e deu..A relação do Herzog com o Kinski é que dava um filme.

e deu..A relação do Herzog com o Kinski é que dava um filme.
Que chorrilho de asneiras, para não variar um bocado.Resumindo as últimas Páginas:
- Um Black a fazer Romeu é woke. O Marco Aurélio a falar inglês não é woke.
- A Rey sovar o Kylo Ren é woke. O Luke rebentar com a Death Star com umas semanitas de treino não é woke.
Epa...isto vindo dum gajo como tu q conhece até é estranho.Voltemos ao cinema então.. Eu sei que gostas de cinema, e julgo que aprecias, como eu, a obra do herzog.. Que dizes deste filme..??
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Aguirre, la colère de Dieu (1972) ⭐ 7.8 | Action, Adventure, Biography
1h 35m | Tous publicswww.imdb.com
É um grande filme ou não? que importância teve o facto do Aguirre ser o Kinski? Deixa de ser um grande filme porque o realizador escolheu um alemão para fazer a obra?
Visualizar anexo 35171
É isso que discute hoje em dia quando vemos o papel genial que ele teve? Não, é óbvio que não.
Bem,Acho q não estás a ser sério. Há um padrão evidente e assumido. Não é circunstancial.
O cinema na sua maior parte é refém do filtro político imposto. Arte refém de política é uma merda e um péssimo sinal para uma democracia.
Nos bolcheviques e no 3 reich era assim ou respeitava as regras ou não havia guita.
Todos vêem isto cada um relativiza o q quiser.
A arte vai sobreviver a todas estas infantilidades
Como não estou a ser sério?Acho q não estás a ser sério. Há um padrão evidente e assumido. Não é circunstancial.
O cinema na sua maior parte é refém do filtro político imposto. Arte refém de política é uma merda e um péssimo sinal para uma democracia.
Nos bolcheviques e no 3 reich era assim ou respeitava as regras ou não havia guita.
Todos vêem isto cada um relativiza o q quiser.
A arte vai sobreviver a todas estas infantilidades
Obviamente que os números estão altamente martelados.![]()
Tu falas como se a igualdade e a diversidade fossem coisas más e comparáveis à máquina de propaganda bolchevique de superioridade do povo soviético.Epa...isto vindo dum gajo como tu q conhece até é estranho.
Esquece 50 ou 40 anos atrás. daqui a pouco estamos a falar do pátio das cantigas.
Os poderes e onde se escondem são muito mais rápidos q nós, as comparações entre anos ja sao dificeis quanto mais décadas.
Há um padrão, um "engenharia social" em TUDO o q é conteúdo, cinema, TV, anúncios (vejam bem)...há um pastorear do gado.
É uma forma de achincalhar o intelecto.
Levo esta moda ridicula no cinema como levo os anúncios da Mercedes ou do McDonalds com slogan de igualdade e diversidade.
É o capitalismo a escolher quem domesticou. A história, a cultura, as palavras! perdem o significado nas mãos desta máquina perpétua de banalidades.
O cinema actual e suas escolhas encaixa aqui.
É difícil começar.Aqui vai um chorrilho de asneiras, para não variar um bocado:
Mudar o aspecto do Romeu simplesmente para apagar a cor da pele branca dele é woke, sim. Fazer uma produção histórica falada na língua da audiência que se pretende em nada muda a relevância do assunto retratado.
E comparar um Jedi com a Death Star é ridículo. Como se bastasse a Força e um lightsaber para rebentar com aquela infraestrutura.
PORQUÊ???Mudar o aspecto do Romeu simplesmente para apagar a cor da pele branca dele é woke, sim. Fazer uma produção histórica falada na língua da audiência que se pretende em nada muda a relevância do assunto retratado.
E comparar um Jedi com a Death Star é ridículo. Como se bastasse a Força e um lightsaber para rebentar com aquela infraestrutura.
A "economia liberal" só funciona se as pessoas cancelarem a netflix porque o CEO apoiou a Kamala ou boicotarem filmes da Disney porque a pequena sereia é mestiça.Como não estou a ser sério?
Não consigo mesmo perceber a questão da cor da pele. Ou por outra, consigo perceber que isso seja uma questão se o realizador estiver exclusivamente a fazer um statment a dizer "está aqui um black onde antes estava um branco" e o resto do filme for só um adereço, percebo que se critique. Mas se for para além disso não percebo porque é que uma opção desse género retira imediatamente arte ao filme. Não percebo porque é que isso é um problema mas ao mesmo tempo substituir uma língua original já é aceitável?
Estamos a falar de estúdios privados, o financiamento vem das vendas. Se houver quem consome.... é a economia liberal a funcionar.
Fodasse impressionante.A "economia liberal" só funciona se as pessoas cancelarem a netflix porque o CEO apoiou a Kamala ou boicotarem filmes da Disney porque a pequena sereia é mestiça.
Tudo o que vem em sentido inverso chama-se "cultura de cancelamento".
Não é nada vexatório.Fodasse impressionante.
Seria a mesma coisa se o filme Prince of Pérsia tivesse uma loira de olhos azuis ou um berbere a fazer de Tonto no Lone Ranger.
Não tem sentido para forma como as coisas foram escritas.
E aparentemente essa merda é vexatório para uma actual linha de pensamento que ser inclusivo é misturar tudo numa batedeira e tá a girar.
Fodasse ser inclusivo não é meter uma pessoa de etnia africana a fazer de Afonso Henriques e um branco a fazer de imperador Irohito.
É apenas estupido
O Trump tem parecenças com um manatim.Os leões marinhos vão se passar com as tarifas.
Se não houver Mohammeds na turma dele, obviamente iria ser um caucasiano( ou outra etnia qualquer ) mas se houver tem toda a lógica que seja.Não é nada vexatório.
Vexatório era meterem um negro a fazer de Afonso Henriques e tentarem convencer que é assim, porque historicamente o Afonso Henriques era negro.
Eu não estou a dizer chegar ao Prince of Pérsia, não mudar nada na história e só alterar o género da personagem. Tem que haver um trabalho de adaptação também a nivel do argumento.
Mas a arte e a performance sempre foi comunicar emoções, ideias e experiências, quebrar expectativas, questionar normas, provocar mudanças de pensamento e comportamento, provocar emoções, estimular o pensamento crítico, encarnar uma personagem. O que me estás a dizer é que se houver uma peça de teatro na escola do meu filho do meio, em que o Afonso Henriques se ia encontrar com um rei árabe e houvesse dois alunos para a peça, logo à partida o Vicente ia fazer de Afonso e o Mohammed de rei árabe. É que nem havia outra opção.
4d chess![]()
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por acaso o actor do Prince of Pérsia foi o Jake Gyllenhaal que é branco e até tem olhos azuis...Fodasse impressionante.
Seria a mesma coisa se o filme Prince of Pérsia tivesse uma loira de olhos azuis ou um berbere a fazer de Tonto no Lone Ranger.
Não tem sentido para forma como as coisas foram escritas.
E aparentemente essa merda é vexatório para uma actual linha de pensamento que ser inclusivo é misturar tudo numa batedeira e tá a girar.
Fodasse ser inclusivo não é meter uma pessoa de etnia africana a fazer de Afonso Henriques e um branco a fazer de imperador Irohito.
É apenas estupido
Pormenorespor acaso o actor do Prince of Pérsia foi o Jake Gyllenhaal que é branco e até tem olhos azuis...
e que eu saiba não houve um choro mundial e gajos a de 40 anos anti-woke a fazer videos por causa disso...