A sua não venda foi um erro no verão. Já se sabia que não ia ser titular e a sua venda teria permitido adicionar mais profundidade e qualidade ao plantel e despachar alguns cepos que esta plantel ainda tem. Com um grande extremo e um médio com as mesmas características do frodo e eventualmente mais um lateral de qualidade inegável ficávamos com um plantel mais ou menos ao nível de 2021 2022 ou até ligeiramente superior. A não venda do Mora acaba por ser uma decisão que não é carne nem peixe.
Ficamos com um jogador que nos olhos do treinador não passa de um suplente , não contratámos o tal extremo diferenciado nem mais um médio de topo que nos permitiria ambicionar voos mais altos. Continuamos com vários jogadores que não acrescentam rigorosamente nada , Eustáquios, pêpês, Zaidus, Martins fernandes, Guls. Tendo dito isto, tendo em linha de conta que quer o Borja Sainz e sobretudo o Pêpê pouca ou nenhuma criatividade acrescentam à frente de ataque, o Farioli devia começar a pensar em experimentar pôr o Mora a jogar a partir de uma ala , sempre dava mais criatividade .
Ás vezes fica-se com a sensação que o Pêpê e o Borja Sainz só são titulares pelo compromisso defensivo que tem. Um jogador que joga na frente de ataque tem que ter mais atributos que meramente correr muito e ser forte no pressing. O gabri veiga também é meio pastelão mas tem criatividade, o Sainz e o Pêpê correm muito e pouco mais. O pêpê faz um bom jogo em cada 10 . O Mora não sendo um fora de série já merecia a titularidade tendo em linha de conta a concorrência que tem. Se o Pêpê e o Sainz fossem jogadores de classe mundial atá se compreendia a não titularidade do Mora, assim fica difícil compreender esta insistência em jogadores que não acrescentam grande coisa a nível criativo.