Acho que há outras prioridades como solidificação das nossas finanças, investimento no plantel, construção da Academia, criação de outras modalidades antes de se pensar em aumentar a lotação do estádio. Mandar fazer duas bancadas novas ao preço que está o betão ainda se gasta uma nota preta.
No entanto, o Dragão precisa de um facelift. Aquela pastilha além de ser horrorosa e fazer lembrar os edifícios comunitários da antiga união soviética (estes arquitectos era só ao estalo) está toda a destacar e está cheia de babamentos. Aquelas janelinhas tipo ripado em cimento está a escorrer ferrugem. Quanto à cobertura nem vale a pena falar.
É preciso dar um jeito àquilo. Em 2030, se ainda houver planeta, temos cá o mundial e convinha ter a casa mais bonitinha.
Mas falando dum aumento da lotação do estádio, não acho que tenha de estar dependente das taxas de ocupação até porque sempre rondou uma média de 80%. Por isso, não será por aí.
O Dragão a crescer teria de ser na criação de duas novas superiores em 2º anel. Ora, esses bilhetes iam obrigatoriamente ser os mais económicos logo os mais rápidos a ser vendidos.
Estas obras também acabam por aumentar o interesse dos sócios em ir ao estádio e os adeptos a ser sócios logo é tudo uma bola de neve positiva.
Ah, e não me parece que fosse preciso ter de jogar em estádio emprestado a menos que fosse preciso mexer nas bancadas junto ao relvado.
De qualquer das formas, estas discussões são sempre interessantes mas não me parece que seja para já.