1. Erros defensivos constantes
Se a equipa comete os mesmos erros ao longo do tempo, isso aponta mais para fragilidade estrutural e má organização coletiva do que para erros individuais isolados. A responsabilidade já não é só de um ou outro jogador.
2. Transição nula para o ataque
Uma equipa que não sabe sair a jogar ou aproveitar momentos de transição (contra-ataque) está mal treinada nesse momento do jogo. Isso é responsabilidade direta da equipa técnica.
3. Incapacidade de mudar processos ou plano
Treinadores eficazes ajustam ideias consoante:
O adversário;
O momento da época;
O que funciona ou não com o grupo que têm.
Se Anselmi insiste num modelo sem resultados, sem conseguir mexer com o jogo ou reinventar a equipa, isso é teimosia ou limitação técnica.
4. Jogadores estáticos
Quando se vê uma equipa sem dinâmica, sem vontade, sem movimentação sem bola… o problema é anímico e motivacional. Um balneário desligado pode ser sinal de que o treinador já não passa a sua mensagem.
E o plantel?
Sim, a qualidade individual importa — mas:
Até planteis modestos podem ter organização.
Equipas com menos talento já foram competitivas com um treinador com ideias claras e liderança.
Portanto, não é só o plantel. É o modelo, a liderança e a adaptação.
Continuo a dizer que Martim Anselmi não tem capacidade para estar à frente do FCPORTO.