Economia Internacional

Ginjeet

Tribuna Presidencial
11 Março 2018
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A economia dos USA já tinha morrido o ano passado por causa das tarifas, não dá para morrer outra vez.

Ou seja a teoria é que o maior produtor de petroleo e gas e nuclear, (e que por acaso tem a seguir a china a maior potencia instalada de renovavel), é que vai sofrer com aumentos do petroleo, e o pessoal que lhes compra o petroleo e gás é que se vai dar bem, tipo os alemães que pagam mais do dobro por gas, gasolina e eletrecidade..
Passaste por cima do "médio prazo"?

Por pontos:
1) Quanto mais flutua o preço do petróleo, mais a UE investe em renováveis e garante a autonomia energética que os lobbies petrolíferos e alguns grupos políticos bem tentam travar.

2) O petróleo americano não é americano, mas sim das empresas que já garantiram os seus direitos há algumas décadas. Não terás aumentos de produção interna só porque sim, porque não lhes interessa baixar a rentabilidade, e isso implicaria alterar acordos com outros países produtores que a qualquer momento poderiam virar-se para o yuan.

3 O petróleo dos EUA é tecnicamente mais difícil e caro de produzir, comparado com o do Médio Oriente.

4) Gostei do teu argumento de ser o segundo maior produtor. "Este país, com quase 400 milhões de pessoas e 10 milhões km2 de área, produz mais que o nosso, que tem 10 milhões de pessoas em 100 mil km2". Comparação bastante útil. Se comparares com a UE num todo, de repente lá se vai o título.
Se recuarmos 20 anos no tempo, produziam mais do que a China. Já perderam essa corrida há bastante tempo, só eles é que não sabem disso, com todos os impactos geopolíticos que isso terá nas próximas décadas.

5) Atualmente, o mix energético nos EUA a nível de renováveis está 20% abaixo da UE. Até 2030, esse valor deve aumentar para 30%. E isto não reflete sequer o impacto da mudança de políticas, que resultará num abrandamento da transição (sendo moderadamente otimista , apesar da vontade política, o drill baby drill terá um peso relativo e continuarão a existir empresas e estados a apostarem nas renováveis).

Até 2050, o objetivo da UE é comprar quase zero petróleo. Este tipo de eventos só faz por acelerar esse prazo.
 

Panda Azul e Branco

Tribuna Presidencial
14 Janeiro 2025
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A economia dos USA já tinha morrido o ano passado por causa das tarifas, não dá para morrer outra vez.

Ou seja a teoria é que o maior produtor de petroleo e gas e nuclear, (e que por acaso tem a seguir a china a maior potencia instalada de renovavel), é que vai sofrer com aumentos do petroleo, e o pessoal que lhes compra o petroleo e gás é que se vai dar bem, tipo os alemães que pagam mais do dobro por gas, gasolina e eletrecidade..
Lá chegará a altura em que terá morrido mesmo, todos os impérios acabam um dia, e o dos EUA não vai ser excepção à regra, porque não há excepção à regra da morte.
 

sirmister

Tribuna Presidencial
21 Março 2008
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  • Março/22
  • Abril/19
Passaste por cima do "médio prazo"?

Por pontos:
1) Quanto mais flutua o preço do petróleo, mais a UE investe em renováveis e garante a autonomia energética que os lobbies petrolíferos e alguns grupos políticos bem tentam travar.

2) O petróleo americano não é americano, mas sim das empresas que já garantiram os seus direitos há algumas décadas. Não terás aumentos de produção interna só porque sim, porque não lhes interessa baixar a rentabilidade, e isso implicaria alterar acordos com outros países produtores que a qualquer momento poderiam virar-se para o yuan.

3 O petróleo dos EUA é tecnicamente mais difícil e caro de produzir, comparado com o do Médio Oriente.

4) Gostei do teu argumento de ser o segundo maior produtor. "Este país, com quase 400 milhões de pessoas e 10 milhões km2 de área, produz mais que o nosso, que tem 10 milhões de pessoas em 100 mil km2". Comparação bastante útil. Se comparares com a UE num todo, de repente lá se vai o título.
Se recuarmos 20 anos no tempo, produziam mais do que a China. Já perderam essa corrida há bastante tempo, só eles é que não sabem disso, com todos os impactos geopolíticos que isso terá nas próximas décadas.

5) Atualmente, o mix energético nos EUA a nível de renováveis está 20% abaixo da UE. Até 2030, esse valor deve aumentar para 30%. E isto não reflete sequer o impacto da mudança de políticas, que resultará num abrandamento da transição (sendo moderadamente otimista , apesar da vontade política, o drill baby drill terá um peso relativo e continuarão a existir empresas e estados a apostarem nas renováveis).

Até 2050, o objetivo da UE é comprar quase zero petróleo. Este tipo de eventos só faz por acelerar esse prazo.
O estado arrecada dinheiro por via de impostos e royalties, por toda a economia gerada pela industria que é uma das industrias que melhores ordenados paga, e as empresas que fazem dinheiro tambem distribuem pelos acionistas e isso tem relevancia para as pesões. Então a maior parte do petroleo é privado mas é dinheiro que fica para os americanos.

A UE investe pode mais e garantir mais autonomia mas não fica mais autónoma que os USA que tem, e tambem não produz energia mais barata, alem de que a logica é a mesma a maior parte da produção renovavel tambem é privada.

4- Estás enganado, a produção per capita de energia por parte de renovavel nos USA é semelhante ou ligeiramente superior á da UE, das maiores economias a Alemanha tem maior, mas Espanha e Italia tem menor. Portugal sim tem mais que os USA

Mas depois para lá da produção de energia tens que o USA apostam na produção de paineis enquanto que a europa aposta na compra de painéis vindos da china.


5- Uma das coisas que altera o mix é fechar industria que é uma grande consumidora, por exemplo a VW está a fechar fabricas na Alemanha, e isso ajuda a aumentar a percentagem em termos de renovaveis, por outro lado os americanos com a aposta forte em nuclear para alimentar data centers vai alterar esse mix no sentido oposto.

Voltando ao inicio o facto de teres a coragem de te atravessares para dizer que no medio prazo, a economia americana vai morrer, e a da UE se vai dar bem, é de louvar, ainda para mais relacionando isso com a questão da energia, quando na UE é muito mais cara.

E no fim não tem nada a ver com gostar ou não das escolhas , tem a ver com a previsão estar correta ou errada.
 

SUPERMLY

Tribuna Presidencial
14 Setembro 2017
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Passaste por cima do "médio prazo"?

Por pontos:
1) Quanto mais flutua o preço do petróleo, mais a UE investe em renováveis e garante a autonomia energética que os lobbies petrolíferos e alguns grupos políticos bem tentam travar.

2) O petróleo americano não é americano, mas sim das empresas que já garantiram os seus direitos há algumas décadas. Não terás aumentos de produção interna só porque sim, porque não lhes interessa baixar a rentabilidade, e isso implicaria alterar acordos com outros países produtores que a qualquer momento poderiam virar-se para o yuan.

3 O petróleo dos EUA é tecnicamente mais difícil e caro de produzir, comparado com o do Médio Oriente.

4) Gostei do teu argumento de ser o segundo maior produtor. "Este país, com quase 400 milhões de pessoas e 10 milhões km2 de área, produz mais que o nosso, que tem 10 milhões de pessoas em 100 mil km2". Comparação bastante útil. Se comparares com a UE num todo, de repente lá se vai o título.
Se recuarmos 20 anos no tempo, produziam mais do que a China. Já perderam essa corrida há bastante tempo, só eles é que não sabem disso, com todos os impactos geopolíticos que isso terá nas próximas décadas.

5) Atualmente, o mix energético nos EUA a nível de renováveis está 20% abaixo da UE. Até 2030, esse valor deve aumentar para 30%. E isto não reflete sequer o impacto da mudança de políticas, que resultará num abrandamento da transição (sendo moderadamente otimista , apesar da vontade política, o drill baby drill terá um peso relativo e continuarão a existir empresas e estados a apostarem nas renováveis).

Até 2050, o objetivo da UE é comprar quase zero petróleo. Este tipo de eventos só faz por acelerar esse prazo.
1- Quanto mais a UE investe em renováveis mais longe estará competitivamente quer dos EUA quer da China.
O custo de produção das renováveis é muito mais alto que as alternativas e isso reflecte se no custo de vida.

2- O Yuan funciona para economias de com moedas tb baixas.Em África por exemplo.
Ou no Irão.
Vai lá ao Qatar perguntar se querem receber em Yuan que os Muslims qataris mandam te foder.
Há 3 moedas que ameaçam o dólar: a libra esterlina, o Euro e o Franco Suiço.
O resto é paisagem.

3- verdade mas convém perceber que quer a Shell quer a BP já tem fórmulas de hidrocarbonetos sintéticos que não produzem porque ainda não compensa financeiramente.
Um mundo onde a mobilidade é completamente electrificada é utópico.Nunca acontecerá pelas mais variadas razões.
Se a evolução dos motores a combustão evoluir para combustão completa e exaustão de material inerte, o eléctrico perde a sua vantagem.

4- A China atual é o sonho molhado da malta marxista.
Mesmo tendo nos EUA um tonto como Trump ainda é uma democracia.
Convém pensar bem de que lado vão querer estar.

5- A fusão nuclear se funcionar como toda gente pensa que funcionar vai " enterrar " as eólicas e o solar.
O Hidrogênio verde será útil para combustível enquanto os motores não fizerem combustão completa.
Daí voltam os hidrocarbonetos
 

Cheue

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Eua, gostava que fizessem este tipo de sondagens em Portugal...

Conspirações:
Microchips nas vacinas — 9% concorda / 19% inseguro / 72% discorda
Terra plana — 10% concorda / 15% inseguro / 75% discorda
NASA não foi à Lua — 12% concorda / 17% inseguro / 71% discorda


Factos científicos:
Humanos evoluíram — 58% concorda
Alterações climáticas causadas por humanos — 64% concorda
Vacinas maioritariamente benéficas — 70% concorda
Terra tem milhares de milhões de anos — 75% concorda / 17% inseguro / 8% discorda
Terra orbita o Sol — 83% concorda
 

deco macau

Tribuna Presidencial
29 Outubro 2014
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  • Campeão Nacional 19/20
1- Quanto mais a UE investe em renováveis mais longe estará competitivamente quer dos EUA quer da China.
O custo de produção das renováveis é muito mais alto que as alternativas e isso reflecte se no custo de vida.

2- O Yuan funciona para economias de com moedas tb baixas.Em África por exemplo.
Ou no Irão.
Vai lá ao Qatar perguntar se querem receber em Yuan que os Muslims qataris mandam te foder.
Há 3 moedas que ameaçam o dólar: a libra esterlina, o Euro e o Franco Suiço.
O resto é paisagem.

3- verdade mas convém perceber que quer a Shell quer a BP já tem fórmulas de hidrocarbonetos sintéticos que não produzem porque ainda não compensa financeiramente.
Um mundo onde a mobilidade é completamente electrificada é utópico.Nunca acontecerá pelas mais variadas razões.
Se a evolução dos motores a combustão evoluir para combustão completa e exaustão de material inerte, o eléctrico perde a sua vantagem.

4- A China atual é o sonho molhado da malta marxista.
Mesmo tendo nos EUA um tonto como Trump ainda é uma democracia.
Convém pensar bem de que lado vão querer estar.

5- A fusão nuclear se funcionar como toda gente pensa que funcionar vai " enterrar " as eólicas e o solar.
O Hidrogênio verde será útil para combustível enquanto os motores não fizerem combustão completa.
Daí voltam os hidrocarbonetos
1- Quanto mais investes em renováveis mais a tua conta da electricidade vai agradecer. Já que falas da China, estão muito à frente de qualquer país nesse domínio.
Vais a uma cidade como Schenzen e percebes logo isso.
Ao contrario de um certo país onde um octogenário tem um trauma qualquer com a energia eólica e pagam balurdios para desistirem de projectos anteriormente contratados


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Manageiro de futból

Tribuna Presidencial
25 Julho 2007
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1- Quanto mais investes em renováveis mais a tua conta da electricidade vai agradecer. Já que falas da China, estão muito à frente de qualquer país nesse domínio.
Vais a uma cidade como Schenzen e percebes logo isso.
Ao contrario de um certo país onde um octogenário tem um trauma qualquer com a energia eólica e pagam balurdios para desistirem de projectos anteriormente contratados


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O trauma dele são os amigos que lhe pagam.
 

Cheue

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1- Quanto mais a UE investe em renováveis mais longe estará competitivamente quer dos EUA quer da China.
O custo de produção das renováveis é muito mais alto que as alternativas e isso reflecte se no custo de vida.

2- O Yuan funciona para economias de com moedas tb baixas.Em África por exemplo.
Ou no Irão.
Vai lá ao Qatar perguntar se querem receber em Yuan que os Muslims qataris mandam te foder.
Há 3 moedas que ameaçam o dólar: a libra esterlina, o Euro e o Franco Suiço.
O resto é paisagem.

3- verdade mas convém perceber que quer a Shell quer a BP já tem fórmulas de hidrocarbonetos sintéticos que não produzem porque ainda não compensa financeiramente.
Um mundo onde a mobilidade é completamente electrificada é utópico.Nunca acontecerá pelas mais variadas razões.
Se a evolução dos motores a combustão evoluir para combustão completa e exaustão de material inerte, o eléctrico perde a sua vantagem.

4- A China atual é o sonho molhado da malta marxista.
Mesmo tendo nos EUA um tonto como Trump ainda é uma democracia.
Convém pensar bem de que lado vão querer estar.

5- A fusão nuclear se funcionar como toda gente pensa que funcionar vai " enterrar " as eólicas e o solar.
O Hidrogênio verde será útil para combustível enquanto os motores não fizerem combustão completa.
Daí voltam os hidrocarbonetos
seria uma parvoíce os países europeus não apostarem em renováveis e continuarem a depender tanto de outros países...

ou à espera da fusão nuclear lá para 2060...
 

Holy Dragon

Bancada central
27 Maio 2019
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Passaste por cima do "médio prazo"?

.

2) .... Não terás aumentos de produção interna só porque sim, porque não lhes interessa baixar a rentabilidade, e isso implicaria alterar acordos com outros países produtores que a qualquer momento poderiam virar-se para o yuan.
apostarem nas renováveis).
....
Até 2050, o objetivo da UE é comprar quase zero petróleo. Este tipo de eventos só faz por acelerar esse prazo.
o "petro yuan" e um grande game changer, marcara o fim do Imperio.

Quanto a UE, teriamos todo o interesse em voltar ao nuclear, principalmente a Alemanha, para o objectivo "zero petroleo"
 

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GUATEMALA 1954: Golpe e Intervenção Americana

- Jacobo Árbenz eleito democraticamente em 1951.
- Nacionalista e reformista, não comunista, mas incluía comunistas moderados no governo.
-Reforma agrária: expropriação de terras não cultivadas, compensação com base no valor fiscal (muito inferior ao real).
-United Fruit Company: gigante americana, controlava grande parte da economia (transportes, portos, exportações), perde terras importantes.
- United Fruit contrata Edward Bernays (pai da propaganda moderna) para lançar campanha mediática nos EUA, pintando Árbenz como ameaça comunista.
-Contexto: Guerra Fria; medo de influência soviética na América Latina, exagerado pelos interesses da United Fruit.
- Família Dulles:
John Foster Dulles, secretário de Estado, advogado da United Fruit.
Allen Dulles, diretor da CIA, ligado ao mesmo círculo.
Os dois eram irmãos, combinando interesses privados e poder estatal.
-Operação PBSUCCESS (1954): golpe da CIA com propaganda, rádio falsa dentro da Guatemala, incursões militares simbólicas, criação de clima de pânico e sensação de rebelião massiva.
- Queda de Árbenz: substituído por regime militar pró-EUA.
- Consequências: décadas de ditaduras, guerra civil (~36 anos), ~200.000 mortos, principalmente civis indígenas, repressão intensa e instabilidade social.


CHILE 1973: Golpe e Intervenção Americana


-Salvador Allende eleito democraticamente em 1970.
- País era democracia consolidada e relativamente estável; economia mista, crescimento estável, boas infraestruturas, desigualdade social em áreas rurais e populares.
- Allende, socialista moderado, promovia: nacionalização do cobre, reforma agrária, expansão de programas sociais.
- Grandes empresas americanas (Anaconda Copper, Kennecott Copper) prejudicadas pelas nacionalizações.
-Intervenção dos EUA via CIA: campanha de propaganda nos EUA e no Chile, financiamento de oposição, boicote económico, manipulação da imprensa.
-Contexto: Guerra Fria, paranoia anti-soviética e medo de influência marxista na região.
-Henry Kissinger: coordenou política de desestabilização.
- Golpe de 11 de setembro de 1973: Pinochet lidera o exército, derruba Allende, que morre no palácio (suicídio confirmado).
- Consequências: ditadura militar, repressão brutal, desaparecimentos e assassinatos de milhares, economia liberal favorável a elites e investidores estrangeiros.
-Comparação com período pré-golpe: Chile democrático e relativamente próspero; com Pinochet, passa a ditadura centralizada, altamente repressiva, com reformas económicas concentradas nas elites.
 

Cheue

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Guerra do Vietname (1955-1975)

1954 – Conferência de Genebra: Fim da guerra da Indochina contra os franceses. Vietname dividido em Norte comunista (Ho Chi Minh) e Sul anti-comunista (Ngo Dinh Diem), paralelo 17.
1955 – Estabelecimento da República do Vietname (Sul): Diem assume como presidente, apoiado pelos EUA; governo autoritário, perseguição a opositores e budistas.
1956 – Eleições nacionais previstas pela Conferência de Genebra: planejadas para unificar o país.
A CIA e assessores americanos sabiam claramente que Ho Chi Minh ganharia facilmente se as eleições fossem livres.
Relatórios internos mostravam que o comunista teria apoio esmagador no Norte e também em partes do Sul.
EUA e Diem cancelam as eleições, usando o medo do comunismo como justificativa, mantendo o Vietname do Sul como estado fantoche anti-comunista.
1960 – Criação da Frente Nacional de Libertação (Vietcong): guerrilhas comunistas organizadas no Sul, infiltrando-se nas áreas rurais e ganhando apoio popular.
1963 – Queda de Diem: golpe militar no Sul, assassinato de Diem; instabilidade política aumenta; EUA tornam-se ainda mais envolvidos.
1964 – Incidente do Golfo de Tonquim: alegado ataque a navios americanos; Congresso aprova Resolução do Golfo de Tonquim, EUA autorizados a intervir militarmente em larga escala.
1965 – Bombardeamentos e escalonamento militar: Operação Rolling Thunder; envio de tropas de combate em grande número; guerra de guerrilha intensifica-se.
1966-1967 – Intensificação da guerra: Vietcong controla áreas rurais; EUA superestimam capacidade do Sul e subestimam resistência comunista.
1968 – Ofensiva do Tet: ataque surpresa do Vietcong a várias cidades do Sul; choque psicológico nos EUA, mesmo com perdas militares do Norte; apoio público americano cai drasticamente.
1969-1972 – Vietnamização: Nixon tenta transferir responsabilidade para exército do Sul, mantendo bombardeios no Norte. Guerra prolonga-se, propaganda e apoio político nos EUA em queda.
1972 – Bombardeamentos massivos e negociações: ofensiva final dos EUA no Norte; negociações de paz em Paris.
1973 – Acordo de Paz de Paris: tropas americanas retiram-se; governo do Sul tenta resistir.
1975 – Queda de Saigon: Vietname do Norte conquista o Sul; país reunificado sob regime comunista.
Mortes: cerca de 58.000 soldados americanos, 2 a 3 milhões de vietnamitas mortos; apesar da intervenção massiva, o Vietname ficou comunista.
 

Cheue

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Guerra do Iraque (2003–2011)

2003 – Invasão do Iraque: forças americanas e britânicas derrubam Saddam Hussein em semanas; saque generalizado e colapso de infraestruturas.
2003–2004 – Insurgência inicial: grupos armados atacam tropas da coalizão e civis; explosões, emboscadas e ataques suicidas espalham caos.
2004 – Primeira batalha de Fallujah: insurgentes resistem fortemente; pesadas baixas americanas e críticas internacionais.
2005 – Eleições parlamentares e constituição: tentativa de criar governo democrático; violência sectária continua.
2006 – Execução de Saddam Hussein; início da guerra civil sectária entre xiitas, sunitas e curdos; ataques insurgentes explodem.
2007 – “Surge” de tropas americanas: reforços enviados; segurança melhora temporariamente em algumas regiões.
2008 – Acordo de Status de Forças: limites para presença americana definidos; preparação para retirada.
2011 – Retirada formal das tropas americanas; Iraque continua instável, surgimento do ISIS nos anos seguintes.
Custos: cerca de 2 triliões de dólares (militares, reconstrução e veteranos).
Mortes: ~4 599 soldados americanos; ~268 000–295 000 iraquianos mortos (civis e combatentes); civis documentados entre ~180 000 e 200 000+.
Resultado: Saddam caiu, mas o país ficou fragmentado, sectário e instável; surgimento do ISIS; caos político e social prolongado.