Economia Internacional

Filipe01

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26 Março 2012
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A fusão nuclear é o santo graal da energia
Apostar em renováveis vai continuar a afundar a Europa em custos( que já tem a maior carga fiscal sobre todos os produtos).
As renováveis são ótimas para o.ambiente mas são tecnicamente difíceis e com custos brutais de desenvolvimento.
Qual é o custo do MW do fotovoltaico?

Qual o custo de MW da eolica?
 

maliano

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O cromo do Sánchez desmascarado pelo Rui Pinto



 
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Ginjeet

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11 Março 2018
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4- Estás enganado, a produção per capita de energia por parte de renovavel nos USA é semelhante ou ligeiramente superior á da UE, das maiores economias a Alemanha tem maior, mas Espanha e Italia tem menor. Portugal sim tem mais que os USA

Mas depois para lá da produção de energia tens que o USA apostam na produção de paineis enquanto que a europa aposta na compra de painéis vindos da china.
Se vais comparar a produção de energia per capita, tens de comparar também o consumo de energia per capita, que no caso dos americanos, ultrapassa o dobro dos europeus. Quando ponderas os dois, chegas ao mesmo valor que eu. Há uma diferença de 20% de energias renováveis naquilo que é a energia consumida entre a UE e os EUA. E é uma diferença que só irá aumentar nos próximos anos.


5- Uma das coisas que altera o mix é fechar industria que é uma grande consumidora, por exemplo a VW está a fechar fabricas na Alemanha, e isso ajuda a aumentar a percentagem em termos de renovaveis, por outro lado os americanos com a aposta forte em nuclear para alimentar data centers vai alterar esse mix no sentido oposto.

Voltando ao inicio o facto de teres a coragem de te atravessares para dizer que no medio prazo, a economia americana vai morrer, e a da UE se vai dar bem, é de louvar, ainda para mais relacionando isso com a questão da energia, quando na UE é muito mais cara.

E no fim não tem nada a ver com gostar ou não das escolhas , tem a ver com a previsão estar correta ou errada.
A UE criou 2 milhões de empregos em 2025.
Os EUA criaram 180 mil empregos em 2025 (uma descida de quase 90% relativamente a 2024). A golden age que começava com as tarifas deve ser como o ouro da sala oval da Casa Branca. Todo em pechisbeque. Já nem se pode considerar uma previsão, se já está a acontecer.


1- Quanto mais a UE investe em renováveis mais longe estará competitivamente quer dos EUA quer da China.
O custo de produção das renováveis é muito mais alto que as alternativas e isso reflecte se no custo de vida.
Vou deixar de lado qualquer argumento climático e focar-me no económico.
A tua primeira frase seria verdade há 15 anos atrás, no início da transição, quando a UE tomou a decisão de avançar para uma autonomia estratégica naquele que é o setor mais importante a nível comercial e que tem impacto em todos os outros. Os custos de transição são imensos, certo.

Atualmente, é mais barato completar a transição do que andar para trás. Aliás, economicamente seria uma idiotice assumir os custos de transição (como já foram assumidos) e depois disso desperdiçar a vantagem competitiva que eles criaram.

A segunda frase é só incorreta. Atualmente, a instalação de renováveis já é mais barata a nível de infraestrutura do que projetos petrolíferos. O custo da energia em si, já nem se fala. A energia solar e eólica já é mais barata de produzir que o carvão, ao longo dos mesmos ciclos de vida dos projetos.

Existem dois problemas nas questões das renováveis que terão de ser resolvidos em breve, e penso que há objetivos nesse sentido.

O primeiro tem a ver com os setores que não têm alternativas assumidas. Aviação e marítimo essencialmente. Como não existe um combustível alternativo que seja favorecido politicamente, continua a não existir apoios diretos para esse combustível. As empresas de cruzeiros, de pesca e de aviação não vão simplesmente optar e investir massivamente em hidrogénio ou em e-kerosene para daqui a 5 anos o mercado ditar que a tecnologia a usar será outra e todo esse investimento cai por terra.

O segundo tem a ver com as grids para levar energia a todos os pontos da Europa, em que podes produzir solar em Espanha e essa mesma energia chegar às zonas rurais da Bulgária, se for preciso. Nesse aspeto, já vi que a Comissão Europeia propõs um aumento massivo de apoio para completar a grid até 2030, e portanto é algo que em breve deve estar resolvido e que irá aumentar ainda mais a procura por fontes próprias.


2- O Yuan funciona para economias de com moedas tb baixas.Em África por exemplo.
Ou no Irão.
Vai lá ao Qatar perguntar se querem receber em Yuan que os Muslims qataris mandam te foder.
Há 3 moedas que ameaçam o dólar: a libra esterlina, o Euro e o Franco Suiço.
O resto é paisagem.
O Irão há vários anos que já deixou o dólar, devido às sanções. O yuan é a principal moeda para eles.
A Arábia Saudita já tem um acordo parcial com a China para negociações em yuan.
Quanto mais isolacionistas se tornam os EUA e mais tensões criarem, mais o dólar desvaloriza. As outras moedas tornam-se logo mais apetecíveis, e a China, queiramos ou não, é o grande concorrente comercial. Não é uma questão de tomar lados, é ver o que está a acontecer.
 
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Ginjeet

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11 Março 2018
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A fusão nuclear é o santo graal da energia
Apostar em renováveis vai continuar a afundar a Europa em custos( que já tem a maior carga fiscal sobre todos os produtos).
As renováveis são ótimas para o.ambiente mas são tecnicamente difíceis e com custos brutais de desenvolvimento.
Nuclear é mais caro e mais lento de construir.
A produção de energia nuclear também é mais cara que qualquer outra renovável.

Tem uma vantagem: base load constante é maior porque produz 24h por dia.

O meu único problema com o nuclear é que não confio em humanos. Já vimos isto na Ucrânia há 3 anos, vemos agora a central iraniana.
Se alguém enfiar um avião numa central nuclear, arriscas perder áreas enormes à sua volta durante décadas ou séculos. Se enfiarem o mesmo avião nuns painéis solares, ninguém dá por isso.
 

SUPERMLY

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Qual é o custo do MW do fotovoltaico?

Qual o custo de MW da eolica?
MW do Fotovoltaico situa se nos 27€ por MW
Da Eólica 74€
Depois tens o investimento inicial que é diluído no valor de venda da energia.
Custo de Instalação
500 mil eur por MW fotovoltaico
1,6 a 2,2 milhões de EUR por MW eolico
 
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sirmister

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  • Abril/19
Se vais comparar a produção de energia per capita, tens de comparar também o consumo de energia per capita, que no caso dos americanos, ultrapassa o dobro dos europeus. Quando ponderas os dois, chegas ao mesmo valor que eu. Há uma diferença de 20% de energias renováveis naquilo que é a energia consumida entre a UE e os EUA. E é uma diferença que só irá aumentar nos próximos anos.




A UE criou 2 milhões de empregos em 2025.
Os EUA criaram 180 mil empregos em 2025 (uma descida de quase 90% relativamente a 2024). A golden age que começava com as tarifas deve ser como o ouro da sala oval da Casa Branca. Todo em pechisbeque. Já nem se pode considerar uma previsão, se já está a acontecer.
Eu comparei porque tu foste buscar os números da população, e mesmo nessa métrica estavas errado...

Tambem já tinha dito que isso ia aumentar, na europa fecham fabricas porque a energia é cara, na petroquímica tem sido uma sangria, mas depois compram aos Americanos e Russos..

Mas essas percentagens servem para quê exatamente? a energia na europa vai deixar de ser mais cara que nos USA?..

Entre a golden age e a economia morrer vai uma grande diferença, e a tua previsão foi sobre a economia Americana morrer e a Europeia se dar bem, a tua previsão foi essa, está escrito agora é esperar para ver em 5-10 anos como evoluiu.
 

Filipe01

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26 Março 2012
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MW do Fotovoltaico situa se nos 27€ por MW
Da Eólica 74€
Depois tens o investimento inicial que é diluído no valor de venda da energia.
Custo de Instalação
500 mil eur por MW fotovoltaico
1,6 a 2,2 milhões de EUR por MW eolico
Mas quanto é o LCOE?
 

Panda Azul e Branco

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14 Janeiro 2025
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Eu comparei porque tu foste buscar os números da população, e mesmo nessa métrica estavas errado...

Tambem já tinha dito que isso ia aumentar, na europa fecham fabricas porque a energia é cara, na petroquímica tem sido uma sangria, mas depois compram aos Americanos e Russos..

Mas essas percentagens servem para quê exatamente? a energia na europa vai deixar de ser mais cara que nos USA?..

Entre a golden age e a economia morrer vai uma grande diferença, e a tua previsão foi sobre a economia Americana morrer e a Europeia se dar bem, a tua previsão foi essa, está escrito agora é esperar para ver em 5-10 anos como evoluiu.
Claro que a economia americana vai morrer, está atolada em dívida ao exterior até à ponta dos cabelos, emite papel-moeda ao desbarato para compensar, e a maior parte dessa dívida, por grande coincidência letal, é detida pelo actual e cada vez mais, grande inimigo, China.
Daí toda a beligerancia que evidenciam actualmente.
É típico, das civilizações como das pessoas, quando perdem o controlo da sua vida e das suas coisas, tornarem-se muito violentas.
 
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Dagerman

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1 Abril 2015
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Se vais comparar a produção de energia per capita, tens de comparar também o consumo de energia per capita, que no caso dos americanos, ultrapassa o dobro dos europeus. Quando ponderas os dois, chegas ao mesmo valor que eu. Há uma diferença de 20% de energias renováveis naquilo que é a energia consumida entre a UE e os EUA. E é uma diferença que só irá aumentar nos próximos anos.




A UE criou 2 milhões de empregos em 2025.
Os EUA criaram 180 mil empregos em 2025 (uma descida de quase 90% relativamente a 2024). A golden age que começava com as tarifas deve ser como o ouro da sala oval da Casa Branca. Todo em pechisbeque. Já nem se pode considerar uma previsão, se já está a acontecer.




Vou deixar de lado qualquer argumento climático e focar-me no económico.
A tua primeira frase seria verdade há 15 anos atrás, no início da transição, quando a UE tomou a decisão de avançar para uma autonomia estratégica naquele que é o setor mais importante a nível comercial e que tem impacto em todos os outros. Os custos de transição são imensos, certo.

Atualmente, é mais barato completar a transição do que andar para trás. Aliás, economicamente seria uma idiotice assumir os custos de transição (como já foram assumidos) e depois disso desperdiçar a vantagem competitiva que eles criaram.

A segunda frase é só incorreta. Atualmente, a instalação de renováveis já é mais barata a nível de infraestrutura do que projetos petrolíferos. O custo da energia em si, já nem se fala. A energia solar e eólica já é mais barata de produzir que o carvão, ao longo dos mesmos ciclos de vida dos projetos.

Existem dois problemas nas questões das renováveis que terão de ser resolvidos em breve, e penso que há objetivos nesse sentido.

O primeiro tem a ver com os setores que não têm alternativas assumidas. Aviação e marítimo essencialmente. Como não existe um combustível alternativo que seja favorecido politicamente, continua a não existir apoios diretos para esse combustível. As empresas de cruzeiros, de pesca e de aviação não vão simplesmente optar e investir massivamente em hidrogénio ou em e-kerosene para daqui a 5 anos o mercado ditar que a tecnologia a usar será outra e todo esse investimento cai por terra.

O segundo tem a ver com as grids para levar energia a todos os pontos da Europa, em que podes produzir solar em Espanha e essa mesma energia chegar às zonas rurais da Bulgária, se for preciso. Nesse aspeto, já vi que a Comissão Europeia propõs um aumento massivo de apoio para completar a grid até 2030, e portanto é algo que em breve deve estar resolvido e que irá aumentar ainda mais a procura por fontes próprias.




O Irão há vários anos que já deixou o dólar, devido às sanções. O yuan é a principal moeda para eles.
A Arábia Saudita já tem um acordo parcial com a China para negociações em yuan.
Quanto mais isolacionistas se tornam os EUA e mais tensões criarem, mais o dólar desvaloriza. As outras moedas tornam-se logo mais apetecíveis, e a China, queiramos ou não, é o grande concorrente comercial. Não é uma questão de tomar lados, é ver o que está a acontecer.
A tua querida "transição energética" vai significar apenas o fim do transporte individual, que ficará reservado unicamente para os ricos, como nos países do terceiro mundo hoje e em toda a parte até aos anos 50.
Não é possível construir painéis fotovoltaicos nem ventoinhas sem combustíveis fósseis, e a construção e manutenção de barragens também depende dos combustíveis fósseis.
Pensar que podemos substituir os actuais 1,5 mil milhões de veículos a combustão interna por eléctricos é um completo delírio. Nem sequer existem matérias-primas suficientes no mundo para isso. Já para nem falar do facto óbvio de nenhuma rede eléctrica estar preparada para fornecer toda essa electricidade.

Com toda a "transição energética" dos últimos 20 anos, os combustíveis fósseis continmuam a representar 80% da energia consumida no mundo. Quando o petróleo deixar de correr, só há dois cenários possíveis: Haiti ou Mad Max. Pessoalmente, prefiro o cenário Haiti.
Para substituir uma milha cúbica de petróleo precisarias disto:

 
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SUPERMLY

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Claro que a economia americana vai morrer, está atolada em dívida ao exterior até à ponta dos cabelos, emite papel-moeda ao desbarato para compensar, e a maior parte dessa dívida, por grande coincidência letal, é detida pelo actual e cada vez mais grande inimigo, China.
Daí toda a beligerancia que evidenciam actualmente.
É típico, das civilizações como das pessoas, quando perdem o controlo da sua vida e das suas coisas, tornarem-se muito violentas.
VCS não param de mentir.
A divida pública dos EUA é de 36 trilioes de dólares.
A exposição à China não chega a 800 biliões.
Ou seja nem atinge 2%( precisamente 1.94%)
76% da dívida está em players internos.
Apenas 24% está em players externos.
A China nem é o player externo com mais dívida( Japão)
 

Panda Azul e Branco

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Se vais comparar a produção de energia per capita, tens de comparar também o consumo de energia per capita, que no caso dos americanos, ultrapassa o dobro dos europeus. Quando ponderas os dois, chegas ao mesmo valor que eu. Há uma diferença de 20% de energias renováveis naquilo que é a energia consumida entre a UE e os EUA. E é uma diferença que só irá aumentar nos próximos anos.




A UE criou 2 milhões de empregos em 2025.
Os EUA criaram 180 mil empregos em 2025 (uma descida de quase 90% relativamente a 2024). A golden age que começava com as tarifas deve ser como o ouro da sala oval da Casa Branca. Todo em pechisbeque. Já nem se pode considerar uma previsão, se já está a acontecer.




Vou deixar de lado qualquer argumento climático e focar-me no económico.
A tua primeira frase seria verdade há 15 anos atrás, no início da transição, quando a UE tomou a decisão de avançar para uma autonomia estratégica naquele que é o setor mais importante a nível comercial e que tem impacto em todos os outros. Os custos de transição são imensos, certo.

Atualmente, é mais barato completar a transição do que andar para trás. Aliás, economicamente seria uma idiotice assumir os custos de transição (como já foram assumidos) e depois disso desperdiçar a vantagem competitiva que eles criaram.

A segunda frase é só incorreta. Atualmente, a instalação de renováveis já é mais barata a nível de infraestrutura do que projetos petrolíferos. O custo da energia em si, já nem se fala. A energia solar e eólica já é mais barata de produzir que o carvão, ao longo dos mesmos ciclos de vida dos projetos.

Existem dois problemas nas questões das renováveis que terão de ser resolvidos em breve, e penso que há objetivos nesse sentido.

O primeiro tem a ver com os setores que não têm alternativas assumidas. Aviação e marítimo essencialmente. Como não existe um combustível alternativo que seja favorecido politicamente, continua a não existir apoios diretos para esse combustível. As empresas de cruzeiros, de pesca e de aviação não vão simplesmente optar e investir massivamente em hidrogénio ou em e-kerosene para daqui a 5 anos o mercado ditar que a tecnologia a usar será outra e todo esse investimento cai por terra.

O segundo tem a ver com as grids para levar energia a todos os pontos da Europa, em que podes produzir solar em Espanha e essa mesma energia chegar às zonas rurais da Bulgária, se for preciso. Nesse aspeto, já vi que a Comissão Europeia propõs um aumento massivo de apoio para completar a grid até 2030, e portanto é algo que em breve deve estar resolvido e que irá aumentar ainda mais a procura por fontes próprias.




O Irão há vários anos que já deixou o dólar, devido às sanções. O yuan é a principal moeda para eles.
A Arábia Saudita já tem um acordo parcial com a China para negociações em yuan.
Quanto mais isolacionistas se tornam os EUA e mais tensões criarem, mais o dólar desvaloriza. As outras moedas tornam-se logo mais apetecíveis, e a China, queiramos ou não, é o grande concorrente comercial. Não é uma questão de tomar lados, é ver o que está a acontecer.
Os EUA estão em claro declínio económico, qualquer economista sabe isso.
Esta ultra violência nas relações com o exterior é um sintoma claro disso.
 

SUPERMLY

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14 Setembro 2017
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A tua querida "transição energética" vai significar apenas o fim do transporte individual, que ficará reservado unicamente para os ricos, como nos países do terceiro mundo hoje e em toda a parte até aos anos 50.
Não é possível construir painéis fotovoltaicos nem ventoinhas sem combustíveis fósseis, e a construção e manutenção de barragens também depende dos combustíveis fósseis.
Pensar que podemos substituir os actuais 1,5 mil milhões de veículos a combustão interna por eléctricos é um completo delírio. Nem sequer existem matérias-primas suficientes no mundo para isso. Já para nem falar do facto óbvio de nenhuma rede eléctrica estar preparada para fornecer toda essa electricidade.

Com toda a "transição energética" dos últimos 20 anos, os combustíveis fósseis continmuam a representar 80% da energia consumida no mundo. Quando o petróleo deixar de correr, só há dois cenários possíveis: Haiti ou Mad Max. Pessoalmente, prefiro o cenário Haiti.
Já para não falar na necessidade de energia elétrica se tudo fosse electrificado além da infraestrutura de transporte.
Os hidrocarbonetos foram olhados para o lado errado da equaçao.
O problema não está no combustível mas no motor que não consegue a reacção completa
 

Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
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Já para não falar na necessidade de energia elétrica se tudo fosse electrificado além da infraestrutura de transporte.
Os hidrocarbonetos foram olhados para o lado errado da equaçao.
O problema não está no combustível mas no motor que não consegue a reacção completa
Não sei se é possível melhorar muito a eficiência energética dos motores a CI, tem de haver sempre perdas, a entropia não perdoa.
Sem combustíveis fósseis não haveria civilização industrial, e neste momento sem eles também não haveria forma de alimentar 8 mil milhões de pessoas.
A situação criada no Médio Oriente foi o mesmo que dar um tiro no pé, de bazuca.
O principal problema do petróleo é que é um bem finito num planeta finito, mas cuja população humana mais do que duplicou nos últimos sessenta anos.
 

Panda Azul e Branco

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VCS não param de mentir.
A divida pública dos EUA é de 36 trilioes de dólares.
A exposição à China não chega a 800 biliões.
Ou seja nem atinge 2%( precisamente 1.94%)
76% da dívida está em players internos.
Apenas 24% está em players externos.
A China nem é o player externo com mais dívida( Japão)
OK, errei, não é à China é ao Japão, de resto tudo igual, e não falei em dívida pública falei em dívida externa, não cries confusões de propósito como é teu hábito.
E não é 24% é cerca de 1/3 do total da dívida pública, o que dá mais de 30% e mais de uma dezena de triliões.
Estão atolados em dívida externa estão, e as estimativas é de ficarem muito pior até 2030.
É o início do fim do império americano, marca isso, pode demorar mais tempo que o resto da minha vida ou da tua, mas vai cair como caíram todos antes e não vai demorar mais que umas décadas.
 

SUPERMLY

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14 Setembro 2017
9,375
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Não sei se é possível melhorar muito a eficiência energética dos motores a CI, tem de haver sempre perdas, a entropia não perdoa.
Sem combustíveis fósseis não haveria civilização industrial, e neste momento sem eles também não haveria forma de alimentar 8 mil milhões de pessoas.
A situação criada no Médio Oriente foi o mesmo que dar um tiro no pé, de bazuca.
O principal problema do petróleo é que é um bem finito num planeta finito, mas cuja população humana mais do que duplicou nos últimos sessenta anos.
É possivel criar hidrocarbonetos sem petróleo.
A questão.será.quando é que essa capacidade terá escala mundial.
Sobre a energia elétrica sem fusão nuclear a estagnação é inevitável
 

Panda Azul e Branco

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14 Janeiro 2025
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É possivel criar hidrocarbonetos sem petróleo.
A questão.será.quando é que essa capacidade terá escala mundial.
Sobre a energia elétrica sem fusão nuclear a estagnação é inevitável
Centrais nucleares em Portugal era "óptima" ideia.
O nosso território é tão pequenino que se houvesse um acidente muito grave ficávamos todos contaminados.
 

sirmister

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A tua querida "transição energética" vai significar apenas o fim do transporte individual, que ficará reservado unicamente para os ricos, como nos países do terceiro mundo hoje e em toda a parte até aos anos 50.
Não é possível construir painéis fotovoltaicos nem ventoinhas sem combustíveis fósseis, e a construção e manutenção de barragens também depende dos combustíveis fósseis.
Pensar que podemos substituir os actuais 1,5 mil milhões de veículos a combustão interna por eléctricos é um completo delírio. Nem sequer existem matérias-primas suficientes no mundo para isso. Já para nem falar do facto óbvio de nenhuma rede eléctrica estar preparada para fornecer toda essa electricidade.

Com toda a "transição energética" dos últimos 20 anos, os combustíveis fósseis continmuam a representar 80% da energia consumida no mundo. Quando o petróleo deixar de correr, só há dois cenários possíveis: Haiti ou Mad Max. Pessoalmente, prefiro o cenário Haiti.
Para substituir uma milha cúbica de petróleo precisarias disto:

Seguramente que te lembras na decada de 80-90 dizia-se que o petroleo iria acabar em 40 anos, passados 40 anos diz-se que as reservas dão para 50 anos, isto para dizer que não há ninguem vivo que vá ver o petroleo deixar de correr, todos os anos se descobrem reservas e a tecnologia permite extrair petroleo que não compensava.

Quanto á transição energetica, o solar é uma opção brutal para paises com sol, numa logica descentralizada, e é uma aposta economicamente muito viavel porque o preço dos paineis está muito baixo e as baterias tambem.

E isso pode ser integrado com a mobilidade eletrica, os chineses tem carros eletricos por menos de 5 mil euros, fazem 150km com uma baterias de 20 kwh, e tens já scooters em portugal com preços competitivos que tambem fazem 150 km com 8 kwh de baterias.

Em termos de mobilidade dá para tornar isto barato.

Não sei se é possível melhorar muito a eficiência energética dos motores a CI, tem de haver sempre perdas, a entropia não perdoa.
Sem combustíveis fósseis não haveria civilização industrial, e neste momento sem eles também não haveria forma de alimentar 8 mil milhões de pessoas.
A situação criada no Médio Oriente foi o mesmo que dar um tiro no pé, de bazuca.
O principal problema do petróleo é que é um bem finito num planeta finito, mas cuja população humana mais do que duplicou nos últimos sessenta anos.
A toyota tem hibridos a fazer medias de 3,5 l/100.
 

Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
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É possivel criar hidrocarbonetos sem petróleo.
A questão.será.quando é que essa capacidade terá escala mundial.
Sobre a energia elétrica sem fusão nuclear a estagnação é inevitável
Mesmo que ganhem escala, acho que os combustíveis sintéticos nunca vão ser competitivos em matéria de preço. E uma economia de crescimento só é possível com energia barata e abundante.