Economia Nacional

Manageiro de futból

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Parece uma história de empresário do Vale do Ave dos anos 90, mas continua a acontecer. Aqui em Espinho conheço um gajo que, de repente, começou a estar metido em tudo o que era construção e a prosperar rapidamente ao ponto de ter grande casa com ginásio e piscina, alto lambo, enfim, as cenas habituais de new money.

Hoje soube que fechou a empresa sem qualquer tipo de aviso e deixou o pessoal sem salário porque “não tinha dinheiro para lhes pagar”. Ainda por cima, há cerca de um ano, andou a fazer-se à minha namorada e a mandar mensagens e o crl. Essa merda é que não lhe perdoo.

Mijarei na sua campa de novo rico falido.
 

Devenish

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  • Reinaldo Teles
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Parece uma história de empresário do Vale do Ave dos anos 90, mas continua a acontecer. Aqui em Espinho conheço um gajo que, de repente, começou a estar metido em tudo o que era construção e a prosperar rapidamente ao ponto de ter grande casa com ginásio e piscina, alto lambo, enfim, as cenas habituais de new money.

Hoje soube que fechou a empresa sem qualquer tipo de aviso e deixou o pessoal sem salário porque “não tinha dinheiro para lhes pagar”. Ainda por cima, há cerca de um ano, andou a fazer-se à minha namorada e a mandar mensagens e o crl. Essa merda é que não lhe perdoo.

Mijarei na sua campa de novo rico falido.
foda.se.
 
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  • José Maria Pedroto
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Parece uma história de empresário do Vale do Ave dos anos 90, mas continua a acontecer. Aqui em Espinho conheço um gajo que, de repente, começou a estar metido em tudo o que era construção e a prosperar rapidamente ao ponto de ter grande casa com ginásio e piscina, alto lambo, enfim, as cenas habituais de new money.

Hoje soube que fechou a empresa sem qualquer tipo de aviso e deixou o pessoal sem salário porque “não tinha dinheiro para lhes pagar”. Ainda por cima, há cerca de um ano, andou a fazer-se à minha namorada e a mandar mensagens e o crl. Essa merda é que não lhe perdoo.

Mijarei na sua campa de novo rico falido.
E quase que aposto que daqui a uns tempos abre uma nova empresa. A área da construção civil, principalmente nos municípios é uma vergonha.
 

Yggyfcp

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25 Maio 2019
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Parece uma história de empresário do Vale do Ave dos anos 90, mas continua a acontecer. Aqui em Espinho conheço um gajo que, de repente, começou a estar metido em tudo o que era construção e a prosperar rapidamente ao ponto de ter grande casa com ginásio e piscina, alto lambo, enfim, as cenas habituais de new money.

Hoje soube que fechou a empresa sem qualquer tipo de aviso e deixou o pessoal sem salário porque “não tinha dinheiro para lhes pagar”. Ainda por cima, há cerca de um ano, andou a fazer-se à minha namorada e a mandar mensagens e o crl. Essa merda é que não lhe perdoo.

Mijarei na sua campa de novo rico falido.
Nao mijes so como caga-lhe em cima também!
 

Manageiro de futból

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25 Julho 2007
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E quase que aposto que daqui a uns tempos abre uma nova empresa. A área da construção civil, principalmente nos municípios é uma vergonha.
Ainda por cima em espinho, né.

true story. Tenho uma amiga jornalista que no dia em que houve o escândalo de corrupção municipal escreveu que envolvia o grupo fortera. aconteceu que não, eram os gajos do talho Pessegueiro. Andou umas semanas aterrorizada a pensar que ia levar um processo, etc etc. Pouco tempo depois detiveram o ceo da Fortera. Também estava envolvido. Espinho, Matosinhos, Póvoa, Gaia, you name it, deve ser em quase todos os municípios, e na proximidade da praia ainda pior.
 

Cheue

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Adoro a cena do "analista internacional". Analista de política internacional? nah? analista de economia internacional? também não. analista de relações internacionais? nope. Analista Internacional. Percebe de tudo em todo o mundo.
encaixa bem na ex cofina

muito emocional, populista, e passa a vida a espalhar fake news e narrativas enviesadas.
 

radiohead

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Adoro a cena do "analista internacional". Analista de política internacional? nah? analista de economia internacional? também não. analista de relações internacionais? nope. Analista Internacional. Percebe de tudo em todo o mundo.
Ontem estava a fazer zapping e esse doido estava a vociferar contra o Mamdani, a falar em socialismo e em como ele quer que toda a gente de NY fique igualmente pobre para tudo ser de graça.

Um gajo que já criticou Venezuela e Cuba, o que o torna mais moderado em questões internacionais que certos indivíduos da esquerda moderada em Portugal.
 

Manageiro de futból

Tribuna Presidencial
25 Julho 2007
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Foi uma gralha, sobre este PSU estou bem informado e modéstia à parte percebo do assunto.

A proposta de condicionar o acesso à PSU à aceitação de trabalho social obrigatório levanta sérias questões éticas, sociais e económicas. Foi apresentada como uma medida de integração e responsabilização mas corre o risco de produzir precisamente o contrário - mais estigmatização, mais precariedade e menos oportunidades reais para quem procura reconstruir a sua vida.

A primeira questão é simples. Se existe trabalho socialmente útil para ser realizado, porque não criar postos de trabalho dignos, com salário, direitos laborais, férias, proteção social e perspetivas de futuro? Porque motivo esse trabalho deve ser realizado por pessoas em situação de vulnerabilidade económica, sob ameaça de perderem o apoio que lhes permite sobreviver?


Na prática, esta lógica cria uma reserva de mão-de-obra barata ou mesmo gratuita para entidades públicas e sociais. O Estado deixa de enfrentar o verdadeiro problema - a falta de emprego estável e de qualidade - e transfere a responsabilidade para os desempregados, como se a ausência de trabalho fosse uma escolha individual e não uma consequência das condições económicas e do funcionamento do mercado laboral.


Outro problema é a completa desvalorização das qualificações, da experiência e da vocação das pessoas. Um desempregado pode ter décadas de experiência numa profissão, formação especializada ou competências específicas. No entanto, pode acabar colocado em funções sem qualquer relação com o seu percurso profissional, sem utilidade para a sua reintegração no mercado de trabalho e sem possibilidade de desenvolver as suas capacidades.

Isto não é integração profissional. É ocupação administrativa.

A experiência de outros países deveria servir de aviso. Na Alemanha, durante os anos das reformas Hartz IV, milhares de desempregados foram encaminhados para os chamados "1-Euro-Jobs". A promessa era a reintegração social e laboral. A realidade revelou-se muito mais complexa. Muitos participantes regressavam ao desemprego após o fim dos programas, sem acesso a emprego estável e sem melhoria significativa da sua situação profissional. Sindicatos, investigadores e organizações sociais denunciaram repetidamente o risco de substituição de empregos remunerados por mão-de-obra subsidiada e a estigmatização permanente dos beneficiários.

Situações semelhantes foram observadas noutros países europeus que implementaram modelos de 'workfare', onde o acesso a apoios sociais fica condicionado à realização de determinadas atividades. Em muitos casos, os resultados mostraram-se limitados na criação de emprego duradouro, enquanto aumentavam a pressão burocrática e psicológica sobre os desempregados.
É uma questão ideológica: este governo acha que quem recebe apoios sociais deve trabalhar em troca desses apoios.

Quer dizer, nem é bem uma questão ideológica, é governar conforme as redes sociais. É o NewsWhip a funcionar. As redes sociais estão cheias de gente que em vez de estarem a trabalhar (como eu, neste momento) estão a dizer que quem não trabalha mas recebe subsídio deve fazer trabalho comunitário. Eu adorava saber o que essas pessoas vão fazer. Limpar ervas daninhas do passeio? Cortar mato? Pintar as paredes do cemitério?

É um rendimento mínimo para que pessoas que estão quase em situação de indigência possam pagar o básico para subsistirem. É o básico da solidariedade comunitária. E se houver abusos, então deve haver controlo e fiscalização para impedir que aconteçam esse abusos. O que é que o governo faz? Add insult to injury. Já não basta seres pobre, ainda te sujeitas à humilhação pública de pedinchar umas horas de trabalho não remunerado.
 
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Cheue

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É uma questão ideológica: este governo acha que quem recebe apoios sociais deve trabalhar em troca desses apoios.

Quer dizer, nem é bem uma questão ideológica, é governar conforme as redes sociais. É o NewsWhip a funcionar. As redes sociais estão cheias de gente que em vez de estarem a trabalhar (como eu, neste momento) estão a dizer que quem não trabalha mas recebe subsídio deve fazer trabalho comunitário. Eu adorava saber o que essas pessoas vão fazer. Limpar ervas daninhas do passeio? Cortar mato? Pintar as paredes do cemitério?

É um rendimento mínimo para que pessoas que estão quase em situação de indigência possam pagar o básico para subsistirem. É o básico da solidariedade comunitária. E se houver abusos, então deve haver controlo e fiscalização para impedir que aconteçam esse abusos. O que é que o governo faz? Add insult to injury. Já não basta seres pobre, ainda te sujeitas à humilhação pública de pedinchar umas horas de trabalho não remunerado.
o Miguel Sousa Tavares já veio dizer que acha bem essa obrigatoriedade porque vê essas pessoas nos cafés a comprar raspadinhas.

e não querem fazer nada etc etc...

resumiu bem a mentalidade do pessoal.

ele deve ser tipo um cyborg que vê o que as pessoas recebem ou não só olhando para elas, como tantos outros portugueses.
 
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25 Julho 2007
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Ontem estava a fazer zapping e esse doido estava a vociferar contra o Mamdani, a falar em socialismo e em como ele quer que toda a gente de NY fique igualmente pobre para tudo ser de graça.

Um gajo que já criticou Venezuela e Cuba, o que o torna mais moderado em questões internacionais que certos indivíduos da esquerda moderada em Portugal.
O meu limite para esse gajo foi um dia, no verão passado, em que ligo a televisão e estava a falar de Carrazeda de Ansiães, com umas imagens sacadas da net, e a mandar beijinhos para uma Dona Ermelinda que via o programa todos os dias.
 
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Cheue

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O meu limite para esse gajo foi um dia, no verão passado, em que ligo a televisão e estava a falar de Carrazeda de Ansiães, com umas imagens sacadas da net, e a mandar beijinhos para uma Dona Ermelinda que via o programa todos os dias.
com a taxa de acerto que ele tem nas imagens/videos, deviam ser imagens de alguma aldeia espanhola em 1980...
 

Panda Azul e Branco

Tribuna Presidencial
14 Janeiro 2025
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Não consigo hálito.
Cabra analfabruta do caralho.
Para além de gozar com a morte de pessoas de cor diferente da dela às mãos de polícias racistas como ela já tem e quer ter mais cá em Portugal (à moda dos slbs a gozarem com as mortes de Rui Mendes e Marco Ficini), ainda por cima é ignorante e estampa essa ignorância numa t-shirt para toda a gente ficar a saber da estupidez dela.