Economia Internacional

Panda Azul e Branco

Tribuna Presidencial
14 Janeiro 2025
5,956
7,708
"Ainda o galo não cantou três vezes a as primeiras declarações do novo primeiro-ministro húngaro já arrefeceram os ânimos em Bruxelas. Magyar afirma que Budapeste continuará a adquirir petróleo russo, recusa participar no empréstimo da União Europeia à Ucrânia, recusa a aceleração da adesão ucraniana ao bloco europeu e espera que, finda a guerra, a União levante as sanções impostas à Rússia, assim como exige que Kiev resolva a questão da lei linguística, permitindo que a minoria húngara use, com amparo legal, a sua própria língua."

Afinal o novo primeiro ministro húngaro não é assim tão anti Rússia como se previa
Lol... afinal é igualzinho ao Orban, tantos foguetes que deitaram para nada...
 

Panda Azul e Branco

Tribuna Presidencial
14 Janeiro 2025
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Comparar um regime de extrema-direita alimentador desenfreado de uma oligarquia do mais corrupto que há no mundo, com uma social-democracia ocidental normal, com alguns problemas de corrupção como os há em Portugal, por exemplo, faz todo o sentido, surrealisticamente falando.
Está visto que só os governos de direita ultraliberal e conservadora como o do Luís, é que são bons e sem defeitos nenhuns.
 

Qinglong

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26 Janeiro 2026
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talvez ao início, hoje em dia o Bibi só tem o apoio do Trump e das cópias.

Mas isso é alguma mensagem de jeito? A Kaja Kallas, quando os EUA e Israel atacaram o Irão a primeira coisa que fez foi condenar o Irão e dizer que Israel tinha o direito de se defender. Continua a insistir que Israel tem o direito de se defender quando foi Israel que começou todas as agressões.
 

Qinglong

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Já está a preparar as eleições do próximo ano a regularizar de forma descontrolada muita escória que por lá anda.

Mesmo com os avisos vindos da UE, avançou com o plano de regularização massiva de emigrantes.

Quando se vê a perder todas as eleições regionais, o desespero aumenta.

No meio de escândalos de corrupção e putas, fica complicado estar a par de todos.
Trata-se provavelmente do melhor e do mais corajoso governo da UE. Não que concorde com tudo o que fazem, mas à beira dos outros, ganham de goleada.
 
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12 Maio 2016
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Mas isso é alguma mensagem de jeito? A Kaja Kallas, quando os EUA e Israel atacaram o Irão a primeira coisa que fez foi condenar o Irão e dizer que Israel tinha o direito de se defender. Continua a insistir que Israel tem o direito de se defender quando foi Israel que começou todas as agressões.
já é uma grande evolução.

há pouco tempo a UE e os países europeus diziam apenas que Israel tem o direito de se defender e pronto.

agora já não dizem apenas isso,
é uma conversa politicamente correcta mas é claramente já a dizer ou pelo menos a dar a entender o que todos sabem, que não é defesa nenhuma e que os civis também são alvo.
 

Qinglong

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já é uma grande evolução.

há pouco tempo a UE e os países europeus diziam apenas que Israel tem o direito de se defender e pronto.

agora já não dizem apenas isso,
é uma conversa politicamente correcta mas é claramente já a dizer ou pelo menos a dar a entender o que todos sabem, que não é defesa nenhuma e que os civis também são alvo.
Não há evolução nenhuma, continuam a dizer que Israel tem o direito de se defender. É bom recordar que durante o genocídio em Gaza (que ainda continua), a mensagem foi exatamente a mesma, Israel tem o direito de se defender, mas está a cometer excessos. Discurso falso e hipócrita que não teve efeitos práticos, porque o genocídio e os crimes de guerra continuaram, sem qualquer pressão da EU. Mais, Israel está a fazer no sul do Líbano o que fez em gaza, a arrasar por completo a região, a destruir cidades e vilas inteiras, a destruir infraestruturas e a matar civis, além de ter deslocado 1 milhão de pessoas. E essa gente não tem uma palavra de condenação.

Pior do que isso, é a própria EU estar a aplicar sanções a críticos dos crimes de guerra de Israel e das políticas de expansão do militarismo.


Tudo normal.

Já nem vou ao que se está a passar no Reino Unido, porque já não pertencem à União Europeia.
 
10 Março 2020
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  • José Maria Pedroto
  • André Villas-Boas
  • Jorge Costa
Trata-se provavelmente do melhor e do mais corajoso governo da UE. Não que concorde com tudo o que fazem, mas à beira dos outros, ganham de goleada.
Com tantos casos de corrupção, é capaz de ser o melhor que a esquerda apoia. E nunca é demais lembrar que quem mantém o governo de pé são terroristas bascos, independentistas catalães e um partido extremista feminista em desaparecimento.
 

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"Ainda o galo não cantou três vezes a as primeiras declarações do novo primeiro-ministro húngaro já arrefeceram os ânimos em Bruxelas. Magyar afirma que Budapeste continuará a adquirir petróleo russo, recusa participar no empréstimo da União Europeia à Ucrânia, recusa a aceleração da adesão ucraniana ao bloco europeu e espera que, finda a guerra, a União levante as sanções impostas à Rússia, assim como exige que Kiev resolva a questão da lei linguística, permitindo que a minoria húngara use, com amparo legal, a sua própria língua."

Afinal o novo primeiro ministro húngaro não é assim tão anti Rússia como se previa
A estupidez está a reinar não só nos EUA como na Europa. A desinformação sobre o Magyar foi espalhada pelos principais meios de comunicação europeus. A UE queria tanto ver-se livre do Orban que foi derreter milhões e € na campanha de um tipo que pertenceu ao partido do Orban durante 22 anos e que sempre defendeu o mesmo tipo de políticas. A "limpeza" de imagem para o tornar num centrista radical favorável à máquina burocrática europeia estava condenada à falência. O Magyar consegue até ser ainda mais populista (de forma negativa) que o Orban.
 
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Não há evolução nenhuma, continuam a dizer que Israel tem o direito de se defender. É bom recordar que durante o genocídio em Gaza (que ainda continua), a mensagem foi exatamente a mesma, Israel tem o direito de se defender, mas está a cometer excessos. Discurso falso e hipócrita que não teve efeitos práticos, porque o genocídio e os crimes de guerra continuaram, sem qualquer pressão da EU. Mais, Israel está a fazer no sul do Líbano o que fez em gaza, a arrasar por completo a região, a destruir cidades e vilas inteiras, a destruir infraestruturas e a matar civis, além de ter deslocado 1 milhão de pessoas. E essa gente não tem uma palavra de condenação.

Pior do que isso, é a própria EU estar a aplicar sanções a críticos dos crimes de guerra de Israel e das políticas de expansão do militarismo.


Tudo normal.

Já nem vou ao que se está a passar no Reino Unido, porque já não pertencem à União Europeia.
não é 8 nem 80.

dizer algo como:"Em setembro, ela afirmou na ONU que a Itália apoiaria algumas sanções da União Europeia contra Israel devido à guerra na Faixa de Gaza, dizendo que as ações de Israel haviam ultrapassado um limite, 'violando normas humanitárias e causando um massacre de civis'."

ou
"European Commission President Ursula von der Leyen delivers one of her sharpest warnings yet over Israel’s war in Gaza. She condemns famine as a weapon of war, criticizes extremist Israeli ministers, and unveils proposals for sanctions, aid, and a Gaza reconstruction fund. "

... não é defender, isso é o que faz os EUA.

se deviam ser ainda mais agressivos e aplicar mesmo várias sanções? sim.
agora dizer que estão simplesmente a dizer que se estão a defender e tal como faziam no início da guerra...não é verdade, a narrativa já mudou há algum tempo.
 

Qinglong

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Com tantos casos de corrupção, é capaz de ser o melhor que a esquerda apoia. E nunca é demais lembrar que quem mantém o governo de pé são terroristas bascos, independentistas catalães e um partido extremista feminista em desaparecimento.
Corrupção têm todos os países.

A Alemanha elegeu recentemente um chanceler que é provavelmente um dos políticos mais corruptos do continente. A von der Leyen era uma das políticas com a imagem mais negativa na Alemanha, face ao seu envolvimento em inúmeros casos de corrupção. Acabou por ir para União Europeia, onde os casos de corrupção continuaram, como o escândalo com a Pfizer na altura do covid. O Mark Rutte saiu do governo holandês por um caso de corrupção que abalou todo o país, acabou por ir para a NATO.

Depende sempre do tipo de corrupção. Há corrupção "boa" e corrupção "má". A corrupção boa é quando estás ao serviço de certos interesses e dos interesses "certos", acaba até por dar currículo e consegues arranjar cargos. A corrupção "má" é a que dá direito a novelas constantes nos jornais e não é ao serviço de interesses superiores. Essa corrupção não dá currículo.
 

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não é 8 nem 80.

dizer algo como:"Em setembro, ela afirmou na ONU que a Itália apoiaria algumas sanções da União Europeia contra Israel devido à guerra na Faixa de Gaza, dizendo que as ações de Israel haviam ultrapassado um limite, 'violando normas humanitárias e causando um massacre de civis'."

ou
"European Commission President Ursula von der Leyen delivers one of her sharpest warnings yet over Israel’s war in Gaza. She condemns famine as a weapon of war, criticizes extremist Israeli ministers, and unveils proposals for sanctions, aid, and a Gaza reconstruction fund. "

... não é defender, isso é o que faz os EUA.

se deviam ser ainda mais agressivos e aplicar mesmo várias sanções? sim.
agora dizer que estão simplesmente a dizer que se estão a defender e tal como faziam no início da guerra...não é verdade, a narrativa já mudou há algum tempo.
O que são palavras sem ações?

Para lá com isso. É só patético estares a defender essa gente. Estiveram quase 2 anos caladas enquanto Israel levava a cabo um massacre e cometia crimes de guerras, assim como quase toda a comunicação social. Só nos últimos meses, antes do falso cessar fogo, é que houve maior cobertura, o que levou a esses comunicados da treta, sempre com subterfúgios ridículos e sempre a insistirem na ideia de que "Israel tem o direito de se defender", sempre.

Claro que é defender. Basta comparar o tipo de atitude que tiveram contra a Rússia, que invadiu um país e iniciou um conflito. Aqui agiram. E o que Rússia fez não se compara aos crimes hediondos de guerra cometidos pelos Israelitas ao longo dos últimos 3 anos.
 

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O que são palavras sem ações?

Para lá com isso. É só patético estares a defender essa gente. Estiveram quase 2 anos caladas enquanto Israel levava a cabo um massacre e cometia crimes de guerras, assim como quase toda a comunicação social. Só nos últimos meses, antes do falso cessar fogo, é que houve maior cobertura, o que levou a esses comunicados da treta, sempre com subterfúgios ridículos e sempre a insistirem na ideia de que "Israel tem o direito de se defender", sempre.

Claro que é defender. Basta comparar o tipo de atitude que tiveram contra a Rússia, que invadiu um país e iniciou um conflito. Aqui agiram. E o que Rússia fez não se compara aos crimes hediondos de guerra cometidos pelos Israelitas ao longo dos últimos 3 anos.
não estou a defender.
estou a dizer que actualmente já não apoiam Israel.

apoiar ou condenar mas não passar logo mais sanções...
... não é a mesma coisa.

e o que é que poderiam fazer além de sanções?

podes dizer é que são cagões e tal...mas isso é porque estão a falar de Israel, país dos judeus e que supostamente é aliado etc

com os EUA é a mesma coisa, se criticarem é com cuidadinho...
 

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não estou a defender.
estou a dizer que actualmente já não apoiam Israel.

apoiar ou condenar mas não passar logo mais sanções...
... não é a mesma coisa.

e o que é que poderiam fazer além de sanções?

podes dizer é que são cagões e tal...mas isso é porque estão a falar de Israel, país dos judeus e que supostamente é aliado etc

com os EUA é a mesma coisa, se criticarem é com cuidadinho...

Estás a mentir a ti próprio. Tu próprio acabaste-o de dizer. "o que poderiam fazer além de sanções?" Mas aplicaram sanções? Não.

O que poderiam fazer mais? Poderiam colocar muito maior pressão sobre Israel, como fizeram com a Rússia. A UE pressionou entidades como a FIFA, a UEFA, o COI, a Eurovisão, para remover a Rússia das competições. Com o Israel não o fizeram. Israel continua a competir na UEFA, na FIFA, na Eurovisão, etc. E nem pertencem à Europa.

Não apoiam Israel? Vários países da UE vendem armamento a Israel. Como não apoiam? A Alemanha é um dos parceiros mais importantes de Israel no setor militar. A França vende componentes militares a Israel, fundamentais para o seu arsenal.7

Não apoiam Israel? Porque sancionam jornalistas europeus por reportar os crimes de guerra de Israel em Gaza, impedindo-os de aceder ao sistema bancário e obrigando-os a viver de donativos de amigos e família?

É o mesmo que o Starmer fazer o mesmo tipo de discursos que a UE e, além de ter recebido milhões do lobby israelita para a sua campanha, o Reino Unido tem fornecido consistentemente armas, aviões, partes de aviões, combustível e inteligência aos Israelitas.

Não se trata de serem cagões ou aliados. A UE não é aliada dos EUA, está é subjugada aos EUA. Não tem estratégia geopolítica independente.
 
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Estás a mentir a ti próprio. Tu próprio acabaste-o de dizer. "o que poderiam fazer além de sanções?" Mas aplicaram sanções? Não.

O que poderiam fazer mais? Poderiam colocar muito maior pressão sobre Israel, como fizeram com a Rússia. A UE pressionou entidades como a FIFA, a UEFA, o COI, a Eurovisão, para remover a Rússia das competições. Com o Israel não o fizeram. Israel continua a competir na UEFA, na FIFA, na Eurovisão, etc. E nem pertencem à Europa.

Não apoiam Israel? Vários países da UE vendem armamento a Israel. Como não apoiam? A Alemanha é um dos parceiros mais importantes de Israel no setor militar. A França vende componentes militares a Israel, fundamentais para o seu arsenal.7

Não apoiam Israel? Porque sancionam jornalistas europeus por reportar os crimes de guerra de Israel em Gaza, impedindo-os de aceder ao sistema bancário e obrigando-os a viver de donativos de amigos e família?

É o mesmo que o Starmer fazer o mesmo tipo de discursos que a UE e, além de ter recebido milhões do lobby israelita para a sua campanha, o Reino Unido tem fornecido consistentemente armas, aviões, partes de aviões, combustível e inteligência aos Israelitas.

Não se trata de serem cagões ou aliados. A UE não é aliada dos EUA, está é subjugada aos EUA. Não tem estratégia geopolítica independente.
continuo a dizer a mesma coisa...
criticar e fazer pouco não é o mesmo que apoiar.

ainda assim Itália e Espanha retiraram apoio.
o UK limitou o que vende.
França diz que só para defesa...apesar de não ser bem assim.

essa questão dos jornalistas, desconheço.
mas sanções e congelamento de bens por criticar Israel? na UE? acho isso muito suspeito...


se gostava que um Ben Gvir ou mesmo o Bibi fosse tratados como terroristas? sim
gostava que enchessem o governo de Israel de sanções? sim, o governo, não necessariamente o país, porque não acredito muito nessa táctica típica de lixar a economia de um país para o povo ficar na merda e se virar contra o governo, historicamente quem se fode é sempre o povo e o governo continua a fazer o que quer.

os alemães deixarem de fornecer armamento também era bom, mas nesse caso não vai acontecer porque além de perderem MM, têm o trauma e o histórico do holocausto por isso nunca se viram mesmo contra Israel...
 
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Corrupção têm todos os países.

A Alemanha elegeu recentemente um chanceler que é provavelmente um dos políticos mais corruptos do continente. A von der Leyen era uma das políticas com a imagem mais negativa na Alemanha, face ao seu envolvimento em inúmeros casos de corrupção. Acabou por ir para União Europeia, onde os casos de corrupção continuaram, como o escândalo com a Pfizer na altura do covid. O Mark Rutte saiu do governo holandês por um caso de corrupção que abalou todo o país, acabou por ir para a NATO.

Depende sempre do tipo de corrupção. Há corrupção "boa" e corrupção "má". A corrupção boa é quando estás ao serviço de certos interesses e dos interesses "certos", acaba até por dar currículo e consegues arranjar cargos. A corrupção "má" é a que dá direito a novelas constantes nos jornais e não é ao serviço de interesses superiores. Essa corrupção não dá currículo.
O governo de Pedro Sánchez é o exemplo máximo de corrupção. Para garantir o apoio parlamentar, indultou e amnistiou os independentistas catalães, aliou-se aos herdeiros do terrorismo basco e a um partido feminista extremista que se encontra em vias de extinção.

Somam-se a isto os escândalos que envolvem a mulher e o irmão, ministros que gastavam dinheiro público em putas, a ministra das finanças não apresenta um orçamento há quatro anos.

Vamos ter regularização massiva de imigrantes, o Sánchez e o ministro da justiça desacreditam publicamente os juízes, numa clara tentativa de controlar as instituições.
 

Qinglong

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continuo a dizer a mesma coisa...
criticar e fazer pouco não é o mesmo que apoiar.

ainda assim Itália e Espanha retiraram apoio.
o UK limitou o que vende.
França diz que só para defesa...apesar de não ser bem assim.

essa questão dos jornalistas, desconheço.
mas sanções e congelamento de bens por criticar Israel? na UE? acho isso muito suspeito...


se gostava que um Ben Gvir ou mesmo o Bibi fosse tratados como terroristas? sim
gostava que enchessem o governo de Israel de sanções? sim, o governo, não necessariamente o país, porque não acredito muito nessa táctica típica de lixar a economia de um país para o povo ficar na merda e se virar contra o governo, historicamente quem se fode é sempre o povo e o governo continua a fazer o que quer.

os alemães deixarem de fornecer armamento também era bom, mas nesse caso não vai acontecer porque além de perderem MM, têm o trauma e o histórico do holocausto por isso nunca se viram mesmo contra Israel...
O Reino Unido não limitou o que vende.

O governo do Reino Unido supostamente emite licenças sobre o que pode e o que não pode ser vendido.

Em Setembro 2024, já com o Starmer como primeiro-ministro, o governo disse que ia suspender temporariamente as exportações para Israel. Não suspenderam. Entre Outubro e Dezembro de 2024 emitiram licenças no valor de cerca de 170 milhões de € de exportação de armamento para Israel. Depois acabaram por suspender cerca de 30 licenças relacionadas com partes de aviões, mas veio a confirmar-se que mesmo com a revogação das licenças o Reino Unido continuou a exportar partes de aviões para Israel.


Depois há a questão da inteligência e apoio direto a Israel. Vários aviões da Força Aérea Britânica têm voado em círculos sobre Gaza durante estes últimos anos, não se sabe ao certo com que intuito, mas tudo indica que seja para fornecer inteligência a Israel. O governo tem sido perguntado sobre este caso e recusam sempre responder.

Itália sim, acabou por suspender, sobretudo pela pressão da população. Espanha por opção do Governo.

França continua a fornecer e toda a gente sabe que "defesa" é ataque. É a mesma história dos democratas que votaram no congresso contra a limitação de venda de equipamento militar a Israel porque "Israel não se ia conseguir defender". Balelas.

Relativamente às sanções, há diversos tipos. Há sanções que podem ser aplicadas diretamente a membros do governo. Também não sou favorável a sanções que têm unicamente o intuito de provocar danos na população, apesar de uma grande parte da população de Israel defender e apoiar tudo o que o governo fez nestes últimos 3 anos.

O problema da Alemanha não tem nada a ver com traumas com o holocausto, porque não são os judeus que estão a cometer todos estes crimes, mas sim os sionistas. O que não faltam pelo mundo fora são judeus antissionistas e contra o governo extremista de Israel. O problema da Alemanha são rios de dinheiro a entrar do lobby-sionista.

Relativamente a sanções a pessoas singulares, isto é o que a UE faz, mas claro, evidentemente não verás nada disto nas televisões.


No Reino Unido, o governo classificou um grupo de apoio à Palestina de terrorista, o Palestine Action. A polícia detém regularmente em manifestações pessoas que usem slogans ou merchandising do grupo e que se manifeste em solidariedade a pessoas do grupo que foram detidas. Há idosos com quase 90 anos a serem detidos.


Recentemente retiraram uma licença a uma médica do NHS por posts nas redes sociais em solidariedade à Palestina. Tem sido recorrentemente detida e libertada e sofrido assédio de diversos lobbies sionistas.


Outro caso "interessante", é o julgamento de 6 ativistas do Palestine Action. Aqui esta deputada teve de invocar "privilégio parlamentar" para evitar represálias, só aqui se vê o nível de repressão que existe no Reino Unido neste momento relativamente a este caso. Ao que tudo indica, o juri poderá condenar os ativistas por danos criminais como vandalismo, mas não será informado que isso resultará posteriormente a penas tratadas como terrorismo. O que seria uma subversão da lei e um julgamento corrupto.



Quando não há ação, há apoio. Sobretudo quando se trata de governos. Mas neste caso, o que não falta são ações de apoio.
 

Qinglong

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O governo de Pedro Sánchez é o exemplo máximo de corrupção. Para garantir o apoio parlamentar, indultou e amnistiou os independentistas catalães, aliou-se aos herdeiros do terrorismo basco e a um partido feminista extremista que se encontra em vias de extinção.

Somam-se a isto os escândalos que envolvem a mulher e o irmão, ministros que gastavam dinheiro público em putas, a ministra das finanças não apresenta um orçamento há quatro anos.

Vamos ter regularização massiva de imigrantes, o Sánchez e o ministro da justiça desacreditam publicamente os juízes, numa clara tentativa de controlar as instituições.
Muito provavelmente os indultos e amnistias a independentistas catalões foram por motivos políticos e para garantir apoio parlamentar, mas isso também contribuiu para reduzir tensões políticas e no lugar dele muito provavelmente teria feito o mesmo.

Aliar-se a "herdeiros do terrorismo basco" é uma opinião, mas a verdade é que o EH Bildu é um partido legalizado e democrático e a ETA foi dissolvida em 2018.

Isso do extremismo feminista é no mínimo risível. Não me parece sequer um argumento sério que mereça grande atenção.

Sobre os casos da mulher e do irmão, há investigações por alegados conflitos de interesses, mas não existem sequer condenações. Talvez haverá motivação política da oposição, até porque há casos destes em todos os governos que acabam por resultar em nada e são usados pela oposição de forma pouco séria.

Os casos de ministros a gastar dinheiro em prostituição, sinceramente não sei do que se trata, mas não parece haver nenhuma evidência, a não ser rumores falsos levantados pela oposição.

O governo tem apresentado propostas de orçamentos, portanto é falso que não tenha apresentado. O que existe é dificuldade em aprovar certos orçamentos, mas quando assim é funciona com prorrogação do orçamento anterior. Nada de anormal.

A regularização dos imigrantes é uma medida para regularizar pessoas que já trabalham no país. Se estão a trabalhar, estão vulneráveis a todo o tipo de abusos. Queriam o quê? Que expulsassem 500 mil imigrantes? Boa sorte. O problema é como entraram tantos imigrantes de forma ilegal e porquê. A partir do momento em que tens 500 mil a trabalhar, é difícil fazer algo que não seja regularizar a situação destas pessoas. Mas certamente é uma medida impopular, sobretudo para muito grande empresário que adora uma mão de obra barata e sem quaisquer direitos laborais.

Quando elogio o governo espanhol, não é uma exaltação, porque está tudo muito nivelado por baixo. Não existe quase soberania nenhuma, os países estão subjugados a um sistema europeu centralista, pouco democrático, economicamente austero para economias mais atrasadas e periféricas e que beneficia sobretudo as grandes economias. Pelo menos o governo espanhol tem tido alguma dignidade.
 
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