Sérgio Conceição - Ex Treinador

Sérgio Conceição

Sérgio Conceição

0.00

Estatísticas da Época - 2024/25


Dados completos de 2024/25

0.00 Performance da Época

Grim Reaper

Bancada central
6 Junho 2017
1,189
920
Espere bem que ele deixe cair este 4-2-4 de uma vez por todas. É um sistema que eu não gosto particularmente e prejudica médios mais criativos como o Óliver e o Paulinho. Quando jogamos contra equipas que povoam o meio-campo, sobretudo nos jogos fora de casa em campos pequenos e com o relvado mal tratado, qualquer equipa da treta consegue criar-nos problemas , ainda para mais se o Danilo não jogar ou estiver fora de forma. Com os os dois avançados titulares fora de forma, este sistema torna-se ainda mais ineficaz. No jogo contra o carnide b se formos jogar neste sistema com apenas dois homens no corredor central e o Aboubakar e Marega rebentados físicamente, corremos o sério risco de perder o jogo. 4-3-3 é o que eu peço, com o Óliver ou o Paulinho a jogarem a 10.
 

sempredragao

Tribuna
25 Novembro 2013
2,846
8,985
Conquistas
1
  • Junho/19
Espero que amanhã o Sérgio na conferência de antevisao não tenha problemas em falar dos constantes roubos que estamos sido sujeitos. Espero um Sérgio revoltado e a dar murros na mesa e dizer se quiserem entreguem as faixas a um dos clubes da 2 circular mas não brinquem com o esforço dos meus jogadores, este campeonato é uma mentira, que moral tenho eu(ele) para motivar os meus jogadores quando na dúvida ou sem ser na dúvida somos sempre prejudicados ao contrário dos outros, se houvesse justiça tínhamos no mínimo 8 pontos de vantagem. É este Sérgio que queremos e não um Sérgio em modo Nes. Temos que nos revoltar!
 

Teófilo Cubillas

Tribuna Presidencial
25 Maio 2013
5,601
4,077
dragao1616 disse:
O mês de Janeiro foi complicado para o Sérgio ...
Foi a situação com o RV , com o Abel e as desculpas ao Tondela .
Foi o Estoril , foi a Taça da Liga e a lesão do Danilo .
Mês de transferências , as promessas não cumpridas da SAD , e a falta de apoio na comunicação diária para o exterior...

São muitas situações de stress e a equipa a dar alguns sinais de desgaste .
Mercê e muito um apoio maior de todos , SAD á cabeça .
Faz falta um director desportivo mais presente em termos de exterior .

Tenho bastante receio que alguns resultados próximos não correrem bem , o próprio Sérgio também perca algum do auto controle que tem tido com sucesso .

Acho que o Casillas já não deve mais sair da baliza ... cheira-me .
Mais pensamentos sobre isto @dragao1616?

Confirmam-se, para já, os teus piores receios quanto ao SC. A forma como acariciou o banco de suplente é evidência disso.

O que achaste das contratações, nomeadamente do Osório e do Rui Costa que virá no final da época?

Qual a tua opinião sobre o petróleo e diamantes angolanos para os lados de Alvalade? É para continuar?

Neste período de transferências, ficou a ideia de que qualquer jogador que se falava para nós acabava por ser contratado por eles (Wendel, Ruben Ribeiro e até Lumor, assim como Bruno Fernandes no defeso). Raphinha sempre está certo para eles, assim como Marcelo?
 

PDuarte

Tribuna Presidencial
16 Maio 2017
11,139
8,351
Teófilo Cubillas disse:
Mais pensamentos sobre isto @dragao1616?

Confirmam-se, para já, os teus piores receios quanto ao SC. A forma como acariciou o banco de suplente é evidência disso.

O que achaste das contratações, nomeadamente do Osório e do Rui Costa que virá no final da época?

Qual a tua opinião sobre o petróleo e diamantes angolanos para os lados de Alvalade? É para continuar?

Neste período de transferências, ficou a ideia de que qualquer jogador que se falava para nós acabava por ser contratado por eles (Wendel, Ruben Ribeiro e até Lumor, assim como Bruno Fernandes no defeso). Raphinha sempre está certo para eles, assim como Marcelo?
Não querendo ser empata-fodas, mas o Rui Costa está confirmado que vem no final da época?
 

Davidoff

Bancada lateral
21 Março 2012
967
827
Acho ridículo e absurdo que ele tenha deixado de fora o Paulinho e não tenha por exemplo excluído o Otávio que está sempre lesionado ou outro qualquer.


Mas mais uma vez ele é que sabe ...
 

simao977

Tribuna Presidencial
31 Julho 2015
17,101
16,042
Conquistas
12
26
  • Pinto da Costa
  • Campeão Nacional 19/20
  • Maio/22
  • Vítor Baia
Davidoff disse:
Acho ridículo e absurdo que ele tenha deixado de fora o Paulinho e não tenha por exemplo excluído o Otávio que está sempre lesionado ou outro qualquer.


Mas mais uma vez ele é que sabe ...
Só poderiam entrar 3 jogadores novos na lista. Entrou o Gonçalo, por ser formado no clube, entrou o Osorio, devido à falta de centrais, e depois era entre o Paulinho e o Waris. O Sérgio escolheu o Waris.
 

VisceraEater

Bancada central
28 Maio 2016
2,013
1,590
37
simao977 disse:
Só poderiam entrar 3 jogadores novos na lista. Entrou o Gonçalo, por ser formado no clube, entrou o Osorio, devido à falta de centrais, e depois era entre o Paulinho e o Waris. O Sérgio escolheu o Waris.
O caminho mais fácil é criticar fácil sem chamar a razão. Acho que a tua análise é lucida e tens toda a razão.
 

simao977

Tribuna Presidencial
31 Julho 2015
17,101
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12
26
  • Pinto da Costa
  • Campeão Nacional 19/20
  • Maio/22
  • Vítor Baia
VisceraEater disse:
O caminho mais fácil é criticar fácil sem chamar a razão. Acho que a tua análise é lucida e tens toda a razão.
E isso é algo que me chateia aqui. A crítica fácil, com base no desconhecimento.
 

simao977

Tribuna Presidencial
31 Julho 2015
17,101
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26
  • Pinto da Costa
  • Campeão Nacional 19/20
  • Maio/22
  • Vítor Baia
dragO12 disse:
Posso até estar a dizer uma asneira, mas não era preferível convocar o Paulinho ao Otávio?
simao977 disse:
Só poderiam entrar 3 jogadores novos na lista. Entrou o Gonçalo, por ser formado no clube, entrou o Osorio, devido à falta de centrais, e depois era entre o Paulinho e o Waris. O Sérgio escolheu o Waris.
 

bluevertigo

Tribuna Presidencial
26 Maio 2014
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2
  • Abril/22
  • Fevereiro/20
ASCD disse:
Uma opinião do Miguel Lourenço Pereira

A crónica inadaptação que tantos pontos tem custado
Quem anda à chuva sem guarda-chuva molha-se. Quem anda de guarda-chuva quando não chove, não se molha mas o mais provável é que ganhe uma tendinite de pulso sem sentido. A vida é um processo constante de adaptação. Há treinadores que têm muita dificuldade em assumir essa realidade. Facilmente afirmam que cada jogo é um jogo mas depois, na prática, quantas vezes não vimos repetir-se o mesmo guião de uma equipa, jogando de uma mesma forma, se vê incapaz de superar rivais que jogam de uma outra forma concreta? Não se trata nem de desenho táctico, disposição de jogadores ou dos nomes dos futebolistas elegidos. Trata-se de adaptar-se a uma realidade distinta da habitual e de procurar pontos favoráveis para sair vencedor. Vila das Aves, Estoril (até ver) e Moreira de Cónegos sairam mal todas pelo mesmo motivo e em alguns outros jogos o cenário podia ter sido parecido (Santa Maria da Feira) porque o problema foi sempre o mesmo. Zero adaptação.

Sérgio Conceição tem feito milagres. É fácil esquecer isso quando levamos todo o ano à frente da classificação mas ninguém, em Agosto, podia sequer sonhar com esse cenário. Era dificil antecipar o pior ano do Benfica em largo periodo de tempo, um ano em que só o Polvo lhes permite estar a dois pontos e não a doze. E era igualmente dificil antecipar que o Sporitng, ainda que competitivo, fosse não aproveitar o investimento realizado no mercado com dinheiro que ninguém sabe muito bem de onde veio, tanto no que não teve de vender como no que acabou por contratar. Face a essa realidade, e visto o plantel disponível, a liderança é um milagre e Conceição o seu artifice. Nada a dizer a não ser aplaudir.
No entanto a liderança lograda a partir de uma ideia de jogo muito concreta – que segue a escola de Jorge Jesus ainda que, com o handicaap duplo de haver pior qualidade individual da que este teve à disposição e a ausência do guarda-chuva arbitral que deu tantas vitórias a esse  -tem esbarrado com dois problemas muito sérios. O primeiro, mais natural e evidente, é o desgaste. Num plantel curto, onde jogam sempre os mesmos, é impossível em Janeiro pressionar e recuperar o esférico com a mesma frescura que em Setembro quando o modelo de jogo não assenta em descansar com a bola e sim na procura do espaço.

Conceição começou o ano com um verticalissimo 4-2-4 em que o meio campo exercicia uma tremenda pressão sobre o rival, a dupla avançada roubava as primeiras bolas e a equipa, recuperada a posse, verticalizava cada lance – seja pelas bandas laterais, seja em passes em diagonal para as corridas de Aboubakar e Marega – e explorava, em momentos de bloqueio, as bolas paradas (na Champions, onde há menos espaços, foi um recursos fundamental). Esse modelo assentava nas caracteristicas muito especiais de alguns jogadores – desde Danilo a Marega – e sobretudo no entrosamento e estado de forma dos restantes. O Porto matava cedo os jogos e esfolava depois, sem especular, levantando os fantasmas da NESificação horizontal e temerosa que guardava o 1-0 como se fosse a virgindade de uma donzela. Esse modelo, que Jesus implementou em Portugal com êxito – com ajuda extra-desportiva de distintas naturezas – sempre encontrou um problema. Em jogos em casa e contra rivais que saem a jogar haveria sempre forma de fazer o modelo funcionar. Mas contra rivais que preferem estacionar o autocarro em casa, em campos pequenos, relvados em más condições e onde o espaço não abunda, os problemas da ideia de jogo eram evidentes. Jesus perdeu assim três campeonatos – dois com o Benfica e um com o Sporting – cedendo empates em deslocações onde a equipa era incapaz de fazer vingar o modelo, e ganhou outros quantos quando os fieis amigos de negro vieram ao resgate para evitar resultados mais embaraçosos. Resgaste que o FC Porto, já sabemos, não tem ao seu serviço. Tanto não tem que começa sempre – ou devia – a pensar que o rival já ganha por 1-0, seja por um golo mal anulado, um penalty por marcar ou uma expulsão ou duas perdoadas pelo VARissimo de serviço. Nesse contexto, como Vitor Pereira demonstrou, o FC Porto que era fiel ao 4-3-3, o modelo de jogo que dominou quase vinte anos de futebol português, de 1996 a 2014, encontrava melhores opções para esse cenário porque gerava maior controlo, maior jogo interior e com ele encontrava forma de criar espaços onde este não existiam.

Essa é a principal diferença e o principal problema da falta de adaptação de Conceição a estes cenários. O seu Porto não procura criar o espaço, procura apenas explorar o espaço. Se ele existe, o plano funciona, como tem sido evidente. Se não existe, não há plano B mais do que se tem visto, cruzamentos laterais, lançamentos bombeados para que o volume de homens gere o caos e do caos saiam as oportunidades. Bolas para os avançados deixarem para o interior. Cruzamentos que os extremos procuram surpreender ao segundo posto. Tudo sabendo que o rival sempre vai ter a lógica vantagem númerica de quem defende com mais e com o contorlo do espaço. Em nenhum momento se viu Conceição procurar outra coisa em momentos de aperto e mesmo em Moreira de Cónegos quando decide mudar, em duas ocasiões, o que faz primeiro é aplicar um 3-5-2 que dá as alas aos extremos mas não gera nada de jogo interior porque se continua a insistir no cruzamento e na segunda jogada; depois, ao lançar Sérgio Oliveira, não procurou gerar jogo interior se não reforçar outro lançador de bolas altas. Em nenhum instante, como nos restantes tropeções que geraram em empate, se tentou fazer “outra coisa”. Que “outra coisa”?
É verdade que o plantel do FC Porto tem pouco talento e, indismentivel, que a baixa de Danilo – aliada à baixa de forma de outros jogadores chave (Aboubakar e Brahimi, sobretudo) – não ajuda, mas ninguém pode dizer que não sabiamos ao que iamos. Em lugar de insistir com um modelo que está em crise, Conceição devia ter procurado gerar futebol mais apoiado, maior toque, maior procura dos espaços. Provavelmente Oliver tenha feito o pior jogo em muito tempo mas não terá sido mais porque o que se pedia de ele era contra-natura ao que pode dar? Não foi Herrera desaproveitado como pivot quando é precisamente cubrindo todo o cambo que faz com que a sua aportação resulte positiva? Não pedia ontem – e na Feira, Aves ou Estoril – talvez um 4-3-3 que em posse se transformava, de facto num 2-1-4-3, com dois interiores gerando um fluxo constante de bolas interiores com o apoio dos extremos (Oliver, Paulinho ou Herrera), para dois avançados interiores (Marega/Aboubakar e Brahimi) e um avançado mais móvel (Soares)? Sabendo que o rival não ia atacar e o campo era curto, porque não gerar superioridade por dentro em vez de a procurar insistentemente por fora?


O problema não são apenas os empates concedidos – a equipa continua invicta e gerou, em todos esses jogos, oportunidades suficientes para ganhar (a fraca produção ofensiva tendo em conta o volume gerado é outro dos grandes problemas deste Porto) e foi prejudicado claramente em todos esses jogos – mas sim a sensação de que os próximos duelos desta natureza resultem num cenário repetido já demasiadas vezes. Conceição acertou em cheio com o plano A e potenciou muitos jogadores para lá do seu nível mas em condições adversas as suas fraquezas ficam expostas e o técnico parece não encontrar um antidoto, um plano B seja com outra forma de jogar com os mesmos jogadores ou trocando cromos para procurar potenciar outras situações. Se não for capaz de o fazer até Maio estes seguramente não serão os últimos pontos fora concedidos. E seria um péssimo sinal que a inadaptação fosse um dos condicionantes para vencer uma Liga a todos os títulos merecida.

In http://www.reflexaoportista.pt
Tão isto!
 

Grim Reaper

Bancada central
6 Junho 2017
1,189
920
              Este modelo do 4-2-4 neste momento está esgotado, pela falta do Danilo que permite que o meio-campo a 2 funcione melhor, mas também porque os dois avançados habitualmente titulares estão sem pernas o que afecta a capacidade de finalização e ataque à profundidade dos mesmos.
        Ainda existe outro factor a contribuir para a falência deste sistema, que tem como finalidade um futebol directo vertiginoso , que é o facto das equipas que jogam contra o Porto tentarem retirar espaço nas costas da linha defensiva ,por jogarem com as linhas super recuadas o que faz com que a equipa tenha mais dificuldade em explorar esses espaços e tenha que forçosamente criar esses espaços .
        Para criar esses espaços é necessário maior criatividade no último terço e apostar num futebol mais apoiado de posse e não de ataque constante à baliza adversário com futebol mais directo. Para  isso acontecer é preciso um plano de jogo alternativo , isto é, o 4-3-3 com um triângulo no meio-campo com um número 10 a jogar como médio mais avançado(Paulinhi ou Óliver) . Esta mudança garantiria que não estaríamos tão dependentes do Brahimi no que diz respeito à construção de jogo , mas ganhávamos mais capacidade para controlar o jogo em posse em vez de insistirmos sempre no ataque à profundidade e impedíamos que as equipas adversários , sobretudo nos jogos fora de casa, conseguissem criar superioridade no meio-campo. Temo que se o treinador continuar a insistir neste 4-2-4 gasto, vamos continuar a perder pontos que podem comprometer a conquista do campeonato.
 

b10nic

Sofá de casa
3 Agosto 2015
11,483
13,337
Não faz sentido nenhum cancelar treinos.

Existem treinos de recuperação. Isto parece um bocado estranho mas sinceramente não percebi bem a atitude do Sérgio passiva e conformada nos minutos finais do jogo contra o Moreirense.

Espero que não haja nada por trás disto.