profissional, criação de emprego público, reindustrialização, combate à precariedade e valorização salarial, opta-se por mecanismos punitivos que transformam direitos sociais em favores condicionados.
Uma sociedade verdadeiramente solidária não combate a pobreza obrigando os pobres a aceitar qualquer ocupação para sobreviver. Combate a pobreza criando emprego digno, promovendo a inclusão e garantindo que cada pessoa possa desenvolver as suas capacidades em condições de liberdade e respeito.
O desemprego não se resolve através da punição dos desempregados. Resolve-se através de políticas económicas que criem oportunidades reais. Tudo o resto corre o risco de ser apenas uma forma mais sofisticada de esconder o problema sem o resolver.
E o PSD se pensa que com este género de medidas vai crescer e tirar votos ao Chega, está bem enganado.
A sério que gostava de perceber onde encaixa o ato de trabalhar com o conceito de humilhação. Quem diz uma coisa destas, só pode atravessar a estrada ao ver que se vai cruzar com um varredor de rua municipal. Ou afastar-se do camião do lixo, mas não pelo cheiro do conteúdo, mas sim para não sentir o cheiro da humilhação de quem está a trabalhar.
Proteja-se quem não pode trabalhar, seja por deficiências físicas, acompanhamento de um familiar direto com necessidades especiais, ou por qualquer outra razão válida. Mas os que podem, qual o problema? O cheiro a suor é diferente?
Mas continuas a ter a liberdade de refutar o que ele escreve com os teus próprios argumentos...Anedótico.
Fizeste uma conta no portal do clube, so para falar de política.
o desvalorizar o trabalho dos outros é algo muito comum, sim, tratar as pessoas como inferiores porque trabalham em XA sério que gostava de perceber onde encaixa o ato de trabalhar com o conceito de humilhação. Quem diz uma coisa destas, só pode atravessar a estrada ao ver que se vai cruzar com um varredor de rua municipal. Ou afastar-se do camião do lixo, mas não pelo cheiro do conteúdo, mas sim para não sentir o cheiro da humilhação de quem está a trabalhar.
Concordemos em discordar.o desvalorizar o trabalho dos outros é algo muito comum, sim, tratar as pessoas como inferiores porque trabalham em X
em Portugal, o emprego que normalmente serve como "piada" ou é considerado de baixo nível é trabalhar nas obras.
é sempre engraçado ver pessoal com empregos que não requerem nem metade do trabalho do gajo das obras a desvalorizarem esse trabalho.
outro muito clássico em muitos países é trabalhar no McDonalds.
por exemplo...
"hahaha aquele gajo não joga nada, que vá é trabalhar para as obras ou para o McDonalds, hahaha, estão a ver implicação aqui? eu considero esses trabalhos INFERIORES e essa gente INFERIOR a mim!! hahahaha, hilariante."
quanto a esta medida: o problema é a obrigação e é a implicação.
primeiro diz-se à pessoa que está OBRIGADA a fazer o que mandamos ou cortamos 'isso' que já é uma ninharia.
come e cala e não estrebucha ou então estás lixado. claro que isto é em parte para humilhar, mesmo que não seja esse o objectivo, ~e o que acontece.
segundo a implicação que essas pessoas não fazem nada, que são uns malandros, uns drogados, isto e aquilo e por isso é bom que sejam tratados como criminosos e obrigados a fazer o que nós queremos.
medidas estas criadas muitas vezes por pessoas de famílias de bem com uma falta de noção e arrogância gigantescas, tipo a actual ministra do trabalho.
tudo isto enquanto os que são um bocado menos pobres lambem botas e festejam porque estrão a bater nos mais pobres, nos inferiores a mim, nessa gentalha.
vem tudo de uma mentalidade de quem tem a mania que é mais que os outros, de uma mentalidade com 0 empatia, muita mesquinhez e muito populismo da tasca mais javarda do bairro.
Não sabem mais. Estou a adorar.Mas continuas a ter a liberdade de refutar o que ele escreve com os teus próprios argumentos...
Basicamente é tentar implementar o que se faz na Dinamarca..o desvalorizar o trabalho dos outros é algo muito comum, sim, tratar as pessoas como inferiores porque trabalham em X
em Portugal, o emprego que normalmente serve como "piada" ou é considerado de baixo nível é trabalhar nas obras.
é sempre engraçado ver pessoal com empregos que não requerem nem metade do trabalho do gajo das obras a desvalorizarem esse trabalho.
outro muito clássico em muitos países é trabalhar no McDonalds.
por exemplo...
"hahaha aquele gajo não joga nada, que vá é trabalhar para as obras ou para o McDonalds, hahaha, estão a ver implicação aqui? eu considero esses trabalhos INFERIORES e essa gente INFERIOR a mim!! hahahaha, hilariante."
quanto a esta medida: o problema é a obrigação e é a implicação.
primeiro diz-se à pessoa que está OBRIGADA a fazer o que mandamos ou cortamos 'isso' que já é uma ninharia.
come e cala e não estrebucha ou então estás lixado. claro que isto é em parte para humilhar, mesmo que não seja esse o objectivo, ~e o que acontece.
segundo a implicação que essas pessoas não fazem nada, que são uns malandros, uns drogados, isto e aquilo e por isso é bom que sejam tratados como criminosos e obrigados a fazer o que nós queremos.
medidas estas criadas muitas vezes por pessoas de famílias de bem com uma falta de noção e arrogância gigantescas, tipo a actual ministra do trabalho.
tudo isto enquanto os que são um bocado menos pobres lambem botas e festejam porque estrão a bater nos mais pobres, nos inferiores a mim, nessa gentalha.
vem tudo de uma mentalidade de quem tem a mania que é mais que os outros, de uma mentalidade com 0 empatia, muita mesquinhez e muito populismo da tasca mais javarda do bairro.
Portanto achas bem que uma pessoa que na tua opinião não quer trabalhar e arranja esquemas e desculpas para ficar na sorna, possa trabalhar com idosos, crianças, bebés e pessoas vulneráveis, sem qualquer tipo de formação e sem salário, sem seguro de acidentes de trabalho e sem contrato, baseado num sistema de seleção que ninguém sabe qual é e que pode servir para trabalhar em sítios tipo lares ou creches ou escolas?Concordemos em discordar.
Um subsídio só pode ser encarado de duas formas:
1. ajudar quem não tem condições para o trabalho (temporária ou permanente);
Nestes casos, a sociedade tem de permitir a atribuição de fundos que lhes permita ter uma vida digna. Nunca vi ninguém a contestar.
2. ajudar quem teve uma má fase, uma má experiência profissional, ...
Com estas pessoas, pode e deve-se dar a mão para não deixar cair. Mas dar a mão não é ficar ad aeternum em casa a viver de esmolas, isso sim deveria ser humilhante. Ser capaz, mas ser tratado como um incapaz e levar com umas migalhas para se calar.
Aqui não se trata de ser 0,0001% do PIB ou 10% do PIB, não está em causa o valor mas sim o sentdo de justiça que se perde pelo caminho.
São N os exemplos que toda a gente conhece e ninguém pode negar:
"só quero carimbar, não quero o trabalho", "o que gasto em transporte e alimentação, ganho mais em casa", "esta não é a minha área, não quero", "não andei a estudar para isto"; ...
Este tipo de atitude dá-me azia, se isso faz de mim um javardo de bairro com 0 empatia, assim seja.
Se puserem estas pessoas a fazerem alguma coisa para justificar o que recebem, perfeito. Não é uma punição, muito menos uma humilhação, é uma palmada nas costas com um conselho amigo à mistura: "mexe-te!".
Como em qualquer outra questão relacionada com trabalho, obviamente tem de ser pensado, planeado e devidamente regulado.Portanto achas bem que uma pessoa que na tua opinião não quer trabalhar e arranja esquemas e desculpas para ficar na sorna, possa trabalhar com idosos, crianças, bebés e pessoas vulneráveis, sem qualquer tipo de formação e sem salário, sem seguro de acidentes de trabalho e sem contrato, baseado num sistema de seleção que ninguém sabe qual é e que pode servir para trabalhar em sítios tipo lares ou creches ou escolas?
para além disso, se as câmaras e as juntas e as ipss podem ter trabalho grátis porquê é que vão contratar pessoas com salários e direitos? Não precisam. O pessoal do rendimento mínimo pode fazer pequenos biscates, não é preciso contratar ninguém. Basta arranjar dois ou três que já cobrem o horário semanal de alguém a tempo inteiro.
Quem supervisiona este trabalho? Quem é responsável por lhes dar uma função? Quem paga as deslocações? Quem paga caso aconteça algum acidente? O que é uma recusa injustificada? Quem é que avalia isso? Como é que é feita a seleção de quem trabalha com pessoas vulneráveis? Que é que acontece se houver relações abusivas entre quem supervisiona e quem obedece? Quem é que define os horários e os dias de trabalho? E se a pessoa tiver cadastro que tipo de funções pode fazer?
relembro que o escândalo de abusos sexuais em creches na zona de Paris começou por falta de pessoal e por contratarem pessoas sem qualquer tipo de formação, entrevista ou seleção, para funções em que lidavam directamente com crianças. Estarei a ser alarmista mas acho que toda a gente sabe o que significa trabalho voluntário, numa câmara ou numa ipss: é fazer o que mais ninguém quer fazer porque é mal pago e não dá currículo.