Setembro de 2024, o culpado já não é o VB há muito tempo.
Podem vir para aqui com união de grupo, mérito e o diabo a quatro, dos reforços que chegaram, dois estão cá há uma semana e o outro conhece a casa perfeitamente. O Namasso nem no Boavista e o Pepê é mais do mesmo, fraco a tender para o fraquíssimo.
O jogo de hoje foi preparado à imagem do ex-treinador. O Porto não existiu depois dos 15 minutos. Toda a gente via que a equipa precisava de mudanças, mas o treinador insistiu em manter os mesmos jogadores ao intervalo. A equipa continuou a não render e ele a insistir, até que o cérebro do Otávio desligou e aconteceu o que já podia ter acontecido há mais tempo.
É deixar os tiques do SC de lado, meter os reforços a titular e mandar para a equipa B o Borges que não merece estar na equipa principal e perdemos uns bons milhões porque o pianista achava que ia singrar.
Os amigos do treinador e os mais sensíveis que me desculpem, mas ou o VB muda muito ou não tem condições para fazer mais do que uma época.
Muitos dos vícios do antigo treinador continuam bem presentes, escolhas ridículas dos onze, substituições estapafúrdias (está visto quem vetou a saída do Franco) e o futebol continua a não ser das melhores coisas que já se viu.
Em Guimarães é sentar o Otávio, Pepê e Namasso, se continuar com estes três bem que pode esfregar a meritocracia onde o sol não brilha.
Temos como treinador principal um adjunto fraquinho, sem qualquer competência para ocupar o lugar. Os erros são sempre os mesmos e o discurso é sempre igual. É bonito para quem gosta de Saramago, mas o futebol não é para andarmos com literatura e discursos bonitos.
A equipa joga mal quase todas as primeiras partes, as substituições nunca acontecem quando devem e quando as faz é de forma completamente disparatada.
Não pode ser o treinador contra o Arouca.
Continuo a achar que foi o maior erro do AVB apostar num treinador sem qualidade para treinar uma equipa com esta dimensão e exigência.
Convém começar a jogar logo de início, não vai haver sempre uma expulsão ou um golo aos 48 minutos para embalar para uma segunda parte completamente diferente da primeira.
Os jogos têm 90 minutos e a equipa parece ainda não saber isso, é habitual com este treinador não se jogar numa das partes.
