Pois é, imaginem, por exemplo
- o FC Porto do saudoso Bobby Robson, com parte da época sem Domingos e Mielcalski, com um Quinzinho como único ponta de lança;
- o FC Porto campeão europeu do Mourinho, sem McCarthy ou Derley, a jogar com um Bruno Moraes como único ponta de lança;
- o FC Porto de uma das épocas de Jesualdo, sem Hulk nem Falcao, a ter que se contentar com um Farias (esse ainda marcava quase sempre que entrava) ou, pior, um Rabiola como único ponta de lança;
- o FC Porto de Conceição, reduzido a um André Pereira ou Namaso...
Pois foi algo parecido que aconteceu ao FC Porto de Farioli, quando primeiro perde o holandês De Jong, estupidamente lesionado num jogo treino e depois o nosso principal avançado Samu, com ambos no estaleiro para o resto da época, e fica reduzido a um desinspirado Denis Gull ou, pior, um Moffi sem pernas para a alta competição.
Não tenho dúvidas nenhumas, ZERO, que com eles os dois já seríamos campeões há muito tempo e que a provavelmente a Liga Europa não nos escaparia.
O que o treinador italiano fez na luta contra estas terríveis adversidades é algo histórico, memorável e, provavelmente, único na história mais ou menos recente do nosso clube.