Economia Nacional

Panda Azul e Branco

Tribuna Presidencial
14 Janeiro 2025
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Não consigo hálito.
Cabra analfabruta do caralho.
Para além de gozar com a morte de pessoas de cor diferente da dela às mãos de polícias racistas como ela já tem e quer ter mais cá em Portugal (à moda dos slbs a gozarem com as mortes de Rui Mendes e Marco Ficini), ainda por cima é ignorante e estampa essa ignorância numa t-shirt para toda a gente ficar a saber da estupidez dela.
 

Cheue

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12 Maio 2016
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a moda nas redes agora é fazer uma imagem de merda de AI, criar um cenário para o ragebait, e ter posts virais com isso.
e as pessoas acreditam que aquilo é verdadeiro.

é só ver os likes.

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Reações: Tails
5 Janeiro 2026
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É uma questão ideológica: este governo acha que quem recebe apoios sociais deve trabalhar em troca desses apoios.

Quer dizer, nem é bem uma questão ideológica, é governar conforme as redes sociais. É o NewsWhip a funcionar. As redes sociais estão cheias de gente que em vez de estarem a trabalhar (como eu, neste momento) estão a dizer que quem não trabalha mas recebe subsídio deve fazer trabalho comunitário. Eu adorava saber o que essas pessoas vão fazer. Limpar ervas daninhas do passeio? Cortar mato? Pintar as paredes do cemitério?

É um rendimento mínimo para que pessoas que estão quase em situação de indigência possam pagar o básico para subsistirem. É o básico da solidariedade comunitária. E se houver abusos, então deve haver controlo e fiscalização para impedir que aconteçam esse abusos. O que é que o governo faz? Add insult to injury. Já não basta seres pobre, ainda te sujeitas à humilhação pública de pedinchar umas horas de trabalho não remunerado.
É uma medida populista para captar eleitores do Chega mas este tipo de estratégias não tem funcionado em outros países.

E sim, o problema de fundo é ideológico.

Estas medidas partem frequentemente da suspeita de que os desempregados precisam de ser forçados a trabalhar para merecer apoio social. Trata-se de uma visão profundamente injusta. A esmagadora maioria das pessoas não escolhe viver na pobreza nem depender de prestações sociais. O que procura é estabilidade, segurança e uma oportunidade real para construir um futuro.

Em vez de investir em formação profissional, criação de emprego público, reindustrialização, combate à precariedade e valorização salarial, opta-se por mecanismos punitivos que transformam direitos sociais em favores condicionados.

Uma sociedade verdadeiramente solidária não combate a pobreza obrigando os pobres a aceitar qualquer ocupação para sobreviver. Combate a pobreza criando emprego digno, promovendo a inclusão e garantindo que cada pessoa possa desenvolver as suas capacidades em condições de liberdade e respeito.

O desemprego não se resolve através da punição dos desempregados. Resolve-se através de políticas económicas que criem oportunidades reais. Tudo o resto corre o risco de ser apenas uma forma mais sofisticada de esconder o problema sem o resolver.

E o PSD se pensa que com este género de medidas vai crescer e tirar votos ao Chega, está bem enganado.
 

Cheue

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É uma medida populista para captar eleitores do Chega mas este tipo de estratégias não tem funcionado em outros países.

E sim, o problema de fundo é ideológico.

Estas medidas partem frequentemente da suspeita de que os desempregados precisam de ser forçados a trabalhar para merecer apoio social. Trata-se de uma visão profundamente injusta. A esmagadora maioria das pessoas não escolhe viver na pobreza nem depender de prestações sociais. O que procura é estabilidade, segurança e uma oportunidade real para construir um futuro.

Em vez de investir em formação profissional, criação de emprego público, reindustrialização, combate à precariedade e valorização salarial, opta-se por mecanismos punitivos que transformam direitos sociais em favores condicionados.

Uma sociedade verdadeiramente solidária não combate a pobreza obrigando os pobres a aceitar qualquer ocupação para sobreviver. Combate a pobreza criando emprego digno, promovendo a inclusão e garantindo que cada pessoa possa desenvolver as suas capacidades em condições de liberdade e respeito.

O desemprego não se resolve através da punição dos desempregados. Resolve-se através de políticas económicas que criem oportunidades reais. Tudo o resto corre o risco de ser apenas uma forma mais sofisticada de esconder o problema sem o resolver.

E o PSD se pensa que com este género de medidas vai crescer e tirar votos ao Chega, está bem enganado.
é uma tristeza mas parece ser uma medida muito popular...

faz lembrar, em menor escala, o outro burgesso que mandou deitar abaixo umas barracas mesmo antes das eleições +ara ganhar votos e o pessoal ainda o apoiou e elogiou.
tudo o que seja bater nos fracos é uma medida popular para certas pessoas. é o que é...
 

liebe_fcp

Lugar Anual
16 Junho 2017
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A sério que gostava de perceber onde encaixa o ato de trabalhar com o conceito de humilhação. Quem diz uma coisa destas, só pode atravessar a estrada ao ver que se vai cruzar com um varredor de rua municipal. Ou afastar-se do camião do lixo, mas não pelo cheiro do conteúdo, mas sim para não sentir o cheiro da humilhação de quem está a trabalhar.

Proteja-se quem não pode trabalhar, seja por deficiências físicas, acompanhamento de um familiar direto com necessidades especiais, ou por qualquer outra razão válida. Mas os que podem, qual o problema? O cheiro a suor é diferente?
 
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luchogonzalez27

Bancada central
31 Julho 2025
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É uma medida populista para captar eleitores do Chega mas este tipo de estratégias não tem funcionado em outros países.

E sim, o problema de fundo é ideológico.

Estas medidas partem frequentemente da suspeita de que os desempregados precisam de ser forçados a trabalhar para merecer apoio social. Trata-se de uma visão profundamente injusta. A esmagadora maioria das pessoas não escolhe viver na pobreza nem depender de prestações sociais. O que procura é estabilidade, segurança e uma oportunidade real para construir um futuro.

Em vez de investir em formação profissional, criação de emprego público, reindustrialização, combate à precariedade e valorização salarial, opta-se por mecanismos punitivos que transformam direitos sociais em favores condicionados.

Uma sociedade verdadeiramente solidária não combate a pobreza obrigando os pobres a aceitar qualquer ocupação para sobreviver. Combate a pobreza criando emprego digno, promovendo a inclusão e garantindo que cada pessoa possa desenvolver as suas capacidades em condições de liberdade e respeito.

O desemprego não se resolve através da punição dos desempregados. Resolve-se através de políticas económicas que criem oportunidades reais. Tudo o resto corre o risco de ser apenas uma forma mais sofisticada de esconder o problema sem o resolver.

E o PSD se pensa que com este género de medidas vai crescer e tirar votos ao Chega, está bem enganado.
Anedótico.

Fizeste uma conta no portal do clube, so para falar de política.
 
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Lucho75

Tribuna Presidencial
31 Outubro 2015
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  • Lucho González
  • Campeão Nacional 19/20
A sério que gostava de perceber onde encaixa o ato de trabalhar com o conceito de humilhação. Quem diz uma coisa destas, só pode atravessar a estrada ao ver que se vai cruzar com um varredor de rua municipal. Ou afastar-se do camião do lixo, mas não pelo cheiro do conteúdo, mas sim para não sentir o cheiro da humilhação de quem está a trabalhar.

Proteja-se quem não pode trabalhar, seja por deficiências físicas, acompanhamento de um familiar direto com necessidades especiais, ou por qualquer outra razão válida. Mas os que podem, qual o problema? O cheiro a suor é diferente?

Muitos ainda não perceberam ou não lhes dá jeito perceber que esta medida, como é obvio, não abrange pessoas com deficiencia, idosos,crianças e outras com problemas de saúde.

Quem recebe RSI e não se encaixa em nenhuma destas situações só lhe resta contribuir para a sociedade ou então procurar trabalho.


Não percebo o drama.
 
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Cheue

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A sério que gostava de perceber onde encaixa o ato de trabalhar com o conceito de humilhação. Quem diz uma coisa destas, só pode atravessar a estrada ao ver que se vai cruzar com um varredor de rua municipal. Ou afastar-se do camião do lixo, mas não pelo cheiro do conteúdo, mas sim para não sentir o cheiro da humilhação de quem está a trabalhar.
o desvalorizar o trabalho dos outros é algo muito comum, sim, tratar as pessoas como inferiores porque trabalham em X

em Portugal, o emprego que normalmente serve como "piada" ou é considerado de baixo nível é trabalhar nas obras.
é sempre engraçado ver pessoal com empregos que não requerem nem metade do trabalho do gajo das obras a desvalorizarem esse trabalho.

outro muito clássico em muitos países é trabalhar no McDonalds.

por exemplo...
"hahaha aquele gajo não joga nada, que vá é trabalhar para as obras ou para o McDonalds, hahaha, estão a ver implicação aqui? eu considero esses trabalhos INFERIORES e essa gente INFERIOR a mim!! hahahaha, hilariante."


quanto a esta medida: o problema é a obrigação e é a implicação.
primeiro diz-se à pessoa que está OBRIGADA a fazer o que mandamos ou cortamos 'isso' que já é uma ninharia.
come e cala e não estrebucha ou então estás lixado. claro que isto é em parte para humilhar, mesmo que não seja esse o objectivo, ~e o que acontece.

segundo a implicação que essas pessoas não fazem nada, que são uns malandros, uns drogados, isto e aquilo e por isso é bom que sejam tratados como criminosos e obrigados a fazer o que nós queremos.

medidas estas criadas muitas vezes por pessoas de famílias de bem com uma falta de noção e arrogância gigantescas, tipo a actual ministra do trabalho.

tudo isto enquanto os que são um bocado menos pobres lambem botas e festejam porque estrão a bater nos mais pobres, nos inferiores a mim, nessa gentalha.

vem tudo de uma mentalidade de quem tem a mania que é mais que os outros, de uma mentalidade com 0 empatia, muita mesquinhez e muito populismo da tasca mais javarda do bairro.
 
Última edição:

liebe_fcp

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o desvalorizar o trabalho dos outros é algo muito comum, sim, tratar as pessoas como inferiores porque trabalham em X

em Portugal, o emprego que normalmente serve como "piada" ou é considerado de baixo nível é trabalhar nas obras.
é sempre engraçado ver pessoal com empregos que não requerem nem metade do trabalho do gajo das obras a desvalorizarem esse trabalho.

outro muito clássico em muitos países é trabalhar no McDonalds.

por exemplo...
"hahaha aquele gajo não joga nada, que vá é trabalhar para as obras ou para o McDonalds, hahaha, estão a ver implicação aqui? eu considero esses trabalhos INFERIORES e essa gente INFERIOR a mim!! hahahaha, hilariante."


quanto a esta medida: o problema é a obrigação e é a implicação.
primeiro diz-se à pessoa que está OBRIGADA a fazer o que mandamos ou cortamos 'isso' que já é uma ninharia.
come e cala e não estrebucha ou então estás lixado. claro que isto é em parte para humilhar, mesmo que não seja esse o objectivo, ~e o que acontece.

segundo a implicação que essas pessoas não fazem nada, que são uns malandros, uns drogados, isto e aquilo e por isso é bom que sejam tratados como criminosos e obrigados a fazer o que nós queremos.

medidas estas criadas muitas vezes por pessoas de famílias de bem com uma falta de noção e arrogância gigantescas, tipo a actual ministra do trabalho.

tudo isto enquanto os que são um bocado menos pobres lambem botas e festejam porque estrão a bater nos mais pobres, nos inferiores a mim, nessa gentalha.

vem tudo de uma mentalidade de quem tem a mania que é mais que os outros, de uma mentalidade com 0 empatia, muita mesquinhez e muito populismo da tasca mais javarda do bairro.
Concordemos em discordar.
Um subsídio só pode ser encarado de duas formas:

1. ajudar quem não tem condições para o trabalho (temporária ou permanente);
Nestes casos, a sociedade tem de permitir a atribuição de fundos que lhes permita ter uma vida digna. Nunca vi ninguém a contestar.


2. ajudar quem teve uma má fase, uma má experiência profissional, ...
Com estas pessoas, pode e deve-se dar a mão para não deixar cair. Mas dar a mão não é ficar ad aeternum em casa a viver de esmolas, isso sim deveria ser humilhante. Ser capaz, mas ser tratado como um incapaz e levar com umas migalhas para se calar.
Aqui não se trata de ser 0,0001% do PIB ou 10% do PIB, não está em causa o valor mas sim o sentdo de justiça que se perde pelo caminho.

São N os exemplos que toda a gente conhece e ninguém pode negar:
"só quero carimbar, não quero o trabalho", "o que gasto em transporte e alimentação, ganho mais em casa", "esta não é a minha área, não quero", "não andei a estudar para isto"; ...
Este tipo de atitude dá-me azia, se isso faz de mim um javardo de bairro com 0 empatia, assim seja.
Se puserem estas pessoas a fazerem alguma coisa para justificar o que recebem, perfeito. Não é uma punição, muito menos uma humilhação, é uma palmada nas costas com um conselho amigo à mistura: "mexe-te!".
 
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