Covid-19

hawkeyes

Tribuna Presidencial
19 Julho 2006
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Vila Nova de Gaia, 1975
Exatamente.

Mas nem vou aos cms tipo VaR ().

Estou mesmo a falar, se um polícia te quiser incriminar? Se te vir sem máscara sozinho e não gostar, e te quiser queimar... achas isto impossível?
Ou se um polícia te for multar porque efetivamente estavas sem máscara perto de alguém, mas esse alguém seguiu a sua vida. E tu argumentas que estavas sozinho. Como se prova quem diz a verdade?


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Vocês prrocupam-se com cada coisa...

Como fazes se um polícia disser que tu o insultaste, se te detiver por desrespeito à autoridade? Como provas que não o fizeste?
 
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Treinador de Bancada

Tribuna Presidencial
16 Março 2012
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Enquanto isso, para melhorar ainda mais o panorama..

E têm toda a razão. São uma classe estupidamente mal paga e desvalorizada.

Tiveram um PM a gozar com a sua cara, a dizer que a fase final da Champions era para eles.

Estão a Trabalhar que nem escravos, em condições extremamente perigosas para eles e para as suas famílias.

Enquanto isso o PM presta vassalagem a um dos maiores devedores da banca nacional, cujos impostos que foram utilizados para tapar buracos podiam melhorar o panorama da saúde em Portugal.
 
Última edição:

Eclipsisboy

PRESIDENTE DOS PRESIDENTES, SERÁS ETERNO💙🤍
25 Maio 2014
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Porto
  • Pinto da Costa
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  • Taça de Portugal 19/20
E têm toda a razão. São uma classe estupidamente mal paga e desvalorizada.

Tiveram um PM a gozar com a sua cara, a dizer que a fase final da Champions era para eles.

Estão a Trabalhar que nem escravos, em condições extremamente perigosas para eles e para as suas famílias.

Enquanto isso o PM presta vassalagem a um dos maiores devedores da banca nacional, cujos impostos que foram utilizados para tapar buracos poderiam melhorar o panorama da saúde em Portugal.
Tens toda a razão no que dizes, e sublinho cada frase que disseste. Mas tem os portugueses de pagar pela estupidez de quem nos governa?
 

John Wick

Tribuna
31 Outubro 2019
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Acho que estamos a ser redutores a avaliar o uso das mascaras na rua única e exclusivamente pela transmissão do vírus em cenários idílicos de espaços abertos...
Por exemplo: elevadores comuns em predios, entradas de serviços onde as pessoas se amontoam, cafés com balcão cá fora como ja muitas vezes vi, etc etc etc. esses espaços deixavam mta gente com uma falsa noção de serem espaços de baixo risco de contágio por serem "cá fora", quando isso não se verifica de todo.

A mascara obrigatória na rua vai contribuir muito para que as pessoas não se aproveitem de todos os asteriscos da lei para não a usar nesses espaços que se tornam "áreas cinzentas". Claro que se eu for a pé sozinho as 3h da manha para a marginal de Leça passear, a máscara tem um efeito irrisório; mas a um Domingo a tarde com os amontoados de gente que se vê? Claro que se tiver numa esplanada com a minha namorada, ca fora, com 2m ou mais de distancia para toda a gente, a mascara acaba por ter um efeito irrisório; mas se for a frente da adega ou nos leões onde se juntam às centenas de pessoas na porta dos bares com um copo na mao, sem lugares sentados a assegurar distanciamentos, como é?

assim com isto sempre se aperta mais o controlo e limita-se muito essas situações (que só existem, again, por falta de bom senso).
Eu percebo o argumento e há situações que enumeraste em que o uso do bom senso se devia aplicar. Nós já temos os ajuntamentos proibidos a mais de 5 pessoas na rua. Se de facto o uso de máscara ao ar livre fizesse a diferença, no verão teríamos muitos mais casos do que aqueles que tivemos, aí sim, tínhamos milhares de pessoas nas praias, houve dias em algumas das praias mais concorridas em que o limite de lotação foi muito claramente ultrapassado, tivemos jovens em grandes aglomerados nas ruas durante a noite a beber álcool, ainda sim tivemos os números mais baixos de casos diários desde o início da pandemia. A transmissão do vírus em espaços exteriores é extremamente rara mesmo em situações de aglomerações.
Esta 2ª vaga de casos deve-se ao aumento brutal da mobilidade das pessoas, já não temos grande parte da população de férias e a fazer muitas das suas actividades ao ar livre, as pessoas voltaram ao trabalho, voltaram a utilizar os transportes públicos onde é totalmente impossível manter manter o distanciamento físico, a esmagadora maioria do dia-a-dia das pessoas é feita em espaços interiores. Não é por acaso que a região do Vale do Sousa é uma das mais afectadas, muito industrializada, imensas fábricas, milhares de pessoas a trabalhara e a conviver diariamente em espaços fechados.

Eu acho que em traços gerais, o comportamento das pessoas é bastante responsável, trabalho na zona do campo alegre onde há imensas faculdades, escritórios, etc., muita gente na rua a usar máscara, não vejo aglomerações de estudantes, as pessoas parecem-me adoptar comportamentos perfeitamente responsáveis, se assim não fosse, o número de casos diários seria bem maior que o actual. Logicamente que há sempre pessoas com um comportamento muito mais relaxado e até negligente e ás vezes ao vermos casos desses isso pode alterar um pouco a percepção, o período que estamos a viver também activa um certo espírito de indignação e até por vezes pidesco nas pessoas.

Acho que a limitação de ajuntamentos nas ruas até 5 pessoas suficiente e a recomendação para usar máscaras em situações onde não é possível salvaguardar o distanciamento, suficientes.

Para mim o fundamental era ter havido um investimento maior no reforço do SNS. Quando, inevitavelmente o SNS começar a rebentar pelas costuras, lá virá o Governo culpar os portugueses pelo seu comportamento irresponsável. A mim assusta-me muito mais este brutal excesso de mortalidade que tivemos desde o início da pandemia e a inoperância e inércia do Governo, usando como desculpa o calor, com tendência para piorar muito mais durante os próximos tempos. Se tivessem sido adoptadas as medidas preventivas necessárias estes números de casos diários não preocupariam.
 

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Eu percebo o argumento e há situações que enumeraste em que o uso do bom senso se devia aplicar. Nós já temos os ajuntamentos proibidos a mais de 5 pessoas na rua. Se de facto o uso de máscara ao ar livre fizesse a diferença, no verão teríamos muitos mais casos do que aqueles que tivemos, aí sim, tínhamos milhares de pessoas nas praias, houve dias em algumas das praias mais concorridas em que o limite de lotação foi muito claramente ultrapassado, tivemos jovens em grandes aglomerados nas ruas durante a noite a beber álcool, ainda sim tivemos os números mais baixos de casos diários desde o início da pandemia. A transmissão do vírus em espaços exteriores é extremamente rara mesmo em situações de aglomerações.
Esta 2ª vaga de casos deve-se ao aumento brutal da mobilidade das pessoas, já não temos grande parte da população de férias e a fazer muitas das suas actividades ao ar livre, as pessoas voltaram ao trabalho, voltaram a utilizar os transportes públicos onde é totalmente impossível manter manter o distanciamento físico, a esmagadora maioria do dia-a-dia das pessoas é feita em espaços interiores. Não é por acaso que a região do Vale do Sousa é uma das mais afectadas, muito industrializada, imensas fábricas, milhares de pessoas a trabalhara e a conviver diariamente em espaços fechados.

Eu acho que em traços gerais, o comportamento das pessoas é bastante responsável, trabalho na zona do campo alegre onde há imensas faculdades, escritórios, etc., muita gente na rua a usar máscara, não vejo aglomerações de estudantes, as pessoas parecem-me adoptar comportamentos perfeitamente responsáveis, se assim não fosse, o número de casos diários seria bem maior que o actual. Logicamente que há sempre pessoas com um comportamento muito mais relaxado e até negligente e ás vezes ao vermos casos desses isso pode alterar um pouco a percepção, o período que estamos a viver também activa um certo espírito de indignação e até por vezes pidesco nas pessoas.

Acho que a limitação de ajuntamentos nas ruas até 5 pessoas suficiente e a recomendação para usar máscaras em situações onde não é possível salvaguardar o distanciamento, suficientes.

Para mim o fundamental era ter havido um investimento maior no reforço do SNS. Quando, inevitavelmente o SNS começar a rebentar pelas costuras, lá virá o Governo culpar os portugueses pelo seu comportamento irresponsável. A mim assusta-me muito mais este brutal excesso de mortalidade que tivemos desde o início da pandemia e a inoperância e inércia do Governo, usando como desculpa o calor, com tendência para piorar muito mais durante os próximos tempos. Se tivessem sido adoptadas as medidas preventivas necessárias estes números de casos diários não preocupariam.
Juntamente com o advento do frio, onde o vírus se propaga mais rapidamente.

A máscara também pode ter um segundo objetivo, baixar ainda os casos de gripe sazonal para que as 2 não tornem a situação ainda mais caótica.
 

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Eu percebo o argumento e há situações que enumeraste em que o uso do bom senso se devia aplicar. Nós já temos os ajuntamentos proibidos a mais de 5 pessoas na rua. Se de facto o uso de máscara ao ar livre fizesse a diferença, no verão teríamos muitos mais casos do que aqueles que tivemos, aí sim, tínhamos milhares de pessoas nas praias, houve dias em algumas das praias mais concorridas em que o limite de lotação foi muito claramente ultrapassado, tivemos jovens em grandes aglomerados nas ruas durante a noite a beber álcool, ainda sim tivemos os números mais baixos de casos diários desde o início da pandemia. A transmissão do vírus em espaços exteriores é extremamente rara mesmo em situações de aglomerações.
Esta 2ª vaga de casos deve-se ao aumento brutal da mobilidade das pessoas, já não temos grande parte da população de férias e a fazer muitas das suas actividades ao ar livre, as pessoas voltaram ao trabalho, voltaram a utilizar os transportes públicos onde é totalmente impossível manter manter o distanciamento físico, a esmagadora maioria do dia-a-dia das pessoas é feita em espaços interiores. Não é por acaso que a região do Vale do Sousa é uma das mais afectadas, muito industrializada, imensas fábricas, milhares de pessoas a trabalhara e a conviver diariamente em espaços fechados.

Eu acho que em traços gerais, o comportamento das pessoas é bastante responsável, trabalho na zona do campo alegre onde há imensas faculdades, escritórios, etc., muita gente na rua a usar máscara, não vejo aglomerações de estudantes, as pessoas parecem-me adoptar comportamentos perfeitamente responsáveis, se assim não fosse, o número de casos diários seria bem maior que o actual. Logicamente que há sempre pessoas com um comportamento muito mais relaxado e até negligente e ás vezes ao vermos casos desses isso pode alterar um pouco a percepção, o período que estamos a viver também activa um certo espírito de indignação e até por vezes pidesco nas pessoas.

Acho que a limitação de ajuntamentos nas ruas até 5 pessoas suficiente e a recomendação para usar máscaras em situações onde não é possível salvaguardar o distanciamento, suficientes.

Para mim o fundamental era ter havido um investimento maior no reforço do SNS. Quando, inevitavelmente o SNS começar a rebentar pelas costuras, lá virá o Governo culpar os portugueses pelo seu comportamento irresponsável. A mim assusta-me muito mais este brutal excesso de mortalidade que tivemos desde o início da pandemia e a inoperância e inércia do Governo, usando como desculpa o calor, com tendência para piorar muito mais durante os próximos tempos. Se tivessem sido adoptadas as medidas preventivas necessárias estes números de casos diários não preocupariam.
Não entendo como o teletrabalho não é obrigatório quando aplicável.

Tirava pessoas da rua, dos transportes.
 

aaveloso

Bancada central
22 Novembro 2016
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Braga
...

O número de casos diários que temos é normal. Já toda a gente estava avisada que vinha uma 2ª vaga e seria pior que a primeira, há países europeus da nossa dimensão como a Républica Checa onde toda a gente anda de máscara e estão com 10 mil casos diários. É algo com que temos que saber conviver. O nosso Governo tomou opções, teve outras prioridades para o dinheiro.
A República Checa é um bom exemplo de país onde as pessoas menosprezaram o vírus.
Até fizeram, em tom provocatório, uma grande almoçarada na ponte Charles, no centro de Praga, tudo sem máscara e a gozar com o Covid.
Agora estão a pagar a fatura.
 
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AdrianSmith

Tribuna
9 Junho 2019
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Vocês prrocupam-se com cada coisa...

Como fazes se um polícia disser que tu o insultaste, se te detiver por desrespeito à autoridade? Como provas que não o fizeste?
Sim, porque realmente é impossível o que eu frisei acontecer.

Fui só eu que me debati com vídeos no facebook de militares a dizer que se apanham alguém na rua iam ter de prestar contas? De idiotas a pedir chumbo a quem não anda de máscara? And so on...
Sou só eu que apanho gente assim?

E não há pessoas assim nas autoridades?
Não existem muitos casos de abuso de autoridade?


Se calhar sou eu que sonho, não sei...


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Tony_Gomes9

Arquibancada
25 Julho 2020
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Eu percebo o argumento e há situações que enumeraste em que o uso do bom senso se devia aplicar. Nós já temos os ajuntamentos proibidos a mais de 5 pessoas na rua. Se de facto o uso de máscara ao ar livre fizesse a diferença, no verão teríamos muitos mais casos do que aqueles que tivemos, aí sim, tínhamos milhares de pessoas nas praias, houve dias em algumas das praias mais concorridas em que o limite de lotação foi muito claramente ultrapassado, tivemos jovens em grandes aglomerados nas ruas durante a noite a beber álcool, ainda sim tivemos os números mais baixos de casos diários desde o início da pandemia. A transmissão do vírus em espaços exteriores é extremamente rara mesmo em situações de aglomerações.
Esta 2ª vaga de casos deve-se ao aumento brutal da mobilidade das pessoas, já não temos grande parte da população de férias e a fazer muitas das suas actividades ao ar livre, as pessoas voltaram ao trabalho, voltaram a utilizar os transportes públicos onde é totalmente impossível manter manter o distanciamento físico, a esmagadora maioria do dia-a-dia das pessoas é feita em espaços interiores. Não é por acaso que a região do Vale do Sousa é uma das mais afectadas, muito industrializada, imensas fábricas, milhares de pessoas a trabalhara e a conviver diariamente em espaços fechados.

Eu acho que em traços gerais, o comportamento das pessoas é bastante responsável, trabalho na zona do campo alegre onde há imensas faculdades, escritórios, etc., muita gente na rua a usar máscara, não vejo aglomerações de estudantes, as pessoas parecem-me adoptar comportamentos perfeitamente responsáveis, se assim não fosse, o número de casos diários seria bem maior que o actual. Logicamente que há sempre pessoas com um comportamento muito mais relaxado e até negligente e ás vezes ao vermos casos desses isso pode alterar um pouco a percepção, o período que estamos a viver também activa um certo espírito de indignação e até por vezes pidesco nas pessoas.

Acho que a limitação de ajuntamentos nas ruas até 5 pessoas suficiente e a recomendação para usar máscaras em situações onde não é possível salvaguardar o distanciamento, suficientes.

Para mim o fundamental era ter havido um investimento maior no reforço do SNS. Quando, inevitavelmente o SNS começar a rebentar pelas costuras, lá virá o Governo culpar os portugueses pelo seu comportamento irresponsável. A mim assusta-me muito mais este brutal excesso de mortalidade que tivemos desde o início da pandemia e a inoperância e inércia do Governo, usando como desculpa o calor, com tendência para piorar muito mais durante os próximos tempos. Se tivessem sido adoptadas as medidas preventivas necessárias estes números de casos diários não preocupariam.
Não entrava por aí, de tentar justificar o uso ou não uso de máscaras com os números do Verão, porque a situação era muito diferente.
Qualquer medida de prevenção num contexto destes será sempre mais eficaz em proporção ao número de infectados: se há 100 infectados por dia no país todo, proibir ajuntamentos de 5 ou + pessoas teria um impacto muito reduzido na contenção destes números quando comparando exatamente a mesma medida aplicada num contexto de 2500-3000 infectados por dia. Não invejo nada o trabalho da malta de Saúde Pública porque todos na opinião publica tentam moldar os números às suas teorias em vez de moldar as suas teorias aos números e entramos num ciclo de desinformação perigoso se formos por aí.

Quanto ao comportamento das pessoas, gostava de partilhar desse teu optimismo mas não consigo. Efetivamente vejo muito mais pessoas com máscara, com comportamentos dignos e com responsabilidade cívica do que via há uns tempos atras, mas será que já não terão falhado no timing? Isto em Setembro teria sido suficiente, mas e agora? Quanto as faculdades, a AEFEUP continua com os seus eventos como se nada fosse, tardes de finos é com eles, portanto nunca vamos conseguir evitar que faculdades sejam faculdades, que estudantes sejam estudantes, e esse círculo fechado vive numa bolha que dificilmente conseguirás intervir. Muito céptico quanto aos mesmos, teve de ser o próprio governo a decretar o fim de eventos académicos, que raio de responsabilidade poderemos esperar dos jovens quando ainda os organizavam no atual contexto? Atenção que não os julgo, os anos de estudante não voltam e a sociedade civil está a pedir-lhes que eles abdiquem dos mesmos em prol de uma comunidade onde reina a incoerência (quantas pessoas vão estar no F1?), mas vamos ter de assumir que os estudantes serão sempre super spreaders e temos de agir com essa informação bem presente.

Quanto ao investimento no SNS, teria sido a melhor e mais sensata medida; não foi feito e agora não há tempo para o fazer devidamente.
Hoje o mail das chefias que corria pelos profissionais de várias especialidades encerrava o seu texto com "Boa sorte para os tempos que aí vem, vamos precisar! Coragem".
Coragem e sorte. Repito, as linhas orientadoras, neste momento, são "coragem e sorte". O nosso SNS está, literalmente, entregue à sorte do destino e à coragem dos tristes que o vão enfrentar. Imperdoável.
 

John Wick

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31 Outubro 2019
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  • Novembro/19
  • Deco
Juntamente com o advento do frio, onde o vírus se propaga mais rapidamente.

A máscara também pode ter um segundo objetivo, baixar ainda os casos de gripe sazonal para que as 2 não tornem a situação ainda mais caótica.
A questão é que ainda é desconhecida a razão da sazonalidade do vírus da gripe, as teorias mais fortes é que no inverno as pessoas passam muito mais tempo em contacto umas com as outras em espaços interiores, há também menos luz solar o que diminuiu a produção de vitamina D nas pessoas e aumentam a sua susceptibilidade a infecções respiratórias, a outra é a de que o vírus sobrevive mais tempo em espaços interiores em temperaturas mais baixas e secas, mas os estudos que existem são muito contraditórios, apesar de se saber que o vírus sobrevive mais tempo em temperaturas baixas.

Medidas que limitem a circulação das pessoas em espaços exteriores, ou pelo menos que induzam as pessoas a não circular tanto ao ar livre, acabam por não ter qualquer validação científica e até acabam por ser um contra-senso.
 

John Wick

Tribuna
31 Outubro 2019
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A República Checa é um bom exemplo de país onde as pessoas menosprezaram o vírus.
Até fizeram, em tom provocatório, uma grande almoçarada na ponte Charles, no centro de Praga, tudo sem máscara e a gozar com o Covid.
Agora estão a pagar a fatura.
Não é certamente por terem feito isso que estão a levar com as consequências da 2ª vaga, se assim o Verão teria sido caótico e não foi. Estão a pagar a factura como estão praticamente todos os países da europa, uns mais atrasados em relação aos efeitos da 2ª vaga, outros numa fase mais adiantada.
 
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pedromanuelmorei

Tribuna Presidencial
12 Dezembro 2016
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  • Jardel
Continuo à espera sentado que reforcem as equipas dos cuidados de saude primeiros, tanto para rastreamento e acompanhamento de cadeias de transmissão (que envolvem muita muita burocracia essencial) como para promover maior resposta às necessidades da população que não vão ser suspensas por causa do COVID.

Os colegas estão exaustos, infectados ou em quarentena. O maior asset do SNS são os profissionais e estão abandonados à sua sorte.
Isto antes de rebentar por falta de meios físicos (camas, quartos, ventiladores etc) acabará por rebentar por falta de recursos humanos, com cada vez mais surtos a surgirem nos hospitais. Tá feio, muito feio.
Tocaste no ponto essencial. De nada adianta ter ventiladores e material infinito sem profissionais para os usar.
Os enfermeiros, médicos e pessoal especializado em cuidados intensivos não nasce nas árvores nem se pode comprar aos magotes.
 

SUPERMLY

Tribuna Presidencial
14 Setembro 2017
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Já vi que a malta não é muito amiga de Historia.

A 2a vaga da Gripe Espanhola foi exactamente na mesma altura da 2ª vaga de CoVID 19 (Outubro).
Eu até acho que a esmagadora maioria está a cumprir mas há sempre gente que acha que as regras não são para eles...eu defendo uma acção mais musculada das forças de segurança para conter e desencorajar prevaricadores.

Ainda hoje vão para junto da Assembleia manifestantes dizer que obrigação de usar mascara é anti constitucional.
Há sempre parvos neste mundo

Este aumento de casos foi devido a festas e ajuntamentos de lazer.É terminar com isso
 

jcmp17

Não há derrotas quando é firme o passo
8 Julho 2018
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  • Setembro/21
  • Alfredo Quintana
  • Reinaldo Teles
  • Campeão Nacional 19/20
Não entrava por aí, de tentar justificar o uso ou não uso de máscaras com os números do Verão, porque a situação era muito diferente.
Qualquer medida de prevenção num contexto destes será sempre mais eficaz em proporção ao número de infectados: se há 100 infectados por dia no país todo, proibir ajuntamentos de 5 ou + pessoas teria um impacto muito reduzido na contenção destes números quando comparando exatamente a mesma medida aplicada num contexto de 2500-3000 infectados por dia. Não invejo nada o trabalho da malta de Saúde Pública porque todos na opinião publica tentam moldar os números às suas teorias em vez de moldar as suas teorias aos números e entramos num ciclo de desinformação perigoso se formos por aí.

Quanto ao comportamento das pessoas, gostava de partilhar desse teu optimismo mas não consigo. Efetivamente vejo muito mais pessoas com máscara, com comportamentos dignos e com responsabilidade cívica do que via há uns tempos atras, mas será que já não terão falhado no timing? Isto em Setembro teria sido suficiente, mas e agora? Quanto as faculdades, a AEFEUP continua com os seus eventos como se nada fosse, tardes de finos é com eles, portanto nunca vamos conseguir evitar que faculdades sejam faculdades, que estudantes sejam estudantes, e esse círculo fechado vive numa bolha que dificilmente conseguirás intervir. Muito céptico quanto aos mesmos, teve de ser o próprio governo a decretar o fim de eventos académicos, que raio de responsabilidade poderemos esperar dos jovens quando ainda os organizavam no atual contexto? Atenção que não os julgo, os anos de estudante não voltam e a sociedade civil está a pedir-lhes que eles abdiquem dos mesmos em prol de uma comunidade onde reina a incoerência (quantas pessoas vão estar no F1?), mas vamos ter de assumir que os estudantes serão sempre super spreaders e temos de agir com essa informação bem presente.

Quanto ao investimento no SNS, teria sido a melhor e mais sensata medida; não foi feito e agora não há tempo para o fazer devidamente.
Hoje o mail das chefias que corria pelos profissionais de várias especialidades encerrava o seu texto com "Boa sorte para os tempos que aí vem, vamos precisar! Coragem".
Coragem e sorte. Repito, as linhas orientadoras, neste momento, são "coragem e sorte". O nosso SNS está, literalmente, entregue à sorte do destino e à coragem dos tristes que o vão enfrentar. Imperdoável.
Os anos de estudante não voltam isso é certo mas há que ter a noção das coisas e perceber que é pelo bem comum
Eu também sou estudante e estou desde que o cenário da pandemia agravou apenas a fazer aulas-casa e mais nada
E no meio estudantil onde estou também é isso que se verifica
Acho que não existem grupos da sociedade mais interessados que nós em que isto acabe porque pelo menos 1 dos anos do curso vai ir ao ar por causa disto
Todas as áreas da sociedade precisam de fazer sacrifícios
Se ainda há associações de estudantes e/ou comunidades académicas a organizar convívios e festas académicas devem ser responsabilizados criminalmente
 

bertobrb

Tribuna Presidencial
25 Maio 2019
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  • Alfredo Quintana
Já vi que a malta não é muito amiga de Historia.

A 2a vaga da Gripe Espanhola foi exactamente na mesma altura da 2ª vaga de CoVID 19 (Outubro).
Eu até acho que a esmagadora maioria está a cumprir mas há sempre gente que acha que as regras não são para eles...eu defendo uma acção mais musculada das forças de segurança para conter e desencorajar prevaricadores.

Ainda hoje vão para junto da Assembleia manifestantes dizer que obrigação de usar mascara é anti constitucional.
Há sempre parvos neste mundo

Este aumento de casos foi devido a festas e ajuntamentos de lazer.É terminar com isso
Tens os dados que comprovam que foi devido a ajuntamentos de lazer? Pura demagogia este comentário.
 
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John Wick

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Não entrava por aí, de tentar justificar o uso ou não uso de máscaras com os números do Verão, porque a situação era muito diferente.
Qualquer medida de prevenção num contexto destes será sempre mais eficaz em proporção ao número de infectados: se há 100 infectados por dia no país todo, proibir ajuntamentos de 5 ou + pessoas teria um impacto muito reduzido na contenção destes números quando comparando exatamente a mesma medida aplicada num contexto de 2500-3000 infectados por dia. Não invejo nada o trabalho da malta de Saúde Pública porque todos na opinião publica tentam moldar os números às suas teorias em vez de moldar as suas teorias aos números e entramos num ciclo de desinformação perigoso se formos por aí.

Quanto ao comportamento das pessoas, gostava de partilhar desse teu optimismo mas não consigo. Efetivamente vejo muito mais pessoas com máscara, com comportamentos dignos e com responsabilidade cívica do que via há uns tempos atras, mas será que já não terão falhado no timing? Isto em Setembro teria sido suficiente, mas e agora? Quanto as faculdades, a AEFEUP continua com os seus eventos como se nada fosse, tardes de finos é com eles, portanto nunca vamos conseguir evitar que faculdades sejam faculdades, que estudantes sejam estudantes, e esse círculo fechado vive numa bolha que dificilmente conseguirás intervir. Muito céptico quanto aos mesmos, teve de ser o próprio governo a decretar o fim de eventos académicos, que raio de responsabilidade poderemos esperar dos jovens quando ainda os organizavam no atual contexto? Atenção que não os julgo, os anos de estudante não voltam e a sociedade civil está a pedir-lhes que eles abdiquem dos mesmos em prol de uma comunidade onde reina a incoerência (quantas pessoas vão estar no F1?), mas vamos ter de assumir que os estudantes serão sempre super spreaders e temos de agir com essa informação bem presente.

Quanto ao investimento no SNS, teria sido a melhor e mais sensata medida; não foi feito e agora não há tempo para o fazer devidamente.
Hoje o mail das chefias que corria pelos profissionais de várias especialidades encerrava o seu texto com "Boa sorte para os tempos que aí vem, vamos precisar! Coragem".
Coragem e sorte. Repito, as linhas orientadoras, neste momento, são "coragem e sorte". O nosso SNS está, literalmente, entregue à sorte do destino e à coragem dos tristes que o vão enfrentar. Imperdoável.
É evidente que as medidas se devem aplicar em função e em proporção ao número de infectados, mas não nos podemos alhear do facto de em cada 8000 transmissões apenas 1 ocorrer no exterior. Todas as medidas que sejam adoptadas para conter o contágio em espaços exteriores acabarão sempre por não ter efeito prático e continuo a dizer que medidas que sirvam para limitar ou induzir as pessoas a permanecerem em casa e a não circularem ao ar livre, têm mais efeitos nefastos no controlo da pandemia do que o contrário. Não é só uma questão de covid, a saúde como um todo não pode ser esquecida, e em períodos como estes é fundamental que as pessoas levem uma vida saudável, que é precisamente o contrário do que está a acontecer.
Sei que a situação é complicada, o vírus é muito complicado, porque apesar de ter uma taxa de mortalidade muito baixa, tem uma taxa de infecção extremamente alta, um período de incubação grande, uma taxa muito grande de assintomáticos e é novo, está a ser estudado, há muita coisa que não se sabe, o conhecimento vai sendo actualizado diariamente, amanhã o que sabemos hoje pode já não ser verdade e ser preciso actualizar, mas um problema muito grande é que não existe uma comunicação clara por parte dos responsáveis políticos, que tentam sempre fazer passar a imagem de que têm tudo controlado e sabem o que estão a fazer. Em situações como estas, creio que será sempre fundamental que exista uma comunicação clara para com as pessoas, até para evitar ainda mais desinformação.

De resto, plenamente de acordo quanto ao investimento que falta no SNS e o mais revoltante de tudo é que havia dinheiro suficiente para estamos neste momento minimamente confortáveis com os números actuais. É lamentável e vergonhoso que se dê tão pouca importância aos profissionais de saúde e que estejam a passar por esta situação, tão mal pagos e com tanto trabalho.