Economia Internacional

luchogonzalez27

Bancada central
31 Julho 2025
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Não é que seja dificil de perceber, mas a França que recebeu 1M de imigrantes Portugueses mostra bem a diferença entre tipos de imigração diferentes.

A extrema esquerda é o maior inimigo da esquerda, fazem passar por gente decente e colam-se aos partidos de esquerda, e em portugal o PS caiu no engodo anda a normalizar chalupas como o Rui Tavares ou a Mariana Mortagua, meteu o PNS e a Leitão como caras do Partido e ficou atrás do Chega, vamos ver quanto tempo leva até se levantar disto, se é que consegue. Nisso o Montenegro esteve sempre bem ao não normalizar a extrema direita.
Não existe extrema direita no parlamento português. Nem extrema esquerda.

São apenas partidos fracos, sem quadros, sem ideias para o país, que dizem um bando de porcarias que nem eles próprios muitas vezes acreditam.
 

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Tribuna Presidencial
25 Julho 2007
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ó...
não vais dizer que ele é esquerdalho, pois não?

isso foi só mais um grift para agradar aos fãs muçulmanos,
que são muitíssimos mais que os judeus...

mas ele pode dizer o que quiser, desde que nunca diga mal do Trump, vai continuar a ser herói.
Alias, ele não é agora muçulmano?
 

Cheue

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12 Maio 2016
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Nao se pode estar sempre a olhar para trás ou nunca sairemos da cepa torta.

E depois a extrema esquerda gosta é de desvalorizar o seu proprio povo em defesa de causas estrangeiras e isso é algo que nao consigo mesmo entender.

Depois sao apanhados em incoerencias que só dá para rir. A França é um bom exemplo com o seu partido de extrema esquerda.

Ha uns dias houve o habitual festival de destruiçao nas ruas de Paris após a final da Champions. No seguimento disso começou-se a falar da possibilidade dos energumenos que "fazem a festa" a queimar e destruir tudo pagarem do proprio bolso, inclusivamente a familia (que é de onde tem de vir a educaçao).
Ai nao isso nao pode ser diz-nos a extrema esquerda. Os pais e irmaos/irmas nao podem pagar por conta de uma pessoa. Que muitas vezes já em situaçoes precarias e que ficariam ainda pior.

Mas depois, ironia das ironias, os mesmos estao completamente contra a ideia de acabar com a centena de milhoes que a França dá todos os anos à Argélia como "ajuda ao desenvolvimento" que nao passa de uma forma de culpabilidade por conta de coisas de ha décadas/séculos atrás.

Ou seja, fazer pagar palhaços (ou pais deles... ou tirar subsidios) que vao para a rua com o unico proposito de espalhar o caos nem pensar (a maioria dessa malta sao o seu eleitorado muçulmano deles por isso acabam por ser coerentes neste aspecto loles).
Mas o contribuinte francês de hoje em dia ter de pagar impostos para financiar a Argélia por conta de historias passadas e cuja responsabilidade dos contribuintes é nula, ai tasse bem.

A esquerda precisa do caos e da pobreza generalizada. Quanto mais melhor, é nesse ambiente que eles mais lucram politicamente e pessoalmente por serem os supostos representantes/defensores dos pobres que eles tanto querem manter pobres.

Até ao dia em que as pessoas disserem basta. A subida da direita mais radical um pouco por todo o lado nao é obra do acaso. Mas a malta de esquerda (mais ou menos radical) está demasiado ocupada em reduzir tudo ao racismo para gáudio do seu eleitorado alvo.
- como é que se ia obrigar pessoas a pagar os estragos causados por pessoas maiores de idade? e isso é justo como?

- dizer que há um objectivo politico de que as pessoas sejam pobres é um bocado para o parvo, alguém acredita nisso? (pelos vistos sim, visto que é repetido constantemente)
o objectivo de um PCP é que as pessoas sejam pobres? tipo, eles pensam que o que defendem é para empobrecer as pessoas de propósito? 'ah e tal' passam a vida a falar só de subir salários, mesmo quando não faz sentido, não falam de outra coisa, mas no entanto querem as pessoas pobres...intencionalmente...para votar neles...o que nem acontece...

isso está ao nível de dizer algo tipo: "nós somos a favor de coisas boas e eles são a favor de coisas más".
acho que se pode defender 0 do que um PCP e companhia defendem e mesmo assim dá para ver isso...


- quem é que é mais obcecado com raça? a esquerda radical ou a direita radical?
 
5 Janeiro 2026
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"O cHegA nÃo é uM pArTidO dE ExTrEmA DiReiTa"

Nos finais de junho de 2023 foi publicado um insuspeito Relatório americano sobre grupos de ódio, o qual coloca o Chega ao lado de grupos neonazis. Com efeito, segundo o referido relatório do Projeto Global Contra o Ódio e Extremismo (GPHAAE), tanto o Chega com a sua juventude partidária são postas lado a lado de organizações como o Movimento Nacional Nacionalista, Hammerskins ou os Proud Boys. Esses grupos de extrema –direita radical são anti-imigração, nacionalistas brancos, anti-LGBTQ+, neonazis, antimulheres, anticiganos e conspirativos, desenvolvendo atividades que “menorizam, assediam ou inspiram violência contra pessoas com base nos seus traços de identidade”.

O Chega é caracterizado como um partido “anti-imigração, antimulheres, anti-LGBTQ+, anticiganos e conspirativo”. Por sua vez, no entender do GPAHE, a juventude do Chega apoia a “supremacia branca e a misoginia”, elogia o “regime salazarista” e defende o “fascismo”. Em suma, o Chega apresenta 5 características elementares: racismo, misoginia, homofobia, salazarismo e fascismo (considerando que o nazismo é a forma mais extremista do fascismo). É esta a matriz ideológica do Chega.

Para quem não sabe ou anda distraído (embora seja uma minoria, há quem seja convictamente racista, misógino, homofóbico, salazarista e ou fascista), vejamos a definição desses conceitos:

Racismo – consiste no preconceito e na discriminação social com base em diferenças biológicas entre pessoas e povos. Defende a existência de diferentes raças humanas, as quais devem ser consideradas superiores ou inferiores de acordo com determinadas características, habilidades ou qualidades comuns herdadas. Nesta perspetiva os elementos das diferentes raças devem ser tratados de forma distinta. O racismo foi a base política e ideológica da conquista europeia do continente americano, do processo de colonização de África, Ásia e Austrália e de diversos genocídios cometidos como o Holocausto.

São vários os exemplos de atitudes racistas por parte do Chega. Só para dar alguns: na sequência do assassinato com motivações racistas do jovem negro, Bruno Condé, em Moscavide, em 2020, o líder do Chega promoveu uma manifestação nacional com o lema “Portugal não é racista”, fazendo-se fotografar enquanto fazia a saudação nazi; durante a pandemia o Chega apresentou uma proposta para um confinamento especial para a comunidade cigana; André Ventura defendeu a deportação da deputada negra Joacine Katar Moreira para a Guiné-Bissau; defendeu os ataques racistas de que Moussa Marega, jogador do Futebol Clube do Porto, foi vítima; e o deputado foi condenado pelo tribunal, em 2021, a retratar-se publicamente por acusações difamatórias contra uma família de cidadãos negros residente no Bairro da Jamaica, no Seixal.

Misoginia – é a repulsa, desprezo ou ódio contra as mulheres e que se centra numa visão sexista, que coloca a mulher numa relação de subalternidade em relação ao homem. O desprezo ou ódio dirigido às mulheres está relacionado diretamente com a violência contra si praticada.

Um dos exemplos mais gritantes da misoginia do Chega foi quando no seu II Congresso, em Évora, um dos delegados apresentou uma moção, que foi derrotada, que propunha a remoção dos ovários das mulheres que recorressem à Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) no Serviço Nacional de Saúde.

Homofobia – é a aversão e a atitude negativa, geradora de violência, discriminatória ou preconceituosa em relação a pessoas homossexuais (atração pelo mesmo sexo ou género). Em 1998 a ativista e líder dos direitos civis, Coretta Scott king, declarou que “a homofobia é como o racismo, o anti-semitismo e outras formas de intolerância na medida em que procura desumanizar um grande número de pessoas, negar a sua humanidade, dignidade e personalidade”.

Embora André Ventura diga que defende o casamento entre pessoas do mesmo sexo (muito a custo) é conhecida a hostilidade do Chega aos elementos e comunidades LGBTIQ+.

Salazarismo – foi o regime ditatorial que existiu no nosso país, entre 1933 e 1974, sendo também conhecido como “Estado Novo”. O termo “salazarismo” deve-se ao ditador António de Oliveira Salazar que foi chefe do governo entre 1932 e 1968. O regime salazarista caracterizou-se pela imposição da censura, anticomunismo, perseguição aos opositores políticos e sindicais, grande concentração de poder nas mãos do líder, proibição de todos os partidos políticos, com exceção da União Nacional, imposição do corporativismo, defesa do colonialismo, exaltação dos valores tradicionais e dos ideais conservadores sob o lema “Deus, pátria e família”. O salazarismo adotou diversas características do fascismo italiano.

São bem conhecidas as simpatias que muitos dirigentes do Chega nutrem por Salazar e o seu regime anterior ao 25 de abril. Um desses dirigentes é o atual deputado e principal ideólogo do Chega, Diogo Pacheco Amorim, também um dirigente histórico da extrema-direita portuguesa, tendo pertencido ao Gabinete Político da organização terrorista Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), responsável por vários atentados a seguir ao 25 de Abril de 1974. Por outro lado, o Chega adotou o lema de Salazar e acrescentou-lhe o “trabalho”, no seu IV Congresso Nacional, em Viseu, em 2021: “Deus, pátria, família e trabalho”.

Fascismo – é uma ideologia política de extrema-direita ultranacionalista e autoritária e que assenta no poder ditatorial, repressão da oposição pela força e forte arregimentação da sociedade e da economia. Opõe-se à democracia eleitoral e à liberdade política e económica, ao marxismo, socialismo e comunismo. Surgiu na Itália nos inícios do século XX com a fundação do Partido Nacional Fascista por Benito Mussolini.

São conhecidas as ligações do Chega a partidos de extrema-direita de cariz fascista, encontrando-se filiado no partido europeu “identidade e Democracia”, do qual fazem parte a Liga de Matteo Salvini, Itália, o Reagrupamento Nacional de Marine Le Pen, França e o Alternativa para a Alemanha (AFD).
 
10 Março 2020
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  • José Maria Pedroto
  • André Villas-Boas
  • Jorge Costa
Em vez de arrastar isto já podia ter limpado o cebo a quem tem que limpar. Andamos há 3 meses nesta brincadeira do gato e do rato.
 

Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
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Li uma notícia engraçada em que a maior parte da comunidade LGBTQ mais uma carrada de letras que nao sei de cor, já vota na sua maior parte no dito partido da extrema direita alemã......

Isto falando do crescimento das ditas extremas direitas.
Mais engraçado ainda é que a líder do partido de "extrema-direita" é uma lésbica casada com uma mulher do Sri Lanka adoptada em criança por um casal suiço.
O mundo ideológico está de pernas para o ar! Muitos dos velhos rótulos aplicados à direita (belicismo, racismo, xenofobia, homofobia, conservadorismo nos costumes) aparecem todos trocados no caso da AfD. Vá-se lá perceber!
Visto de longe, porque não acompanho a política alemã, eu diria que a principal característica de direita que a afD tem é o nacionalismo. São anti-UE, mas isso também o PC e o Berloco são, ou pelo menos eram há trinta anos (não tenho acompanhado os últimos desenvolvimentos)
Na minha opinião, o nacionalismo é o único adversário politico do globalismo financeiro. A "diferença" é entre ser governados por nacionalistas/populistas/autocratas como Salazar, Khadafi, Chavez, Putin, Orban, ou pelas bolsas de Nova Iorque, Hong Kong, Londres etc. Nos tempos que correm, venha o diabo e escolha.
 
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Manageiro de futból

Tribuna Presidencial
25 Julho 2007
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Mais engraçado ainda é que a líder do partido de "extrema-direita" é uma lésbica casada com uma mulher do Sri Lanka adoptada em criança por um casal suiço.
O mundo ideológico está de pernas para o ar! Muitos dos velhos rótulos aplicados à direita (belicismo, racismo, xenofobia, homofobia, conservadorismo nos costumes) aparecem todos trocados no caso da AfD. Vá-se lá perceber!
Visto de longe, porque não acompanho a política alemã, eu diria que a principal característica de direita que a afD tem é o nacionalismo. São anti-UE, mas isso também o PC e o Berloco são, ou pelo menos eram há trinta anos (não tenho acompanhado os últimos desenvolvimentos)
Na minha opinião, o nacionalismo é o único adversário politico do globalismo financeiro. A "diferença" é entre ser governados por nacionalistas/populistas/autocratas como Salazar, Khadafi, Chavez, Putin, Orban, ou pelas bolsas de Nova Iorque, Hong Kong, Londres etc. Nos tempos que correm, venha o diabo e escolha.
A extrema direita está na mesma a ser utilizada pelo globalismo financeiro. Não tenhas ilusões. Mas agora chama-se Musk, Thiel e esses tech bros todos.
 

Manageiro de futból

Tribuna Presidencial
25 Julho 2007
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Depende dos paises suponho. Eu nao conheço a dinamica em todo o lado mas em relaçao à França (e pelos vistos tambem no UK) que é a que mais acompanho, nao ha duvidas de que a obsessao com "raça" vem da esquerda radical.
Isso é estranho quando vês notícias recentes de Belfast em que os negros estão a stockar bens de primeira necessidade porque têm medo de sair de casa.
 

Lucho75

Tribuna Presidencial
31 Outubro 2015
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  • Lucho González
  • Campeão Nacional 19/20
Depende dos paises suponho. Eu nao conheço a dinamica em todo o lado mas em relaçao à França (e pelos vistos tambem no UK) que é a que mais acompanho, nao ha duvidas de que a obsessao com "raça" vem da esquerda radical.
A obsessão e a insanidade sobre as questões raciais é tão grande que as pessoas negras se auto- intitulam de vítimas mesmo quando assassinam pessoas da mesma cor.

Um caso recente e gritante da insanidade sobre o racismo foi o julgamento nos EUA do assassino Karmelo Anthony que matou um jovem de 19 anos com uma facada no coração.

Pesquisem e vejam até aonde isto chegou.
 
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