O Zubi não tira as mãos dos bolsos, este não proíbe o Galeno de marcar grandes penalidades.
Estamos entregues à bicharada.
Estamos entregues à bicharada.
Os penaltis não são. É o jogador com melhor números que deverá marcar. E o Galeno assumiu logo a bola. Outro jogador qualquer que lhe quisesse tirar a bola para marcar ia ter que fazer uma cena. A culpa é toda dele a partir desse momento.Eu não estaria de certeza, o bom senso ditava que se mudasse o marcador porque já tinha falhado um, mantê-lo para o segundo foi pôr pressão e responsabilidade desnecessárias num único jogador.
Ou será que o futebol só é um jogo de equipa quando interessa?
E se tivéssemos tido um 3º penalty no jogo? Continuava a ser o Galeno a marcar?Os penaltis não são. É o jogador com melhor números que deverá marcar. E o Galeno assumiu logo a bola. Outro jogador qualquer que lhe quisesse tirar a bola para marcar ia ter que fazer uma cena. A culpa é toda dele a partir desse momento.
mas eu tenho isso em conta também. Contexto: Última jogada, último minuto. Um jogador assume a marcação. Qualquer imposição externa à equipa contrária a isso iria aumentar a pressão de um momento já de si de alta tensão para o marcador aumentando a probabilidade do jogador falhar.E se tivéssemos tido um 3º penalty no jogo? Continuava a ser o Galeno a marcar?
Este é o problema de olhar para o futebol como se fosse matemática. O contexto interessa.
Dizes tu. Isso não passa de uma suposição.mas eu tenho isso em conta também. Contexto: Última jogada, último minuto. Um jogador assume a marcação. Qualquer imposição externa à equipa contrária a isso iria aumentar a pressão de um momento já de si de alta tensão para o marcador aumentando a probabilidade do jogador falhar.
A situaçao do Galeno é uma observaçao interessante e que da minha parte merece uma opiniao algo paradoxal.Da minha parte, que penso ter sido até dos que iniciou esta discussão depois do último jogo, é muito simples.
Tal como disse e repito, espero que o JC não tenha servido apenas para ser trunfo eleitoral/atração de votos.
Espero, até pelo respeito que tenho por ele, que esteja com todas as condições de saúde para executar o cargo que ocupa.
A todas as perguntas ou críticas eu apenas deixo uma simples pergunta: alguém acha normal que tendo O Jorge Costa no banco, foi normal termos um Galeno da vida a marcar o segundo penalti depois de ter falhado o primeiro ?
Do gajo que estava a fazer de conta que era treinador no banco até já dou o desconto, agora do JC ?!
Se acham isto normal..
Da mesma forma que é uma suposição dizeres que o Jorge Costa intervir seria melhor para o desfecho do lance.Dizes tu. Isso não passa de uma suposição.
Onde é que eu disse que o Jorge Costa devia ter tido intervenção?Da mesma forma que é uma suposição dizeres que o Jorge Costa intervir seria melhor para o desfecho do lance.
O treinador queria eu dizerOnde é que eu disse que o Jorge Costa devia ter tido intervenção?
Convém ler antes de mandar larachas.
O desfecho do lance até podia ser o mesmo, mas não tem lógica absolutamente nenhuma colocar o mesmo jogador a marcar um penalty num jogo em que já falhou um. Ainda por cima quando a vitória depende da conversão porque é o último lance do jogo. Se a isso juntarmos o facto de estarmos a falar do Galeno, que tem bastantes limitações, tanto a nível técnico como cognitivo, para além da sua sobejamente conhecida fragilidade emocional...estava ali um caldinho ideal para acontecer o que aconteceu - que é como quem diz: estava-se mesmo a ver!O treinador queria eu dizer
É óbvio. Aquilo foi o cúmulo da estupidez.O desfecho do lance até podia ser o mesmo, mas não tem lógica absolutamente nenhuma colocar o mesmo jogador a marcar um penalty num jogo em que já falhou um. Ainda por cima quando a vitória depende da conversão porque é o último lance do jogo. Se a isso juntarmos o facto de estarmos a falar do Galeno, que tem bastantes limitações, tanto a nível técnico como cognitivo, para além da sua sobejamente conhecida fragilidade emocional...estava ali um caldinho ideal para acontecer o que aconteceu - que é como quem diz: estava-se mesmo a ver!
E o treinador tinha a obrigação de ter dois dedos de testa e meter outro a bater, quanto mais não fosse para, caso falhasse, a responsabilidade ser repartida por dois jogadores, em vez de cair tudo sobre os ombros de um. Correu-se o risco de "matar" o jogador psicologicamente, como acabou por suceder, sem necessidade nenhuma.
O jogador é que tinha de ter noção de não ir bater outra vez, isso simO desfecho do lance até podia ser o mesmo, mas não tem lógica absolutamente nenhuma colocar o mesmo jogador a marcar um penalty num jogo em que já falhou um. Ainda por cima quando a vitória depende da conversão porque é o último lance do jogo. Se a isso juntarmos o facto de estarmos a falar do Galeno, que tem bastantes limitações, tanto a nível técnico como cognitivo, para além da sua sobejamente conhecida fragilidade emocional...estava ali um caldinho ideal para acontecer o que aconteceu - que é como quem diz: estava-se mesmo a ver!
E o treinador tinha a obrigação de ter dois dedos de testa e meter outro a bater, quanto mais não fosse para, caso falhasse, a responsabilidade ser repartida por dois jogadores, em vez de cair tudo sobre os ombros de um. Correu-se o risco de "matar" o jogador psicologicamente, como acabou por suceder, sem necessidade nenhuma.
Lá está, entramos nas tais limitações cognitivas que mencionei. Já ouviste o Galeno falar alguma vez? Tira-se logo a pinta. Pode ser muito bom rapaz mas coitado, é básico. E sabendo disso, fosse um colega (nomeadamente o Diogo Costa que em vez de andar sempre com aquela cara de mártir a fazer lembrar o Wendell tinha a obrigação de ser líder e estar à altura da braçadeira que enverga) ou o treinador, deviam ter dito - não, bate outro jogador.O jogador é que tinha de ter noção de não ir bater outra vez, isso sim
Está tudo dito aqui.O Jorge Costa não é treinador, não pode nem deve se sobrepor às decisões técnicas ou tácticas do treinador.
Se o treinador não serve, cabe ao Jorge Costa tratar do assunto com a direcção e arranjar um que sirva.
Mas não é ele que toma decisões do dia a dia ou do jogo.
Mesmo no balneário, é duvidosa a influência que pode e deve ter.
Não vai ser ele a fazer palestras de jogo/treino ou decidir como o treinador gere o plantel.
Após ler isto creio ser legítimo, na minha ignorância, perguntar: o Jorge Costa serve então..para quê exatamente, no clube ?O Jorge Costa não é treinador, não pode nem deve se sobrepor às decisões técnicas ou tácticas do treinador.
Se o treinador não serve, cabe ao Jorge Costa tratar do assunto com a direcção e arranjar um que sirva.
Mas não é ele que toma decisões do dia a dia ou do jogo.
Mesmo no balneário, é duvidosa a influência que pode e deve ter.
Não vai ser ele a fazer palestras de jogo/treino ou decidir como o treinador gere o plantel.
Se ele não se identifica com o treinador, faz chegar o problema à direcção, despede-o e arranja outro.Após ler isto creio ser legítimo, na minha ignorância, perguntar: o Jorge Costa serve então..para quê exatamente, no clube ?
Se nem ele com todo o seu passado no clube podia atrever-se a mandar uma decisão técnica para o campo, ultrapassando essa lenda do futebol europeu que é o Tavares (é assim que se chama, certo ? pergunta honesta não sei bem o nome do homem) realmente a palavra figura decorativa fica difícil de não ser utilizada.
Cuidado, ainda chegamos ao ponto de ter que admitir que então, sendo assim, o anterior diretor tão criticado porque só servia para levantar placas, afinal não fazia mais que o seu papel.