Só que agora já não há condições para aderirem a nada.Mas alguém impede a Ucrânia de aderir à UE a não ser a própria UE ou países da UE?
O problema é a NATO não é a UE.
Só que agora já não há condições para aderirem a nada.Mas alguém impede a Ucrânia de aderir à UE a não ser a própria UE ou países da UE?
O problema é a NATO não é a UE.
Esquece, não vale a pena.Tu é que achas que a culpa é só da Rússia e de mais ninguém, há um demónio Rússia e o resto são tudo anjos na terra, não armes confusões.
Essa tua argumentação que nunca responde a perguntas concretas que lhe são feitas porque a realidade só interessa quando te convém, e que depois arranja umas manobras de diversão com piadolas e pondo na boca dos outros coisas que nunca disseram, não é de pessoa séria, é digna de um qualquer zé do tasco.
Não contribuo para esse peditório da demonização dos russos e paralelamente da angelicalização dos americanos.
Não há anjos nem demónios na alta geopolítica, só há gananciosos, mais poderosos uns, menos poderosos outros.
E se a desculpa para a demonização dos russos é Putin, então também há a desculpa Trump para demonizar os americanos.
Os russos não aceitam estar rodeados por uma cintura nuclear inimiga tal como os americanos não aceitam, nunca aceitaram e nunca aceitarão.
Quando houve um vislumbre disso, em Cuba, a 3a guerra mundial esteve perto de acontecer, e só depois de a URSS concordar em retirar os mísseis de Cuba com a condição de os americanos não invadirem Cuba para porem no lugar de Fidel um fantoche dos americanos, é que essa ameaça desapareceu.
É que fantoches há para todos os gostos. Há para o gosto russo mas também há para o gosto americano.
Pois, os países que sigam a cartilha dos EUA, sejam eles democracias ou ditaduras militares sanguinárias que foram responsáveis por milhões de mortos (Argentina, Brasil, Chile, Indonesia, etc., etc.), não levam com sanções económicas nem embargos económicos dos EUA e dos seus aliados (que são obrigados, a palavra certa é mesmo essa, obrigados, a implementarem também as sanções e embargos, senão levam por tabela), por isso a qualidade de vida é melhor nos "fantoches" dos EUA.Que eu me lembre não havia nem há ainda nos países fronteiriços mísseis para ameaçar a Rússia.
Foi uma questão política.
O Yakunovich pró russo e a sua comandita queria manter o papo cheio e a população queria a UE.
Ha aqui uma diferença: os fantoches dos EUA tendem a ter melhor qualidade de vida que os fantoches da Russia
É, não vale a pena discutir com quem veste a camisola do Tio Sam, e não pára de gritar aos 4 Ventos (por mais que sejam os FACTOS pouco ou nada abonatórios ao longo de toda a história de 250 anos a fazer em 4 de Julho próximo): AMÉRICA AMÉRICA AMÉRICA AMÉRICA.Esquece, não vale a pena.
Há malta pró Rússia, é assim, temos todos de saber lidar.
Agora que depois de 4 anos, tendo visto tudo o que já se viu, conseguir ainda defender a Rússia acho que merece um qualquer prémio Globo de Ouro do canal Rossiya-1.
Tópico: Guerra na Ucrânia.É, não vale a pena discutir com quem veste a camisola do Tio Sam, e não pára de gritar aos 4 Ventos (por mais que sejam os FACTOS pouco ou nada abonatórios ao longo de toda a história de 250 anos a fazer em 4 de Julho próximo): AMÉRICA AMÉRICA AMÉRICA AMÉRICA.
É uma espécie de clubismo cego, fazem-me lembrar os fanáticos benfiquistas que estão convencidos que só o benfica é bom e é o mais maior grande do Universo.
O teu ódio (desmesurado) aos EUA acabam por ser o teu undoing nestas discussões, porque acabas por validar aqueles que são vistos como inimigos históricos dos americanos assim por dizer, pelos mesmos motivos que odeias os ditos yankees.É, não vale a pena discutir com quem veste a camisola do Tio Sam, e não pára de gritar aos 4 Ventos (por mais que sejam os FACTOS pouco ou nada abonatórios ao longo de toda a história de 250 anos a fazer em 4 de Julho próximo): AMÉRICA AMÉRICA AMÉRICA AMÉRICA.
É uma espécie de clubismo cego, fazem-me lembrar os fanáticos benfiquistas que estão convencidos que só o benfica é bom e é o mais maior grande do Universo.
Essa é a narrativa que a Rússia quer passar.Mas alguém impede a Ucrânia de aderir à UE a não ser a própria UE ou países da UE?
O problema é a NATO não é a UE.
Estavam quase a ser dizimados pelo pequeno "regime nazi".Pelo que tenho lido, coitadinhos dos russos, vou ali soltar uma lagrima por eles e ja venho.
Contavam era que a Ucrania nada fizesseEstavam quase a ser dizimados pelo pequeno "regime nazi".
Não fosse a operação militar de 3 dias e já não havia Rússia para ninguém.
Eu não escondo, nem aqui nem em lado nenhum, que tenho como tu dizes, um ódio "desmesurado" à única superpotência mundial da actualidade e de há muitos anos para cá... os Estados Unidos da América.O teu ódio (desmesurado) aos EUA acabam por ser o teu undoing nestas discussões, porque acabas por validar aqueles que são vistos como inimigos históricos dos americanos assim por dizer, pelos mesmos motivos que odeias os ditos yankees.
Já agora referir que acompanhei a discussºao e ninguém referiu os Estados Unidos uma única vez.
Tens que ter algum cuidado, porque tal como podes acusar alguém de um clubismo americano e parecere os toos do panelas, pode aparecer alguém a dizer que tu fazes lembrar os anti-portistas que têm um ódio cego ao Porto.
Há sempre várias perspectivas.
A minha é analisar que condenar a Rússia pela invasão na Ucrânia nada tem a ver com justificar alguma coisa parecieda realizada pelos EUA.
Não se excluem mutuamente.
Aliás eu diria que actualmente no que concerne aos recursos minerais ucranianos ambos competem por os obter. Interesseiros máximos.
Quanto à responsabilidade da guerra na Ucrânia ela é única e exclusiva do governo da Federação Russa que neste caso é o Tio Vlad porque ele manda naquilo tudo como bom autocrata. Não fosse isso e a vida continuava como antes.
Assim como continuaria no Donbass e Crimeia antes de 2014.
Estavam à espera que o resto dos ucranianos fossem fantoches pró-russos como o traidor do Yanukovych.Contavam era que a Ucrania nada fizesse
Since World War II, Russia (and the Soviet Union) has engaged in numerous proxy conflicts to extend influence, notably during the Cold War and post-Soviet eras. Key proxy interventions include backing North Korea (1950-53), supporting North Vietnamaiding communist forces in the Angolan Civil War (1970s-80s), and supporting separatist entities in Transnistria, Abkhazia, and South Ossetia.Eu não escondo, nem aqui nem em lado nenhum, que tenho como tu dizes, um ódio "desmesurado" à única superpotência mundial da actualidade e de há muitos anos para cá... os Estados Unidos da América.
Mas porque é que eu não hei-de poder odiar os EUA da mesma forma que muitos odeiam a muito menos significante na cena mundial, de agora e de há séculos para cá, Rússia?
Parece-me muito mais lógico odiar o agente principal da desordem mundial do que um pobre coitado secundário no desencadear desse caos.
O mundo está uma anarquia tremenda, países e mais países esfrangalhados no próximo e médio-oriente, e de quem é a culpa, da Rússia, que não passa de uma potência cada vez mais regional que mal consegue ter influência em 2 ou 3 países vizinhos, ou da única superpotência mundial, que tem (estima-se, há muitas secretas) 750 bases militares espalhadas pelo mundo e que intervém directa e indirectamente em todas as zonas do globo?
Quem é que molda este mundo de Gazas, Cisjordanias, Iraques, Afeganistões, Líbias, Sirias, Líbanos, e por aí adiante, é a Rússia ou é a superpotência DDT EUA?
O que acontece na Ucrânia actualmente e de há 4 anos para cá, não pode ser desinserido do todo da geopolítica daquela zona, e quem controla os cordelinhos da geopolitica de todas as zonas do globo incluindo aquela, é a única superpotência (que não tem esse nome por enfeite) que existe no mundo, os EUA.
A Rússia faz mal na sua relativamente pequena zona de influência que não passa das suas vizinhanças, os EUA fazem mal no mundo todo.
Óbviamente que detesto muito mais o superpoder mundial americano que o poder regional russo que não causa 1/10 dos danos.
Tanto simplismo, os santos todos de um lado, os demónios todos do outro, a isso chama-se maniqueismo.4 anos depois aqui estamos com pessoal que ainda tenta justificar o injustificável.
A situação é complexa, mas na realidade até é bastante simples:
O senhor do Kremlin queria para a Ucrânia um governo fantoche tal como tem na Bielorrússia e em tantos outros países, assim podia usar e abusar dos seus recursos, das suas gentes, do seu território, etc.
Mal informado ou desinformado, achou que a "operação especial militar" ia ser favas contadas, os ucranianos iam atirar flores aos soldados russos, em 3 dias o governo de Kiev caía quem nem varas verdes e reinava finalmente a paz na região...tudo ao lado.
Os soldados russos levaram com balas e bombas em vez de flores, o governo não caiu, toda uma geração ucraniana ganhou um ódio eterno á Rússia, o exército ucraniano transformou-se num dos mais bem preparados e treinados na Europa e a NATO ainda ganhou mais uns quantos aliados.
Passados 4 anos e como ditador que é, não pode obviamente dar a face e admitir que foi um erro estratégico gritante invadir um país vizinho, daí esta guerra continuar por mais tempo.
Não venham com teorias, conspirações, comparações, etc., a realidade é que todos os meses tanto Rússia como Ucrânia perdem milhares e milhares de vidas á custa de uma guerra que um louco se lembrou de iniciar.
"Um pobre coitado secundário no desencadear desse caos."Eu não escondo, nem aqui nem em lado nenhum, que tenho como tu dizes, um ódio "desmesurado" à única superpotência mundial da actualidade e de há muitos anos para cá... os Estados Unidos da América.
Mas porque é que eu não hei-de poder odiar os EUA da mesma forma que muitos odeiam a muito menos significante na cena mundial, de agora e de há séculos para cá, Rússia?
Parece-me muito mais lógico odiar o agente principal da desordem mundial do que um pobre coitado secundário no desencadear desse caos.
O mundo está uma anarquia tremenda, países e mais países esfrangalhados no próximo e médio-oriente, e de quem é a culpa, da Rússia, que não passa de uma potência cada vez mais regional que mal consegue ter influência em 2 ou 3 países vizinhos, ou da única superpotência mundial, que tem (estima-se, há muitas secretas) 750 bases militares espalhadas pelo mundo e que intervém directa e indirectamente em todas as zonas do globo?
Quem é que molda este mundo de Gazas, Cisjordanias, Iraques, Afeganistões, Líbias, Sirias, Líbanos, e por aí adiante, é a Rússia ou é a superpotência DDT EUA?
O que acontece na Ucrânia actualmente e de há 4 anos para cá, não pode ser desinserido do todo da geopolítica daquela zona, e quem controla os cordelinhos da geopolitica de todas as zonas do globo incluindo aquela, é a única superpotência (que não tem esse nome por enfeite) que existe no mundo, os EUA.
A Rússia faz mal na sua relativamente pequena zona de influência que não passa das suas vizinhanças, os EUA fazem mal no mundo todo.
Óbviamente que detesto muito mais o superpoder mundial americano que o poder regional russo que não causa 1/10 dos danos.