Completamente de acordo.Ganhaste.
Se estatísticas não importam para o bem, também não importam para o mal.
Completamente de acordo.Ganhaste.
Se estatísticas não importam para o bem, também não importam para o mal.
O futebol não são só estatísticas, mas as estatísticas são uma ferramenta importante para analisar coisas que muitas vezes não são tão evidentes a olho nu. Não servem para substituir o jogo nem o resultado, mas ajudam a perceber se a equipa está a criar condições para ganhar ou não.Nem tudo no futebol são estatísticas! Estatísticas para mim são iguais aos troféus de cartolina dos montes de esterco vermelhos.
Contra o Arouca tiveste quase a perder pontos. Contra o Nacional do Margarido não perdemos pontos em casa porque o Diogo ao fim faz uma grande defesa. Corra o Santa Clara não perdemos pontos porque o GR “ofereceu” o golo ao Samu. Contra o Estoril em casa, outra merda de jogo..Etc etc. Para mim jogos bem conseguidos são aqueles que tu materializas em golo o que crias.
Que adianta dizermos que a percentagem de golos esperados era X se chegares ao fim e ganhares um ponto? Alguém nos vai dar uma taça de papel por isso? Vamos aos aliados festejar isso?
Deixemo-nos de andar sempre a agarrar na merda das estatísticas que isso não nos dá título nenhum. Quero é jogar bem, derreter os adversários e marcar golos. O nosso processo ofensivo no jogo contra os das taças de cartão já foi muit melhor, e pecamos pela finalização. Resultado? Perdemos 2 pontos. Deixou-me aqui doente que ainda hoje estou.
Se me agarrasse as estatísticas hoje ainda era o dia que estava a festejar. Assim estou aqui fodido.
Fizeste-me ir ver o resumo do jogo outra vez porque também não me lembrava de nada disso. E não houve nada disso amigo. O único remate que o Nacional faz à baliza é a terminar a primeira parte que o diogo defende ,mas uma defesa normal e de zero perigo.Claro que houve. Há uma oportunidade de golo no final para o Nacional que podia dar o empate.
Ora nem mais. As estatísticas foi para realçar precisamente isto "Ou seja, a diferença na perceção vem muito mais do resultado final do que da produção de jogo. Quando a bola entra duas ou três vezes diz-se que foi um grande jogo, quando não entra passa a ser um jogo péssimo, mesmo que as oportunidades criadas sejam semelhantes."O futebol não são só estatísticas, mas as estatísticas são uma ferramenta importante para analisar coisas que muitas vezes não são tão evidentes a olho nu. Não servem para substituir o jogo nem o resultado, mas ajudam a perceber se a equipa está a criar condições para ganhar ou não.
Olhando para os números que foram o @Roma colocou em cima:
Rio Ave
2.06 xG vs 0.25
16 remates vs 6
5 grandes oportunidades vs 1
Arouca
3.34 xG vs 0.26
20 remates vs 7
5 grandes oportunidades vs 0
Isto, em termos de análise futebolística, indica algumas coisas claras. Primeiro, o Porto controlou os jogos e os adversários não produziram praticamente nada em termos ofensivos já que valores de 0.25 ou 0.26 xG são muito baixos e normalmente correspondem a equipas que quase não criaram perigo.
Depois, há produção ofensiva. Gerar entre 2 e 3 xG num jogo é, em média, criação suficiente para marcar dois ou três golos. Além disso, cinco grandes oportunidades num jogo é um número alto e normalmente leva a vitórias confortáveis na maioria das partidas ao longo de uma época. O que os números apontam não é tanto para falta de jogo ofensivo, mas sim para falta de eficácia na finalização. A equipa criou o suficiente para resolver os jogos, mas não materializou.
E quando se comparam com os jogos do início da época que foram mencionados, a produção é praticamente a mesma. Contra o Guimarães houve 2.73 xG e contra o Casa Pia 2.63 xG, números muito semelhantes aos jogos recentes contra Rio Ave e Arouca. Ou seja, a diferença na perceção vem muito mais do resultado final do que da produção de jogo. Quando a bola entra duas ou três vezes diz-se que foi um grande jogo, quando não entra passa a ser um jogo péssimo, mesmo que as oportunidades criadas sejam semelhantes.
Ninguém ganha campeonatos com xG, isso é evidente. Mas ignorar completamente estes dados também não ajuda a perceber o que realmente aconteceu no jogo. As estatísticas não substituem o futebol, ajudam é a contextualizar o que se vê. E há aqui uma diferença importante: se o Porto estivesse a ganhar jogos por 1-0 criando pouco, com 0.7 ou 0.8 xG, aí sim podia ser preocupante, porque significaria que o processo ofensivo não está a funcionar e que a equipa tem dificuldade em criar ocasiões — e isso normalmente demora tempo a corrigir, porque implica trabalho tático, rotinas e dinâmicas ofensivas. Mas aqui está a acontecer quase o contrário: a equipa ganha curto mesmo criando muito. Quando tens jogos com 2, 3 ou mais xG e várias grandes oportunidades, o problema tende a estar muito mais na eficácia da finalização, que é algo mais localizado e muitas vezes mais momentâneo. Ou seja, os números sugerem que o processo de jogo, a forma de criar e a estratégia da equipa continuam muito semelhantes ao que eram no início da época. Não há uma quebra clara no modelo de jogo nem mudanças estruturais que justifiquem alarmes. O que há é falta de eficácia em certos momentos, e isso é um tipo de problema que em condições normais oscila muito mais ao longo de uma época. E com tudo isto em mente também temos de ter em conta quem temos de fora por lesão, o que torna a questão da falta de aproveitamento ofensivo ainda mais identificável.
Era o que queria dizer, não corrigi pois o pessoal ia perceber no contexto da fraseDimensão fisica. Não fiscal... mas concordo.
Atenção que não está em casa o excelente trabalho que está a ser feito. Isso não se questiona. O que aqui podemos dizer e que é verdade é que jogamos o último jogo de uma maneira que eu acho que se aproximou mais com a qualidade de jogo que vínhamos a apresentar no início de época.O futebol evoluiu. Cada vez menos vês alguém a "derreter" os adversários. E não estou agarrado as estatísticas. Estou só a demonstrar que nestes dois jogos criamos tanto ou igual ao que criamos nas primeiras jornadas. É um facto.
Obviamente que tens que materializar em golos e é isso que a equipa sofre. Agora a dizer que os jogos com o Arouca e o rio ave foram péssimos , não corresponde a verdade.
Englobando todo o contexto desta equipa que já foi explicado vezes sem conta , eu continuo a achar um milagre estar a fazer o que estamos a fazer no espaço de um ano.
Claro que doeu não ganhar na luz , obviamente. Mas o ano passado levava 4 de cada vez. Por isso , o caminho é este. Está a ser feito e é para seguir assim.
Então serei eu que estou a confundir os jogos. Mas estava convencido que o Nacional tinha tido a acabar uma ocasião de golo que tinha sido o DiogoFizeste-me ir ver o resumo do jogo outra vez porque também não me lembrava de nada disso. E não houve nada disso amigo. O único remate que o Nacional faz à baliza é a terminar a primeira parte que o diogo defende ,mas uma defesa normal e de zero perigo.
Mas essa é que é a questão.O que aqui podemos dizer e que é verdade é que jogamos o último jogo de uma maneira que eu acho que se aproximou mais com a qualidade de jogo que vínhamos a apresentar no início de época.
[...]
A nossa primeira parte no galinheiro agora foi um autêntico atropelo amigo [...]
“Há 2 anos deste-lhes 5 aqui no Dragão com um plantel inferior ao que temos hoje por exemplo.”Atenção que não está em casa o excelente trabalho que está a ser feito. Isso não se questiona. O que aqui podemos dizer e que é verdade é que jogamos o último jogo de uma maneira que eu acho que se aproximou mais com a qualidade de jogo que vínhamos a apresentar no início de época.
O ano passo foi uma excepcao onde se bateram recordes negativos atrás de recordes negativos. Fazer pior era impossível!
Há 2 anos deste-lhes 5 aqui no Dragão com um plantel inferior ao que temos hoje por exemplo. Tudo isso é passado.
Certo é concordo que cada vez mais é difícil derreter os adversários. Mas no início de época éramos uma rolo que passava por cima dos outros. A nossa primeira parte no galinheiro agora foi um autêntico atropelo amigo, e é isso que quero ver já contra o Moreira em casa.
Sendo que essa vitória foi precisamente uma taça de cartão.“Há 2 anos deste-lhes 5 aqui no Dragão com um plantel inferior ao que temos hoje por exemplo.”
Na altura tínhamos na frente Galeno, Evanilson e Chico Conceição. O nosso “número 10” era o Nico Gonzales. Se tivéssemos este ataque no domingo, provavelmente na primeira parte já tínhamos sentenciado o jogo.
Tu quando queres ter razão fazes o maior acrobata de mortal à retaguarda do mundo parecer um amador.Nao dá para ver o artigo todo mas do que é visivel nao ha mentira nenhuma. Nao tenho duvidas que AVB gostava que atacassemos a Liga Europa. Ele sabe bem que o nivel geral está totalmente ao alcance do FCP, mesmo que tenhamos calhado do lado mais chato do quadro.
Alias, eu proprio como adepto e acredito que muitos milhares mais acham o mesmo. E faz todo o sentido aziar à pala disso.
A vantagem sendo maior podiamos de facto abordar com outros olhos a Liga Europa. E tivemos tudo na mao para isso nos dois ultimos classicos do campeonato.
6+ e 10+ pontos de vantagem dava para atacar a Liga Europa e tirar pressao no campeonato.
Assim vamos estar sempre com um olhar desconfiado. E deixamos escapar a oportunidade de matar definitivamente os lampioes. 10 pontos ja nao iam lá e tinhamos pelo menos a pré da Champions quase quase garantida.
Ora...Ganhaste.
Se estatísticas não importam para o bem, também não importam para o mal.
Processo de ajuste.Na verdade esta segunda parte na luz foi um bocado conceiciana.
Equipa toda partida a ganhar a deixar crateras nas transições sem necessidade.
O benfica já não conta.Perder 7 pontos para os lampiões com o calendário que temos comparado ao deles era motivo para despedir todo o plantel + treinador e demitir o presidente.
No final de tudo isso fechar o clube e deitar fora a chave.
Não creio que seja bem por aí.Processo de ajuste.
4 meses em bloco baixo. Agora tiveram ordem de soltura. É um processo de reequilíbrio.
Sim, também acho que isto teve um papel relevante.Não creio que seja bem por aí.
Acho que a equipa (com a conivência do treinador) se entusiamou com o jogo sentiu que podiam golear e vingar a(s) derrota(s) do ano passado.
Sim, sem dúvida.Sim, também acho que isto teve um papel relevante.
E, se formos por aí, até o psicológico do treinador. Que pode ter sentido a equipa já suficientemente forte (e estava) para rebater e vingar o ser chamado cagão (por uns) ou parolo (por outros).
Teve azar e merecia melhor sorte.
Mas o que fica (apesar das dores) é um resultado inequivocamente positivo.
O pior é que hoje nem tou a trabalhar de casa.@NakaMessi hoje estás a trabalhar ainda menos que eu.