É preciso que seja ele a comandar o planeamento do plantel e do grupo que estará no Mundial e na época 25/26.A questão da sua saída coloca-se como se coloca em todos os treinadores que não vencem. Vai ser jogo a jogo, ambiente a ambiente, decisão a decisão. Nunca se sabe se de hoje para amanhã não rebenta um qualquer escândalo de balneário que obrigue o Presidente a despedir o treinador.
A minha convicção é que vamos vencer os próximos três jogos um pouco à rasca como tem sido o habitual e isso dará margem ao Presidente para segurar o treinador, depois no Mundial logo se vê. Se acabarmos o grupo com 0 pontos e uma campanha miserável, por mais que seja um treinador de projeto, o Presidente não terá condições para o manter. Se fizer no Mundial o mínimo exigível, aí sim terá margem para aguentar e começar a época.
Depois, mediante a prestação da equipa, já poderá AVB avaliar o seu desempenho e decidir na sua continuidade ou não.

