#Futebol Francesco Farioli - Treinador

Francesco Farioli

Francesco Farioli

7.21

Estatísticas da Época - 2025/26


Dados completos de 2025/26

7.21 Performance da Época

Hangyodon

Tribuna Presidencial
15 Maio 2009
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Nem tudo no futebol são estatísticas! Estatísticas para mim são iguais aos troféus de cartolina dos montes de esterco vermelhos.

Contra o Arouca tiveste quase a perder pontos. Contra o Nacional do Margarido não perdemos pontos em casa porque o Diogo ao fim faz uma grande defesa. Corra o Santa Clara não perdemos pontos porque o GR “ofereceu” o golo ao Samu. Contra o Estoril em casa, outra merda de jogo..Etc etc. Para mim jogos bem conseguidos são aqueles que tu materializas em golo o que crias.

Que adianta dizermos que a percentagem de golos esperados era X se chegares ao fim e ganhares um ponto? Alguém nos vai dar uma taça de papel por isso? Vamos aos aliados festejar isso?

Deixemo-nos de andar sempre a agarrar na merda das estatísticas que isso não nos dá título nenhum. Quero é jogar bem, derreter os adversários e marcar golos. O nosso processo ofensivo no jogo contra os das taças de cartão já foi muit melhor, e pecamos pela finalização. Resultado? Perdemos 2 pontos. Deixou-me aqui doente que ainda hoje estou.

Se me agarrasse as estatísticas hoje ainda era o dia que estava a festejar. Assim estou aqui fodido.
O futebol não são só estatísticas, mas as estatísticas são uma ferramenta importante para analisar coisas que muitas vezes não são tão evidentes a olho nu. Não servem para substituir o jogo nem o resultado, mas ajudam a perceber se a equipa está a criar condições para ganhar ou não.

Olhando para os números que o @Roma colocou em cima:

Rio Ave
2.06 xG vs 0.25
16 remates vs 6
5 grandes oportunidades vs 1

Arouca
3.34 xG vs 0.26
20 remates vs 7
5 grandes oportunidades vs 0

Isto, em termos de análise futebolística, indica algumas coisas claras. Primeiro, o Porto controlou os jogos e os adversários não produziram praticamente nada em termos ofensivos já que valores de 0.25 ou 0.26 xG são muito baixos e normalmente correspondem a equipas que quase não criaram perigo.

Depois, há produção ofensiva. Gerar entre 2 e 3 xG num jogo é, em média, criação suficiente para marcar dois ou três golos. Além disso, cinco grandes oportunidades num jogo é um número alto e normalmente leva a vitórias confortáveis na maioria das partidas ao longo de uma época. O que os números apontam não é tanto para falta de jogo ofensivo, mas sim para falta de eficácia na finalização. A equipa criou o suficiente para resolver os jogos, mas não materializou.

E quando se comparam com os jogos do início da época que foram mencionados, a produção é praticamente a mesma. Contra o Guimarães houve 2.73 xG e contra o Casa Pia 2.63 xG, números muito semelhantes aos jogos recentes contra Rio Ave e Arouca. Ou seja, a diferença na perceção vem muito mais do resultado final do que da produção de jogo. Quando a bola entra duas ou três vezes diz-se que foi um grande jogo, quando não entra passa a ser um jogo péssimo, mesmo que as oportunidades criadas sejam semelhantes.


Ninguém ganha campeonatos com xG, isso é evidente. Mas ignorar completamente estes dados também não ajuda a perceber o que realmente aconteceu no jogo. As estatísticas não substituem o futebol, ajudam é a contextualizar o que se vê. E há aqui uma diferença importante: se o Porto estivesse a ganhar jogos por 1-0 criando pouco, com 0.7 ou 0.8 xG, aí sim podia ser preocupante, porque significaria que o processo ofensivo não está a funcionar e que a equipa tem dificuldade em criar ocasiões — e isso normalmente demora tempo a corrigir, porque implica trabalho tático, rotinas e dinâmicas ofensivas. Mas aqui está a acontecer quase o contrário: a equipa ganha curto mesmo criando muito. Quando tens jogos com 2, 3 ou mais xG e várias grandes oportunidades, o problema tende a estar muito mais na eficácia da finalização, que é algo mais localizado e muitas vezes mais momentâneo. Ou seja, os números sugerem que o processo de jogo, a forma de criar e a estratégia da equipa continuam muito semelhantes ao que eram no início da época. Não há uma quebra clara no modelo de jogo nem mudanças estruturais que justifiquem alarmes. O que há é falta de eficácia em certos momentos, e isso é um tipo de problema que em condições normais oscila muito mais ao longo de uma época. E com tudo isto em mente também temos de ter em conta quem temos de fora por lesão, o que torna a questão da falta de aproveitamento ofensivo ainda mais identificável.
 
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Roma

Tribuna Presidencial
17 Dezembro 2013
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Claro que houve. Há uma oportunidade de golo no final para o Nacional que podia dar o empate.
Fizeste-me ir ver o resumo do jogo outra vez porque também não me lembrava de nada disso. E não houve nada disso amigo. O único remate que o Nacional faz à baliza é a terminar a primeira parte que o diogo defende ,mas uma defesa normal e de zero perigo.
 
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Roma

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17 Dezembro 2013
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Porto
O futebol não são só estatísticas, mas as estatísticas são uma ferramenta importante para analisar coisas que muitas vezes não são tão evidentes a olho nu. Não servem para substituir o jogo nem o resultado, mas ajudam a perceber se a equipa está a criar condições para ganhar ou não.

Olhando para os números que foram o @Roma colocou em cima:

Rio Ave
2.06 xG vs 0.25
16 remates vs 6
5 grandes oportunidades vs 1

Arouca
3.34 xG vs 0.26
20 remates vs 7
5 grandes oportunidades vs 0

Isto, em termos de análise futebolística, indica algumas coisas claras. Primeiro, o Porto controlou os jogos e os adversários não produziram praticamente nada em termos ofensivos já que valores de 0.25 ou 0.26 xG são muito baixos e normalmente correspondem a equipas que quase não criaram perigo.

Depois, há produção ofensiva. Gerar entre 2 e 3 xG num jogo é, em média, criação suficiente para marcar dois ou três golos. Além disso, cinco grandes oportunidades num jogo é um número alto e normalmente leva a vitórias confortáveis na maioria das partidas ao longo de uma época. O que os números apontam não é tanto para falta de jogo ofensivo, mas sim para falta de eficácia na finalização. A equipa criou o suficiente para resolver os jogos, mas não materializou.

E quando se comparam com os jogos do início da época que foram mencionados, a produção é praticamente a mesma. Contra o Guimarães houve 2.73 xG e contra o Casa Pia 2.63 xG, números muito semelhantes aos jogos recentes contra Rio Ave e Arouca. Ou seja, a diferença na perceção vem muito mais do resultado final do que da produção de jogo. Quando a bola entra duas ou três vezes diz-se que foi um grande jogo, quando não entra passa a ser um jogo péssimo, mesmo que as oportunidades criadas sejam semelhantes.


Ninguém ganha campeonatos com xG, isso é evidente. Mas ignorar completamente estes dados também não ajuda a perceber o que realmente aconteceu no jogo. As estatísticas não substituem o futebol, ajudam é a contextualizar o que se vê. E há aqui uma diferença importante: se o Porto estivesse a ganhar jogos por 1-0 criando pouco, com 0.7 ou 0.8 xG, aí sim podia ser preocupante, porque significaria que o processo ofensivo não está a funcionar e que a equipa tem dificuldade em criar ocasiões — e isso normalmente demora tempo a corrigir, porque implica trabalho tático, rotinas e dinâmicas ofensivas. Mas aqui está a acontecer quase o contrário: a equipa ganha curto mesmo criando muito. Quando tens jogos com 2, 3 ou mais xG e várias grandes oportunidades, o problema tende a estar muito mais na eficácia da finalização, que é algo mais localizado e muitas vezes mais momentâneo. Ou seja, os números sugerem que o processo de jogo, a forma de criar e a estratégia da equipa continuam muito semelhantes ao que eram no início da época. Não há uma quebra clara no modelo de jogo nem mudanças estruturais que justifiquem alarmes. O que há é falta de eficácia em certos momentos, e isso é um tipo de problema que em condições normais oscila muito mais ao longo de uma época. E com tudo isto em mente também temos de ter em conta quem temos de fora por lesão, o que torna a questão da falta de aproveitamento ofensivo ainda mais identificável.
Ora nem mais. As estatísticas foi para realçar precisamente isto "Ou seja, a diferença na perceção vem muito mais do resultado final do que da produção de jogo. Quando a bola entra duas ou três vezes diz-se que foi um grande jogo, quando não entra passa a ser um jogo péssimo, mesmo que as oportunidades criadas sejam semelhantes."

Dai estarem a dizer que contra o Arouca e Rio Ave foi um jogo péssimo , quando foram dois jogos praticamente iguais aos outros dois que dei de exemplo de inicio da época. O que mudou foi simplesmente a ineficácia na finalização. Agora nunca se pode dizer que fizemos um jogo péssimo. Por amor de deus.
 

Eclipsisboy

UM PASSADO ÍMPAR E UM FUTURO RISONHO! 💙🤍
25 Maio 2014
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Porto
  • Pinto da Costa
  • Campeão Nacional 19/20
  • Taça de Portugal 19/20
O futebol evoluiu. Cada vez menos vês alguém a "derreter" os adversários. E não estou agarrado as estatísticas. Estou só a demonstrar que nestes dois jogos criamos tanto ou igual ao que criamos nas primeiras jornadas. É um facto.

Obviamente que tens que materializar em golos e é isso que a equipa sofre. Agora a dizer que os jogos com o Arouca e o rio ave foram péssimos , não corresponde a verdade.

Englobando todo o contexto desta equipa que já foi explicado vezes sem conta , eu continuo a achar um milagre estar a fazer o que estamos a fazer no espaço de um ano.

Claro que doeu não ganhar na luz , obviamente. Mas o ano passado levava 4 de cada vez. Por isso , o caminho é este. Está a ser feito e é para seguir assim.
Atenção que não está em casa o excelente trabalho que está a ser feito. Isso não se questiona. O que aqui podemos dizer e que é verdade é que jogamos o último jogo de uma maneira que eu acho que se aproximou mais com a qualidade de jogo que vínhamos a apresentar no início de época.

O ano passo foi uma excepcao onde se bateram recordes negativos atrás de recordes negativos. Fazer pior era impossível!

Há 2 anos deste-lhes 5 aqui no Dragão com um plantel inferior ao que temos hoje por exemplo. Tudo isso é passado.

Certo é concordo que cada vez mais é difícil derreter os adversários. Mas no início de época éramos uma rolo que passava por cima dos outros. A nossa primeira parte no galinheiro agora foi um autêntico atropelo amigo, e é isso que quero ver já contra o Moreira em casa.
 
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Eclipsisboy

UM PASSADO ÍMPAR E UM FUTURO RISONHO! 💙🤍
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Porto
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Fizeste-me ir ver o resumo do jogo outra vez porque também não me lembrava de nada disso. E não houve nada disso amigo. O único remate que o Nacional faz à baliza é a terminar a primeira parte que o diogo defende ,mas uma defesa normal e de zero perigo.
Então serei eu que estou a confundir os jogos. Mas estava convencido que o Nacional tinha tido a acabar uma ocasião de golo que tinha sido o Diogo
A sacar!
 

Terry Malloy

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O que aqui podemos dizer e que é verdade é que jogamos o último jogo de uma maneira que eu acho que se aproximou mais com a qualidade de jogo que vínhamos a apresentar no início de época.
[...]

A nossa primeira parte no galinheiro agora foi um autêntico atropelo amigo [...]
Mas essa é que é a questão.

Nenhum de nós - nenhum - diria durante os últimos ~4 meses que uma primeira parte como aquela era possível. E agora foi.

Algo mudou. E penso que foi o facto de a época ter sido preparada para que surgisse agora um segundo pico de forma. Na altura das decisões.
 
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migrib88

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Atenção que não está em casa o excelente trabalho que está a ser feito. Isso não se questiona. O que aqui podemos dizer e que é verdade é que jogamos o último jogo de uma maneira que eu acho que se aproximou mais com a qualidade de jogo que vínhamos a apresentar no início de época.

O ano passo foi uma excepcao onde se bateram recordes negativos atrás de recordes negativos. Fazer pior era impossível!

Há 2 anos deste-lhes 5 aqui no Dragão com um plantel inferior ao que temos hoje por exemplo. Tudo isso é passado.

Certo é concordo que cada vez mais é difícil derreter os adversários. Mas no início de época éramos uma rolo que passava por cima dos outros. A nossa primeira parte no galinheiro agora foi um autêntico atropelo amigo, e é isso que quero ver já contra o Moreira em casa.
“Há 2 anos deste-lhes 5 aqui no Dragão com um plantel inferior ao que temos hoje por exemplo.”
Na altura tínhamos na frente Galeno, Evanilson e Chico Conceição. O nosso “número 10” era o Nico Gonzales. Se tivéssemos este ataque no domingo, provavelmente na primeira parte já tínhamos sentenciado o jogo.
 

NakaMessi

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“Há 2 anos deste-lhes 5 aqui no Dragão com um plantel inferior ao que temos hoje por exemplo.”
Na altura tínhamos na frente Galeno, Evanilson e Chico Conceição. O nosso “número 10” era o Nico Gonzales. Se tivéssemos este ataque no domingo, provavelmente na primeira parte já tínhamos sentenciado o jogo.
Sendo que essa vitória foi precisamente uma taça de cartão.

Acabamos esse ano em terceiro a milhas do benfica e a quilómetros de distância do sporting.

Por amor de deus.
 

Tails

Tribuna Presidencial
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Nao dá para ver o artigo todo mas do que é visivel nao ha mentira nenhuma. Nao tenho duvidas que AVB gostava que atacassemos a Liga Europa. Ele sabe bem que o nivel geral está totalmente ao alcance do FCP, mesmo que tenhamos calhado do lado mais chato do quadro.

Alias, eu proprio como adepto e acredito que muitos milhares mais acham o mesmo. E faz todo o sentido aziar à pala disso.
A vantagem sendo maior podiamos de facto abordar com outros olhos a Liga Europa. E tivemos tudo na mao para isso nos dois ultimos classicos do campeonato.
6+ e 10+ pontos de vantagem dava para atacar a Liga Europa e tirar pressao no campeonato.

Assim vamos estar sempre com um olhar desconfiado. E deixamos escapar a oportunidade de matar definitivamente os lampioes. 10 pontos ja nao iam lá e tinhamos pelo menos a pré da Champions quase quase garantida.
Tu quando queres ter razão fazes o maior acrobata de mortal à retaguarda do mundo parecer um amador.

Claro que há mentira, e não é pequena.

Mas alguém está preocupado com a possibilidade dos três candidatos ao título terminarem empatados com o mesmo número de pontos ?!?

Se me dissesses que existe a preocupação com o zbord, que tivemos duas oportunidades seguidas para fechar o campeonato, ainda comprava..agora o regime ?!

Se alguma vez na vida o regime terminasse o campeonato com os mesmos pontos que nós então não só não mereciamos ser campeões como mereciamos a despromoção.

Só mesmo alucinados do cm para conseguirem fazer esse cenário.

Preocupação com zbord ? Da minha parte, sim, bastante.

Do regime só mesmo em ficção, ainda por cima ainda terem que jogar entre os dois.
 

NakaMessi

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Perder 7 pontos para os lampiões com o calendário que temos comparado ao deles era motivo para despedir todo o plantel + treinador e demitir o presidente.

No final de tudo isso fechar o clube e deitar fora a chave.
 

Terry Malloy

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Perder 7 pontos para os lampiões com o calendário que temos comparado ao deles era motivo para despedir todo o plantel + treinador e demitir o presidente.

No final de tudo isso fechar o clube e deitar fora a chave.
O benfica já não conta.

Estão - muito aflitos - a ver se chegam ao 2º lugar.
 
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NakaMessi

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Processo de ajuste.

4 meses em bloco baixo. Agora tiveram ordem de soltura. É um processo de reequilíbrio.
Não creio que seja bem por aí.

Acho que a equipa (com a conivência do treinador) se entusiamou com o jogo sentiu que podiam golear e vingar a(s) derrota(s) do ano passado.

Até o Diogo Costa falou nisso.

Eles sentiram isso e sentiram bem, o problema é que não só falharam as oportunidades todas com decisões estapafúrdias como ainda nos expusemos aos contra-ataques da lampionada.
 
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Terry Malloy

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Não creio que seja bem por aí.

Acho que a equipa (com a conivência do treinador) se entusiamou com o jogo sentiu que podiam golear e vingar a(s) derrota(s) do ano passado.
Sim, também acho que isto teve um papel relevante.

E, se formos por aí, até o psicológico do treinador. Que pode ter sentido a equipa já suficientemente forte (e estava) para rebater e vingar o ser chamado cagão (por uns) ou parolo (por outros).

Teve azar e merecia melhor sorte.

Mas o que fica (apesar das dores) é um resultado inequivocamente positivo.
 

NakaMessi

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  • André Villas-Boas
Sim, também acho que isto teve um papel relevante.

E, se formos por aí, até o psicológico do treinador. Que pode ter sentido a equipa já suficientemente forte (e estava) para rebater e vingar o ser chamado cagão (por uns) ou parolo (por outros).

Teve azar e merecia melhor sorte.

Mas o que fica (apesar das dores) é um resultado inequivocamente positivo.
Sim, sem dúvida.

Não tenho qualquer intenção de criticar o mister.

Faço-o pontualmente (fi-lo contra o Arouca, por exemplo), mas no cômputo geral estou satisfeitíssimo com o trabalho efetuado e pela evolução da equipa.

Já o disse aqui inúmeras vezes que é crucial ganhar este título para sustentar o projeto Farioli no FCP.