No cenário de corrupção total e descarada a favor dos tumores da Buraca, a solução mais simples é também a mais óbvia e mais eficaz. Em alternativa, isto só lá vai com um levantamento político. Problema: como exigir a intervenção do poder autárquico e metropolitano ou dos deputados eleitos pelo Círculo do Porto se eles próprios, em grande parte, fazem parte da engrenagem do regime, adoram os clubes-Estado da Porcalhota e odeiam o NGC? Como é possível a Câmara Municipal do Porto não se atravessar a sério em defesa da maior instituição privada da cidade? O futebol não é política? Claro que é. E tanto assim que se comprova com a promiscuidade boazinha e com a total instrumentalização dos aparelhos de Estado a favor dos cancros da Segunda Circular, através da banca generosa, da Justiça fofinha ou dessa cavaleira nacional do ódio nacional ao NGC que é a Comunicação Social, que já não tem um único meio editado no Porto (e ainda que tivesse havia de se pôr o problema dos políticos).