Evidentemente que os custos salariais do plantel desta época são superiores aos da época transacta. Espantoso seria o contrário.
Entraram 3 jogadores vindos de Inglaterra. Um Gabri Veiga. Um Luuk de Jong. Um Rosário. Um Alberto que ganha mais do que o João Mário. Um Froholdt que, com certeza, tinha várias propostas na mesa.
A isso juntar as renovações do Pepê, Varela, Mora e agora Diogo.
O problema não são os custos salariais do plantel.
O problema é quando a dimensão desses custos não está correspondida na qualidade do plantel ou este é constituído por demasiados jogadores não vendáveis no futuro, como estava cada vez mais a acontecer no passado.
O problema também não é a dimensão do passivo por si só, mas a sua comparação com o ativo, isto é, o capital próprio.
Entraram 3 jogadores vindos de Inglaterra. Um Gabri Veiga. Um Luuk de Jong. Um Rosário. Um Alberto que ganha mais do que o João Mário. Um Froholdt que, com certeza, tinha várias propostas na mesa.
A isso juntar as renovações do Pepê, Varela, Mora e agora Diogo.
O problema não são os custos salariais do plantel.
O problema é quando a dimensão desses custos não está correspondida na qualidade do plantel ou este é constituído por demasiados jogadores não vendáveis no futuro, como estava cada vez mais a acontecer no passado.
O problema também não é a dimensão do passivo por si só, mas a sua comparação com o ativo, isto é, o capital próprio.

