Há uma gestão com os jovens da formação que deve ser feita, e se o treinador coloca jogadores da formação a jogar na equipa A vai inflacionar o seu valor e dificultar a renovação, é claro que não é só responsabilidade do treinador mas teria que ser articulado com o treinador, mas o FCP é completamente amador nesta gestão, e isso custa euros ao clube e isso depois também prejudica o próprio treinador.
De acordo. Mas aí acho que tem que haver uma política bem definida por parte do clube. Como não há, não coloco a culpa no Sérgio Conceição, o Tomás fez pré-época, fez parte da equipa principal, foi para o Reading, não correu bem, regressou jogou na B, teve algumas lesões, voltou agora a ser emprestado. O treinador tem o seu papel, mas a sua principal função é fazer a equipa principal ganhar, o coletivo tem que ser sempre priorizado, se o Tomás e a família não souberam gerir as expectativas não será culpa do treinador. O clube tem psicólogos que podem ajudar os jogadores.
Mas é muito isso, a inexistência de uma política no clube para gerir a transição dos jovens formados no clube para a equipa principal, todos deviam lá chegar com uma situação contratual segura para o clube.