E bastava isso para manifestar o apoio. A assinatura do contrato tão perto das eleições encurralou e armadilhou a nova direção que ficou "refém" dessa obrigação.Uns tempos antes até nem tinha ido dar um abraço ao presidente a quando da sua recandidatura. Era previsível de que lado estava.
Sim, não cobrou nada para se desvincular mas ainda fez ali um circo jeitoso na hora da saída que em nada abonou ao seu carácter. Um líder a sério teria sabido sair de forma digna, sem dramas, sem o peso de um contrato milionário, e teria apoiado nesta nova aventura uma pessoa que esteve ao lado dele durante anos a fio.
Mas os egocêntricos maníacos são assim...

