A 2a season é bastante boa. A 1a é algo insonsa.MiguelDeco disse:Master of none também é uma das melhores coisas que apareceu nestes últimos tempos.
Ando a ver Bojack Horseman e o Rick&Morty.
A 2a season é bastante boa. A 1a é algo insonsa.MiguelDeco disse:Master of none também é uma das melhores coisas que apareceu nestes últimos tempos.
eu só vejo a parte do brilhante.. mas como a série me diz imenso em termos emocionais entendo esse tipo de sentimento naqueles ep. mais psicadélicos.Y_Chippo disse:Alguem anda a ver a 3a temporada do Twin Peaks?
Oscila entre o brilhante e o frustrante. O Lynch e muito marado.
Para mim, a parte frustrante nao esta no psicadelico. Alias, achei aquele episodio surrealista da bomba atomica que explica a criacao do Bob e dos woodsmen (salvo erro o 8) absolutamente brilhante. Tao bom, que quis reve-lo no dia seguinte.MiguelDeco disse:eu só vejo a parte do brilhante.. mas como a série me diz imenso em termos emocionais entendo esse tipo de sentimento naqueles ep. mais psicadélicos.
Mas é por aí que eu acho que a série continua brilhante. É que passaram 25 anos e o espírito da série parece que apenas esteve congelado uns anos e agora volta exatamente igual. O misticismo, o surrealismo em doses perfeitas. E para mim que venerava as primeiras temporadas, sempre tive algum receio desta nova abordagem. Mas lá está, quer na forma como a história voltou a surgir, quer na delicadeza com que vais recordando as personagens antigas (sem que tu tenhas a sensação de que te estão a impingir algo), quer no absoluto non sense propositado de algumas cenas, tudo para mim faz desta nova temporada a série do ano, a par com a Fargo e com a Better cal saul. A não linearidade das personagens eu julgo que está intrinsecamente ligada à personalidade do próprio Lynch, que também é tudo menos um pessoa linear.Y_Chippo disse:Para mim, a parte frustrante nao esta no psicadelico. Alias, achei aquele episodio surrealista da bomba atomica que explica a criacao do Bob e dos woodsmen (salvo erro o 8) absolutamente brilhante. Tao bom, que quis reve-lo no dia seguinte.
O problema e que algumas storylines nao avencam. Bem sei que o Lynch faz isso de proposito, mas ha coisas (DOUGIE!!) que por vezes me tiram um pouco do serio.
Por outro lado, adoro a forma como se tem feito a introducao as personagens - muito raramente sao lineares e deixam tudo em aberto. A Audrey e um excelente exemplo.
E que eu não consigo entend$r porque raio é que o autor aceitou tamanha barbaridade. A piada das coisas por vezes está no tempo em que se espera pelas mesmas, pelo que esta vertigem por decisões, por um final a mim faz-me imensa confusão.Miguel Alexandre disse:Tirando esta ultima serie que saiu primeiro a serie do que o livro (o que para mim é surreal e desvirtua a obra do George R.R. Martin que é um génio).
Concordo perfeitamente, e tambem sou adepto da abordagem nonsense em tracos gerais. Achei aquela cena que nos brindou com 3 minutos de um gajo a limpar o chao no Roadhouse absolutamente deliciosa.MiguelDeco disse:Mas é por aí que eu acho que a série continua brilhante. É que passaram 25 anos e o espírito da série parece que apenas esteve congelado uns anos e agora volta exatamente igual. O misticismo, o surrealismo em doses perfeitas. E para mim que venerava as primeiras temporadas, sempre tive algum receio desta nova abordagem. Mas lá está, quer na forma como a história voltou a surgir, quer na delicadeza com que vais recordando as personagens antigas (sem que tu tenhas a sensação de que te estão a impingir algo), quer no absoluto non sense propositado de algumas cenas, tudo para mim faz desta nova temporada a série do ano, a par com a Fargo e com a Better cal saul. A não linearidade das personagens eu julgo que está intrinsecamente ligada à personalidade do próprio Lynch, que também é tudo menos um pessoa linear.
Vou ser do contra... Naaa.Y_Chippo disse:The Wire, amigos. The Wire esta a anos-luz de todas as outras![]()
também me faz confusão a mim, principalmente porque tenho a imagem do Dougie das primeiras temporadas. Deverá no entanto acontecer algo que o fará "acordar". Esperemos. O que eu acho que é perfeito em termos de nonsense são muitos dos diálogos tidos pelos polícias. É uma verdadeira moca por vezes.Y_Chippo disse:Concordo perfeitamente, e tambem sou adepto da abordagem nonsense em tracos gerais. Achei aquela cena que nos brindou com 3 minutos de um gajo a limpar o chao no Roadhouse absolutamente deliciosa.
O que me mete confusao e mesmo a storyline do Dougie. Estou a gostar tanto de todo o resto, que sinto que me rouba minutos de outras storylines (tipo a da Shelly/Bobby e respectivo rebento). Mas e mesmo uma questao de gosto pessoal.
Haha. Sim, os irmaos Fusco. Muito bom. Tambem gosto muito daquele quinteto dos irmaos Mitchum e das tres "acompanhantes".MiguelDeco disse:também me faz confusão a mim, principalmente porque tenho a imagem do Dougie das primeiras temporadas. Deverá no entanto acontecer algo que o fará "acordar". Esperemos. O que eu acho que é perfeito em termos de nonsense são muitos dos diálogos tidos pelos polícias. É uma verdadeira moca por vezes.
Eu também pensei o mesmo. E pensei que o centro da história fosse gravitar o mesmo local das outras edições, com uma ou outra fuga. Mas aconteceu tudo ao contrário, o que quem conhece o Lynch já poderia antecipar, e no entanto o lado místico de tudo aquilo continua lá, e isso é que eu pensei mesmo que ele não fosse conseguir manter. Mas conseguiu e ainda bem que existe espaço para criação e genialidade no panorama artístico actual sendo que isso será cada vez mais raro.Y_Chippo disse:Haha. Sim, os irmaos Fusco. Muito bom. Tambem gosto muito daquele quinteto dos irmaos Mitchum e das tres "acompanhantes".
Confesso que estava com a esperanca que o plot central se baseasse nas personagens antigas do TP, mas adorei a forma como o Lynch pintou a trama com personagens novas muito interessantes.
Verdade. Mas sabes de que sinto falta? Do score do Badalamenti...um pouquinho mais de sintetizadores nunca fez mal a ninguem.MiguelDeco disse:Eu também pensei o mesmo. E pensei que o centro da história fosse gravitar o mesmo local das outras edições, com uma ou outra fuga. Mas aconteceu tudo ao contrário, o que quem conhece o Lynch já poderia antecipar, e no entanto o lado místico de tudo aquilo continua lá, e isso é que eu pensei mesmo que ele não fosse conseguir manter. Mas conseguiu e ainda bem que existe espaço para criação e genialidade no panorama artístico actual sendo que isso será cada vez mais raro.
Sou-te sincero, adoro o universo Batman e tudo o que tenha a ver com ele. Excepto Gotham...vi a primeira temporada e não me puxou minimamente a continuar.FCPorto1989 disse:Estou a pensar ver mais a sério (já vi uns episódios aqui e ali) Gotham....vale a pena?
O Lynch como vocês ja se aperceberam (porque ja percebi que tanto tu como o MiguelDeco sao reais apreciadores) está a construir uma nova forma de fazer TV e de ver TV, ele força o espectador a determinados sentimentos por vezes de ansia e frustrantes.Y_Chippo disse:Para mim, a parte frustrante nao esta no psicadelico. Alias, achei aquele episodio surrealista da bomba atomica que explica a criacao do Bob e dos woodsmen (salvo erro o 8) absolutamente brilhante. Tao bom, que quis reve-lo no dia seguinte.
O problema e que algumas storylines nao avencam. Bem sei que o Lynch faz isso de proposito, mas ha coisas (DOUGIE!!) que por vezes me tiram um pouco do serio.
Por outro lado, adoro a forma como se tem feito a introducao as personagens - muito raramente sao lineares e deixam tudo em aberto. A Audrey e um excelente exemplo.
Procura no youtube o Heartbreaking do Badalamenti...o final do episodio onde o Dougie está a comer Cherry Pie com os Motichum Brothers e fica hipnotizado a ouvir o pianista...tema soberbo.Y_Chippo disse:Verdade. Mas sabes de que sinto falta? Do score do Badalamenti...um pouquinho mais de sintetizadores nunca fez mal a ninguem.
Vikings?kal-el disse:Fds, desde Sherlock e Game of Thrones, nunca mais saiu uma série de jeito...
Alguém recomenda alguma coisa nova, com mais de 8,7 no IMDB?
PS. Mr. Robot está fixe.