Sim, disso não duvido. Mas não acho comparável, é diferente herdar um núcleo de jogadores de enorme qualidade, habituados a títulos e a grande competitividade, e herdar um plantel com pouca qualidade e sem cultura de campeão de há uns bons anos para cá. Quanto maior é o entrosamento e a própria qualidade do plantel menos necessário é o cunho do treinador. Como alguém disse um dia, quanto menos mexes, menos corres o risco de estragar.apocalypto disse:A questão nem é essa. O SC podia ter esse plantel, mas provavelmente não fazia nada. Com este tipo de jogo aqueles jogadores não funcionavam.
O Sérgio mexeu a fundo na primeira época e teve grande sucesso. Mexeu na segunda, podia ter tido o mesmo desfecho da primeira (a qualidade de jogo era similar), mas acabou de forma amarga. Esta época, tudo corre mal.
Uma coisa é veres que o plantel não tem qualidade e isso limita a evolução do treinador; outro é o plantel aparecer em subrendimento por causa da insistência do trinador em coisas que não funcionam. O Sérgio esteve globalmente bem (no que toca ao aproveitamento do plantel e à luta por títulos) nas 2 primeiras épocas e tem estado francamente mal nesta.
E lamento se não sou tipo de ficar particularmente entusiasmado por uma vitória em casa contra o Tondela. Dizer que este foi dos melhores jogos da época não é um elogio: é uma crítica a toda a época até dezembro.