Um tipo tem umas acções e conhece um americano que quer comprar as acções dele e mais umas quantas...
Como é um tipo hábil, consegue comprar as acções que precisava a uns amigos e no caminho consegue vender essas acções ao tal americano, que compra lixo ao preço do ouro...
Pergunta:
Que crime é que está em causa nesta operação? (segundo o cm é o "crime de abuso de segredo"... alguém conhece)
O CEO da empresa, que sabe que o tipo que tem as acções está à procura de dinheiro, decide ajudá-lo!
De forma a evitar uma presença hostil (que nunca seria OPA...) no CA, "ajuda" o tipo das acções a encontrar um parceiro, que possa vir a cooperar com a própria empresa!
Aqui, só vejo problemas se as acções do CEO estiverem incluídas no bolo ...
Noutra área, o CEO da empresa decide comprar uns marretas e pagar comissões sobre eles; o tipo que recebe as comissões, opta por comprar uns apartamentos a empresas do universo empresarial do CEO da empresa! Se tudo isto tiver sido feito a "preços de mercado", não consigo entender que crimes óbvios é que são cometidos em tudo isto!
E, no meio de tudo isto, que cheira mal, muito mal mesmo (excluo a OPA por motivos óbvios...), as conclusões precisam de saltos quânticos...
O que tem a sua originalidade, porque saltos quânticos em situações destas parecem óbvios ao universo, mesmo quando se fala em "crimes de abuso de segredo"... e polvilhados por escutas de 3 anos... mas, quando um árbitro se queixa da nota e o mesmo CEO diz que se tem de sar "cabo da nota" e a nota é mesmo reduzida ao menor valor de sempre, já não está em causa o crime, já não está em causa a solvabilidade do sistema, as investigações arrastam-se por 2 milénios e os saltos quânticos são impossíveis, porque o nexo de causalidade é imperioso!
É muito difícil entender...