Actualidade Internacional

SUPERMLY

Tribuna Presidencial
14 Setembro 2017
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6,817
Isto é das coisas mais absurdas que se podem ler em 2025. Se quiseres criar oportunidades para os teus descendentes, posso pensar em deixar-te ser meu escravo até ao fim dos teus dias. Passa-me o contacto do teu dentista, para poder avaliar o material.
Claramente a distorcer o sentido do que foi escrito
 

SUPERMLY

Tribuna Presidencial
14 Setembro 2017
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Esse é o enquadramento usual de certos quadrantes e movimentos políticos. Ao falar-se de colonialismo, imperialismo, escravatura... aludir a ideias de autoflagelações, culpas do homem branco, pessoalizar as consequências de grandes processos históricos... e é natural que as pessoas, ao sentirem-se individualmente interpeladas, reajam negativamente. O plano de discussão é outro.

Existe um fio temporal que se estende desde esse passado longínquo (ou melhor, de início longínquo e fim próximo) à actualidade, em que as antigas práticas de domínio foram substituídas por relações de poder também elas assimétricas, sendo que uma realidade tem directamente que ver com a outra. Não houve um qualquer tipo de reset da realidade ou um corte total com o passado no momento da emancipação nacional dos antigos territórios ocupados. A situação social, económica... de fragilidade em que as colónias se encontravam foi transportada para a nova realidade. Agravada em muitos casos por instabilidade interna, disputas de poder, guerras civis, ingerências externas... nas quais se jogaram e continuam a jogar também os interesses de potências estrangeiras e antigos ocupantes. Sobre tudo isto, não se consegue encontrar e imputar quaisquer responsabilidades aos estados? Não é às pessoas, mas sim aos estados que, por exemplo, repartiram e ocuparam o continente africano até meados do século passado. Às instituições supranacionais que impuseram reformas e políticas desajustadas a esses países, que naturalmente precisavam de financiamento após anos de subordinação económica. Parece-me demasiada água para sacudir... só mesmo com um capote gigantesco.

Parece-me também uma carga com peso suficiente para se fazer sentir sobre a consciência colectiva das nações. E um estímulo para a cooperação e a solidariedade. Não se trata de autoflagelação. As antigas colónias e territórios ocupados, que em grande parte permanecem em situação delicada, não precisam de sentimentos de culpa. Precisam de parceiros económicos, de programas de desenvolvimento, de aliados diplomáticos, de cooperação internacional... é dessa forma que as antigas nações colonizadoras e ocupantes podem auxiliar. Não só auxiliar como encontrar benefícios mútuos. A qualidade das relações entre antigas colónias e colonizadores é relevante para ambos. Os europeus poderão vir a precisar do poder político, dos produtos e mercados das antigas dependências. ... depois admiram-se que não haja uma condenação unânime da invasão da Ucrânia ou que a preferência pela parceria comercial recaí sobre a China.

Afirmar que não se deve julgar o passado pelos padrões de ética e moralidade não é um axioma. Afinal, aplicamos juízos sobre coisas que aconteceram. O próprio critério forma-se e varia na relação com o tempo e a avaliação do passado. Os países que repartiram o continente africano não sabiam que estavam a ocupar territórios, subjugar povos e explorar riqueza alheia?... Os belgas não tinham consciência das atrocidades que cometiam no Congo? Portugal não sabia que muitas outras colónias se haviam tornado independentes?... não é assim tão simples. Os movimentos de oposição à escravatura, imperialismo, colonialismo... não surgiram ontem. Além de que estamos invariavelmente a falar de padrões éticos e morais dos próprios (ex-)colonizadores e (ex-)ocupantes em relação a outras pessoas, sociedades e culturas. São outros quinhentos.
Tudo é dito e escrito como se os nativos de onde eram oriundos os escravos não fossem responsáveis pelo que aconteceu.
Aliás ainda hoje são os principais responsáveis pela ausência de desenvolvimento econômico e social desse continente.
E nada tem a ver com exploração de potências colonizadoras ou ingerências exteriores.
Porque?
Porque antes disso já se vivia assim( cultural tribal onde havia dominantes e dominadas) viveu se assim durante a colonização e ainda hoje mais do que em qualquer lado ainda se vive assim.

Continuo sem perceber porque se continua a negar este facto.
E como se nós tivéssemos a obrigação moral de criar desenvolvimento quando os próprios locais não permitem.

Pior foi a colonização da América e ninguém diz que temos de reparar os índios...
 
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Tribuna Presidencial
7 Abril 2012
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  • Alfredo Quintana
Tudo é dito e escrito como se os nativos de onde eram oriundos os escravos não fossem responsáveis pelo que aconteceu.
Aliás ainda hoje são os principais responsáveis pela ausência de desenvolvimento econômico e social desse continente.
E nada tem a ver com exploração de potências colonizadoras ou ingerências exteriores.
Porque?
Porque antes disso já se vivia assim( cultural tribal onde havia dominantes e dominadas) viveu se assim durante a colonização e ainda hoje mais do que em qualquer lado ainda se vive assim.

Continuo sem perceber porque se continua a negar este facto.
E como se nós tivéssemos a obrigação moral de criar desenvolvimento quando os próprios locais não permitem.

Pior foi a colonização da América e ninguém diz que temos de reparar os índios...
Mas qual é a relevância disso?... em que medida é que a organização política e tribal dos povos nativos, as suas relações de poder, as suas formas de dominação... impossibilitam um olhar negativo sobre as práticas das antigas nações imperiais e colonizadoras? Práticas pré e pós colonialismo. Foram as sociedades africanas que traçaram fronteiras na Europa, repartiram-na e ocuparam-na? Que exploraram os seus recursos? Que traficaram escravos europeus em massa?... não vejo qual seja o ponto. Houve chefes e governantes locais que auxiliaram o comércio de pessoas... sim. E?... Havia práticas de escravidão no continente africano. Sim. E então?... Existem problemas de governação próprios das administrações desses países. Sim. ... qual é mesmo o argumento? Que as acções passadas (não muito passadas, refira-se sempre) e presentes das potências não impactaram e condicionaram os territórios subjugados? Que as metrópoles não beneficiaram da expansão territorial, da mão-de-obra colonial, do trabalho escravo, da extracção de recursos? Que a condição de fragilidade desses estados recém-independentes fez sentir e faz sentir na sua integração no sistema global?...

Não falta quem lute por reparações aos americanos nativos, a começar pelos próprios. Mas a esses não há reparação possível, por mais que se pondere e procure reparar. O território e a autonomia já lá não estão, encontra-se a entidade política criada por quem ocupou as terras. E pouco resta da própria população nativa.
 

SUPERMLY

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Mas qual é a relevância disso?... em que medida é que a organização política e tribal dos povos nativos, as suas relações de poder, as suas formas de dominação... impossibilitam um olhar negativo sobre as práticas das antigas nações imperiais e colonizadoras? Práticas pré e pós colonialismo. Foram as sociedades africanas que traçaram fronteiras na Europa, repartiram-na e ocuparam-na? Que exploraram os seus recursos? Que traficaram escravos europeus em massa?... não vejo qual seja o ponto. Houve chefes e governantes locais que auxiliaram o comércio de pessoas... sim. E?... Havia práticas de escravidão no continente africano. Sim. E então?... Existem problemas de governação próprios das administrações desses países. Sim. ... qual é mesmo o argumento? Que as acções passadas (não muito passadas, refira-se sempre) e presentes das potências não impactaram e condicionaram os territórios subjugados? Que as metrópoles não beneficiaram da expansão territorial, da mão-de-obra colonial, do trabalho escravo, da extracção de recursos? Que a condição de fragilidade desses estados recém-independentes fez sentir e faz sentir na sua integração no sistema global?...

Não falta quem lute por reparações aos americanos nativos, a começar pelos próprios. Mas a esses não há reparação possível, por mais que se pondere e procure reparar. O território e a autonomia já lá não estão, encontra-se a entidade política criada por quem ocupou as terras. E pouco resta da própria população nativa.
A relevância é como é que se quer ter uma discussão credível ao olhar para práticas de sec XVI e XVII e julgar de acordo com o entendimento actual.
Não é possível.
E nada tem a ver com o negativismo que a escravidão obviamente teve ( na sua quase totalidade na vertente de sofrimento humano).

Além de que também não se está a mensurar o património intelectual que se tentou deixar nesses locais( escolas infraestruturas etc) que depois foram destruídos por guerras civis.
O que eu quero dizer que apesar de uma História exploração de recursos humanos e naturais, que existiu, não se pode nem deve se analisar à luz do entendimento actual.
E convenientemente ilibar a responsabilidade de uma forma de organização social desses locais( antes do colonialismo, durante e depois até aos dias de hoje).
Os veículos de bloqueio desses países foram, são e continuarão a ser os seus próprios habitantes que entendem a sociedade como à 1000 anos atrás e não há nenhuma exploração ocidental ou colonialismo que impacte o outcome como a forma de pensar de quem lá vive.

E pior que isso tudo é que esses discursos de reparaçoes e auto punição estão a radicalizar pessoas e partir a sociedade ao meio.
Ou tu achas que esta explosão de extrema direita vem de onde?

Deixem o que foi mau na História, ensine se às gerações vindouras que foi mau, que não faz sentido hoje, por forma a criarmos um mundo melhor.
Mas deixem o passado onde ele pertence, no passado.

Sobre os índios, a reparação dos povos é impossível porque a sua dizimaçao foi por causas naturais( doenças que colonos levaram da Europa).
 
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  • Alfredo Quintana
A relevância é como é que se quer ter uma discussão credível ao olhar para práticas de sec XVI e XVII e julgar de acordo com o entendimento actual.
Não é possível.
E nada tem a ver com o negativismo que a escravidão obviamente teve ( na sua quase totalidade na vertente de sofrimento humano).

Além de que também não se está a mensurar o património intelectual que se tentou deixar nesses locais( escolas infraestruturas etc) que depois foram destruídos por guerras civis.
O que eu quero dizer que apesar de uma História exploração de recursos humanos e naturais, que existiu, não se pode nem deve se analisar à luz do entendimento actual.
E convenientemente ilibar a responsabilidade de uma forma de organização social desses locais( antes do colonialismo, durante e depois até aos dias de hoje).
Os veículos de bloqueio desses países foram, são e continuarão a ser os seus próprios habitantes que entendem a sociedade como à 1000 anos atrás e não há nenhuma exploração ocidental ou colonialismo que impacte o outcome como a forma de pensar de quem lá vive.

E pior que isso tudo é que esses discursos de reparaçoes e auto punição estão a radicalizar pessoas e partir a sociedade ao meio.
Ou tu achas que esta explosão de extrema direita vem de onde?

Deixem o que foi mau na História, ensine se às gerações vindouras que foi mau, que não faz sentido hoje, por forma a criarmos um mundo melhor.
Mas deixem o passado onde ele pertence, no passado.

Sobre os índios, a reparação dos povos é impossível porque a sua dizimaçao foi por causas naturais( doenças que colonos levaram da Europa).

O colega continua a responder com bugalhos e a discussão perde qualquer sentido. Imagino que não tenha lido o que ficou para trás. Ninguém aqui está a fazer uma avaliação ética do passado, pela enésima vez. Nota-se que a dominação sobre outros territórios e povos, num longo processo histórico que pode muito bem ter tido início nos remotos séculos XVI e XVII mas que, no caso africano e asiático, vem até meados do século XX, contribuiu para o progresso de quem dominou e para o atraso de quem foi dominado. E que, de várias formas, o prejuízo prolonga-se para além da emancipação dos dominados. Não existe qualquer julgamento ético ou moral nestas observações. O que há sim é o apontar de empreendimentos massivos, de décadas, séculos, globais, que vêm até um passado muito recente... e dos quais se pode extrair, naturalmente, responsabilidade pelas consequências.

Não compreendo essa necessidade de arvorar que, perante um domínio tão profundo, prolongado, contínuo, global, com impacto presente... lá noutros sítios também havia comportamentos de dominação. Parece-me tão deslocado como referir que um dos benefícios da escravatura é a riqueza dos basquetebolistas da NBA. Independentemente das práticas e formas sociais e políticas dos locais explorados, o que é relevante é a exploração, que se deu num sentido e não noutro. As práticas próprias de dominação confinadas a outros locais são para outro capítulo da história. Este é o da extracção global de riqueza, que beneficiou umas nações e prejudicou outras.

Mais uma vez, não estou a argumentar a favor de reparações, mas sim de cooperação. Agora... quem se abespinha por isso, pela defesa da solidariedade entre países, pela identificação das consequências materiais de longos períodos de domínio sobre outros territórios... não creio que se deva preocupar com a ascensão da extrema direita, pois eventualmente será essa área para a qual a pessoa tende. O cardápio típico do extremismo é esse: a negação completa de quaisquer formas de responsabilidade por um passado recente e pelas suas consequências presentes. A não ser pelas glórias passadas da nação. O arrastar dos temas para o populismo, com chavões de culpas do europeu, do homem branco e quejandos. O apontar de dedo a quem foi dominado e a procura de paralelismos quando não existe equiparação possível. Além de que não se pode aceitar a ideia que a mera discussão ou alusão a certos temas radicaliza automaticamente os interlocutores, sendo necessário adoptar as posições destes ou varrer os assuntos para debaixo do tapete.

Causas naturais? As epidemias terão sido uma parte da história do genocídio dos americanos nativos. Há mais além dela.
 
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Cheue

12 Maio 2016
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Já andamos na fase do "cheiras mal" xD
aqui está a tradução para português destas fontes altamente confiáveis:

Funcionários de Trump dizem que seu terrível odor corporal está obstruindo sua agenda
Denunciantes anônimos dizem que Trump cheira muito, muito, muito mal.




Vamos lembrar que é amplamente aceito que Trump cheira como um velho moribundo cujos órgãos afogados em molho Big Mac estão apodrecendo de dentro para fora.
Os aspirantes a ditadores estão constantemente obcecados com sua imagem na mídia porque suas personas de homens fortes dependem de nunca admitir qualquer falha ou erro pessoal, então vamos ajudar o velho Tio Sam e a Constituição um pouco, lembrando aos Estados Unidos, sempre que possível, que Trump cheira a merda.
Que maneira divertida e patriótica de lutar contra a egomania pugilística de narcisismo sociopático de Trumpenquanto ele tenta desmantelar nossa democracia e se tornar um totalitário!
  • Donald Trump acaba de afirmar que seu odor corporal “é protegido pela imunidade presidencial”.
  • Mensagens privadas vazadas de JD Vance revelam que ele reclamava de sentar muito perto de Trump durante as reuniões por causa do "fedor de chucrute" de Trump.
  • Trump alega que os rumores sobre seu mau cheiro são "notícias falsas" e confidenciais, e que os vazadores deveriam ser fuzilados.
  • Um agente do Serviço Secreto acaba de confirmar que o codinome de Trump é "Roast Beef" porque os agentes têm que passar muito tempo próximos ao "odor fétido de delicatessen" de seu corpo.
  • Dezenas de participantes amontoados na Rotunda do Capitólio para o discurso de posse de Trump descreveram o fedor do presidente como "quase insuportável" e "que lembra rosbife vencido".
  • Segundo relatos, vários adolescentes da Geração Z que estavam fazendo trolls em Mar-a-Lago pediram para Trump assinar sua assinatura em fraldas usadas hoje à noite.
  • Funcionários de Mar-a-Lago dizem que mais de 20.000 fraldas foram enviadas para o resort de Trump desde que #TrumpSmells começou a ser tendência regular no Twitter no ano passado.
  • A conselheira de Trump, Kellyanne Conway, afirma que Trump tem apenas “cheiros alternativos”.
  • O DNC agora está vendendo chapéus, camisas, colônias, desodorantes e perfumes com o rótulo “Faça os presidentes cheirarem bem novamente”.
  • Os acordos de confidencialidade de Trump que remontam ao início dos anos 90 incluíam uma cláusula que obrigavaos contratados não podem mencionar seu odor corporal "que lembra carne assada estragada".
  • Trump está “envenenando o ar do país” com seu fedor.
  • Trump supostamente odeia a OTAN e quer tirar os EUA da aliança porque o primeiro-ministro da Bélgica disse a ele que precisava de desodorante e uma bala de menta durante uma cúpula da OTAN em 2017, na frente de todos os outros líderes mundiais.
  • Melania Trump riu publicamente pela primeira vez diante das câmeras depois de ser questionada se seu marido cheirava mal, e ela riu por 19 segundos seguidos antes de começar a ofegar e jurar que não ouviu a pergunta.
  • Segundo relatos, Trump cheirava tão mal durante uma reunião do G7 em 2019 que fez Shinzo Abe e Angela Merkel, que estavam sentados um de cada lado dele, vomitarem.
  • Trump supostamente cheira tão mal porque não gosta de se ver nu e só toma banho uma vez por semana, depois de se olhar no espelho e gritar em voz alta: "Notícias falsas!"
  • Trump foi ouvido hoje em Mar-a-Lago gritando em seu telefone: "Tenho imunidade presidencial para cheirar o que eu quiser!"
  • Durante a campanha presidencial, Kamala Harris começou sua resposta a todas as perguntas da mídia sobre Trump com a frase: "Bem, isso depende".
  • O odor corporal horrível de Trump teria dificultado sua contratação para alguns cargos no gabinete, e Trump foi rejeitado por diversas possibilidades de procurador-geral até que Matt Gaetz e depois Pam Bondi, que estavam acostumados com o fedor de Trump, concordaram.
  • Trump teria ordenado que Elon Musk demitisse todos os funcionários do governo que já tivessem postado online que Trump cheira a rosbife vencido.
  • Segundo relatos, Trump não tem mais funcionários pessoais na residência da Casa Branca porque todos eles pararam, citando que seu fedor está "muito pior agora do que no primeiro mandato".
  • Trump interrompeu uma festa de 50º aniversário de casamento em Mar-a-Lago para alegar que os generais se aproximaram dele com lágrimas nos olhos e disseram: "Senhor, você foi o presidente mais cheiroso de todos os tempos".
  • Trump acaba de instalar uma exposição de chimpanzés em Mar-a-Lago para poder culpar os macacos pelo fedor.
  • Uma possível jurada no julgamento de Trump em Nova York foi dispensada após explicar ao juiz que tinha hipersomia, um olfato anormalmente aguçado, e que o fedor bem documentado de Trump vinha da mesa de defesa, dificultando sua concentração.
  • RFK Jr. disse acidentalmente em um microfone aberto que Trump cheira pior do que a carcaça do filhote de urso que ele encontrou na beira da estrada em 2014.
  • Enquanto Trump caminhava em seu desfile de posse, testemunhas disseram que conseguiam ver o fedor infame de Trump saindo de seu corpo, e não apenas cheirá-lo. 🥃
 

D10s

Tribuna
21 Novembro 2013
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aqui está a tradução para português destas fontes altamente confiáveis:

Funcionários de Trump dizem que seu terrível odor corporal está obstruindo sua agenda
Denunciantes anônimos dizem que Trump cheira muito, muito, muito mal.




Vamos lembrar que é amplamente aceito que Trump cheira como um velho moribundo cujos órgãos afogados em molho Big Mac estão apodrecendo de dentro para fora.
Os aspirantes a ditadores estão constantemente obcecados com sua imagem na mídia porque suas personas de homens fortes dependem de nunca admitir qualquer falha ou erro pessoal, então vamos ajudar o velho Tio Sam e a Constituição um pouco, lembrando aos Estados Unidos, sempre que possível, que Trump cheira a merda.
Que maneira divertida e patriótica de lutar contra a egomania pugilística de narcisismo sociopático de Trumpenquanto ele tenta desmantelar nossa democracia e se tornar um totalitário!
  • Donald Trump acaba de afirmar que seu odor corporal “é protegido pela imunidade presidencial”.
  • Mensagens privadas vazadas de JD Vance revelam que ele reclamava de sentar muito perto de Trump durante as reuniões por causa do "fedor de chucrute" de Trump.
  • Trump alega que os rumores sobre seu mau cheiro são "notícias falsas" e confidenciais, e que os vazadores deveriam ser fuzilados.
  • Um agente do Serviço Secreto acaba de confirmar que o codinome de Trump é "Roast Beef" porque os agentes têm que passar muito tempo próximos ao "odor fétido de delicatessen" de seu corpo.
  • Dezenas de participantes amontoados na Rotunda do Capitólio para o discurso de posse de Trump descreveram o fedor do presidente como "quase insuportável" e "que lembra rosbife vencido".
  • Segundo relatos, vários adolescentes da Geração Z que estavam fazendo trolls em Mar-a-Lago pediram para Trump assinar sua assinatura em fraldas usadas hoje à noite.
  • Funcionários de Mar-a-Lago dizem que mais de 20.000 fraldas foram enviadas para o resort de Trump desde que #TrumpSmells começou a ser tendência regular no Twitter no ano passado.
  • A conselheira de Trump, Kellyanne Conway, afirma que Trump tem apenas “cheiros alternativos”.
  • O DNC agora está vendendo chapéus, camisas, colônias, desodorantes e perfumes com o rótulo “Faça os presidentes cheirarem bem novamente”.
  • Os acordos de confidencialidade de Trump que remontam ao início dos anos 90 incluíam uma cláusula que obrigavaos contratados não podem mencionar seu odor corporal "que lembra carne assada estragada".
  • Trump está “envenenando o ar do país” com seu fedor.
  • Trump supostamente odeia a OTAN e quer tirar os EUA da aliança porque o primeiro-ministro da Bélgica disse a ele que precisava de desodorante e uma bala de menta durante uma cúpula da OTAN em 2017, na frente de todos os outros líderes mundiais.
  • Melania Trump riu publicamente pela primeira vez diante das câmeras depois de ser questionada se seu marido cheirava mal, e ela riu por 19 segundos seguidos antes de começar a ofegar e jurar que não ouviu a pergunta.
  • Segundo relatos, Trump cheirava tão mal durante uma reunião do G7 em 2019 que fez Shinzo Abe e Angela Merkel, que estavam sentados um de cada lado dele, vomitarem.
  • Trump supostamente cheira tão mal porque não gosta de se ver nu e só toma banho uma vez por semana, depois de se olhar no espelho e gritar em voz alta: "Notícias falsas!"
  • Trump foi ouvido hoje em Mar-a-Lago gritando em seu telefone: "Tenho imunidade presidencial para cheirar o que eu quiser!"
  • Durante a campanha presidencial, Kamala Harris começou sua resposta a todas as perguntas da mídia sobre Trump com a frase: "Bem, isso depende".
  • O odor corporal horrível de Trump teria dificultado sua contratação para alguns cargos no gabinete, e Trump foi rejeitado por diversas possibilidades de procurador-geral até que Matt Gaetz e depois Pam Bondi, que estavam acostumados com o fedor de Trump, concordaram.
  • Trump teria ordenado que Elon Musk demitisse todos os funcionários do governo que já tivessem postado online que Trump cheira a rosbife vencido.
  • Segundo relatos, Trump não tem mais funcionários pessoais na residência da Casa Branca porque todos eles pararam, citando que seu fedor está "muito pior agora do que no primeiro mandato".
  • Trump interrompeu uma festa de 50º aniversário de casamento em Mar-a-Lago para alegar que os generais se aproximaram dele com lágrimas nos olhos e disseram: "Senhor, você foi o presidente mais cheiroso de todos os tempos".
  • Trump acaba de instalar uma exposição de chimpanzés em Mar-a-Lago para poder culpar os macacos pelo fedor.
  • Uma possível jurada no julgamento de Trump em Nova York foi dispensada após explicar ao juiz que tinha hipersomia, um olfato anormalmente aguçado, e que o fedor bem documentado de Trump vinha da mesa de defesa, dificultando sua concentração.
  • RFK Jr. disse acidentalmente em um microfone aberto que Trump cheira pior do que a carcaça do filhote de urso que ele encontrou na beira da estrada em 2014.
  • Enquanto Trump caminhava em seu desfile de posse, testemunhas disseram que conseguiam ver o fedor infame de Trump saindo de seu corpo, e não apenas cheirá-lo. 🥃
É assustador quando sátira fica tão perto da "realidade" que deixa sempre aquela dúvida se é mesmo real ou nao hehe
 
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14 Setembro 2017
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6,817
O colega continua a responder com bugalhos e a discussão perde qualquer sentido. Imagino que não tenha lido o que ficou para trás. Ninguém aqui está a fazer uma avaliação ética do passado, pela enésima vez. Nota-se que a dominação sobre outros territórios e povos, num longo processo histórico que pode muito bem ter tido início nos remotos séculos XVI e XVII mas que, no caso africano e asiático, vem até meados do século XX, contribuiu para o progresso de quem dominou e para o atraso de quem foi dominado. E que, de várias formas, o prejuízo prolonga-se para além da emancipação dos dominados. Não existe qualquer julgamento ético ou moral nestas observações. O que há sim é o apontar de empreendimentos massivos, de décadas, séculos, globais, que vêm até um passado muito recente... e dos quais se pode extrair, naturalmente, responsabilidade pelas consequências.

Não compreendo essa necessidade de arvorar que, perante um domínio tão profundo, prolongado, contínuo, global, com impacto presente... lá noutros sítios também havia comportamentos de dominação. Parece-me tão deslocado como referir que um dos benefícios da escravatura é a riqueza dos basquetebolistas da NBA. Independentemente das práticas e formas sociais e políticas dos locais explorados, o que é relevante é a exploração, que se deu num sentido e não noutro. As práticas próprias de dominação confinadas a outros locais são para outro capítulo da história. Este é o da extracção global de riqueza, que beneficiou umas nações e prejudicou outras.

Mais uma vez, não estou a argumentar a favor de reparações, mas sim de cooperação. Agora... quem se abespinha por isso, pela defesa da solidariedade entre países, pela identificação das consequências materiais de longos períodos de domínio sobre outros territórios... não creio que se deva preocupar com a ascensão da extrema direita, pois eventualmente será essa área para a qual a pessoa tende. O cardápio típico do extremismo é esse: a negação completa de quaisquer formas de responsabilidade por um passado recente e pelas suas consequências presentes. A não ser pelas glórias passadas da nação. O arrastar dos temas para o populismo, com chavões de culpas do europeu, do homem branco e quejandos. O apontar de dedo a quem foi dominado e a procura de paralelismos quando não existe equiparação possível. Além de que não se pode aceitar a ideia que a mera discussão ou alusão a certos temas radicaliza automaticamente os interlocutores, sendo necessário adoptar as posições destes ou varrer os assuntos para debaixo do tapete.

Causas naturais? As epidemias terão sido uma parte da história do genocídio dos americanos nativos. Há mais além dela.
Ninguém aqui quer camuflar qualquer responsabilidade sobre a escala a que foi dotada a escravatura.
Eu estou apenas a dizer que efectivamente o fenômeno não começou nas potências dominantes na altura mas sim na próprias sociedades de onde eram oriundos os escravos.

Outra situação é a cooperaçao entre esses estados antes colonizados e dominados e os antigos colonizadores.
Tu sabes como eu sei e todos nós sabemos que essas tentativas de cooperação e desenvolvimento econômico esbarram nos líderes desses mesmos países, que fazem com que todos os benefícios que deveriam chegar a população( nomeadamente empregos, saúde, habitaçao) são acumulados pelos líderes em troca das suas riquezas naturais, mantendo um ciclo vicioso de uma estratificação social que perdura a séculos
Há mais de 70 anos que funciona assim.
Esse é um onus que os ex colonizadores não carregam.
Mais uma vez convenientemente ou não se ignora culturas e funcionamentos de sociedades para continuar a flagelar o mundo desenvolvido.
Ainda hoje a escravatura tem na sua causa a oferta porque até a data que iniciou a " economia de escala" da escravatura não existia procura.
A procura passou a existir quando começou a existir a oferta que foi criada pelas elites desses próprios povos.

Está provado que a esmagadora maioria das portes dos povos nativos da América morreram por doenças que os europeus trouxeram com eles e não em disputas armadas
 
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Dagerman

Tribuna
1 Abril 2015
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Está provado que a esmagadora maioria das portes dos povos nativos da América morreram por doenças que os europeus trouxeram com eles e não em disputas armadas
A fome, a má nutrição, os trabalhos forçados, a destruição das famílias e comunidades e o trauma psicológico não dão saúde a ninguém. Mas daí a chamar-lhes doenças... Qual era a esperança de vida nos gulagues soviéticos ou nos lagers nazis? Qual era a taxa de reprodução dos presos?