Carlos Restrepo que integrou o GET (Grupo de Estudo Técnico) que tratou de fazer várias análises aos participantes da Copa América e que treinou Luis Díaz na seleção sub-20:
«É preciso ter em conta o que se vê imediatamente, o jogo como tal. Depois existem estatísticas que se extraem e se estabelecem para riqueza da informação e para a análise mais justa dos jogadores. A observação direta é fundamental, se o jogador mostra habilidade, capacidade e talento, valem muito mais as imagens do que as estatísticas. E o Luis deixou esta Copa carregado de imagens, de drible, atrevimento, leitura tática, solidariedade, golos para todos os gostos, acrobacias, participações em ações de golo. São muitas coisas a somar que dispensam estatística»
«É preciso ter em conta o que se vê imediatamente, o jogo como tal. Depois existem estatísticas que se extraem e se estabelecem para riqueza da informação e para a análise mais justa dos jogadores. A observação direta é fundamental, se o jogador mostra habilidade, capacidade e talento, valem muito mais as imagens do que as estatísticas. E o Luis deixou esta Copa carregado de imagens, de drible, atrevimento, leitura tática, solidariedade, golos para todos os gostos, acrobacias, participações em ações de golo. São muitas coisas a somar que dispensam estatística»

