E duraria muito mais não fosse a divulgação dos emails e da corrupção que atemorizou os padres e observadores senão teríamos um fenfinque como um Bayern desta vida por cá, se calhar. Mas eles ainda andam bem ativos. O polvo NÃO MORREU, atenção.
Ainda antes dos emails, que ajudaram imenso, houve a saída do Vítor Pereira do conselho de arbitragem.
Este, sim, foi o momento chave.
Mas só se começaram a sentir os efeitos quando os filhos do sistema vermelho começaram a cair (não vale a pena lembrar os nomes).
Está vivo. Eles estão é fracos dentro de campo.
Fora de campo, alguns protagonistas são os mesmos. Esquiça, Júlio Loureiro (com o restaurante cá no Porto...), o ex-delegado querido, ao qual se junta o Bruno Paixão que trabalha numa das filiais deles (na verdade trabalha para casa mãe). E o padrinho desta gente toda, o agora empresário Paulo Gonçalves.
Por isso, temos que estar muito atentos às tentativa do Duarte Gomes de entrar no CA da Federação nas próximas eleições.
O gajo anda numa de isento, mas é tudo fumaça. É outro alimentado pela máquina vermelha.