Quanto à possibilidade de contágio na água do mar, convém dizer que na primeira fase de desconfinamento manteve-se restrição de ida à praia mas passaram a ser permitidos os desportos aquáticos...
Mas isso tem a ver com a possibilidade de aglomerados e não de transmissão pela areiahawkeyes disse:Quanto à possibilidade de contágio na água do mar, convém dizer que na primeira fase de desconfinamento manteve-se restrição de ida à praia mas passaram a ser permitidos os desportos aquáticos...
A estratégia sueca é uma inevitabilidade, só quem acredita que a vacina demorará poucos meses a estar disponivel pode realisticamente acreditar no contrário, o contágio controlado é num cenário onde isso não acontece, a única solução com algum bom senso.Devilelas disse:Bom depois de acabar ouvir alguns minutos o José Miguel Júdice na SIC notícias, fico surpreendido sobre como é que se dá tempo de antena a "oráculos" desta "qualidade", para dizer umas patacoadas (um pascácio que quanto muito percebe de direito, mas que seguramente quanto a epidemias e estratégias epidémicas não é claramente o caso). Em resumo o senhor do alto da sua cátedra sugere uma estratégia à Sueca ou tipo Reino Unido, libertem os jovens para que se infectem...esta pandemia segundo ele é uma coisinha leve que nao merece o que esta a ser feito e o pretenso histerimos que segundo ele se criou.
Sinceramente, acho reprovável e censurável que (ainda se fosse na CMTV já não era nada de novo) se dê tempo de antena a um individuo deste, que sem qualquer tipo de formação faz um discurso/comentário perigoso pela mensagem que consagra.
Só tenho pena que a bravata deste indivíduo (um parasita da pior espécie) se fique pela televisão.
Eu que sou favorável a reabertura gradual da sociedades e economias, digo-te que esse é um caminho bem mais perigoso e não tão Linear como referes. A começar pelo conceito de imunidade de grupo, que só é aplicável quando já existe uma vacina e, com esta, saber as necessidades de vacinação de uma população.Branco disse:A estratégia sueca é uma inevitabilidade, só quem acredita que a vacina demorará poucos meses a estar disponivel pode realisticamente acreditar no contrário, o contágio controlado é num cenário onde isso não acontece, a única solução com algum bom senso.
E em parte a falta de noção disso pelas populações deve-se ao facto dos politicos em muitos paises estarem com medo de assumir isso publicamente, mas isso só vai agudizar a situação económica porque vai criar pressão para expandir as quarentenas para além do necessário e criar incerteza no investimento económico.
Sim vai existir algum aumento da taxa de mortalidade até existir imunidade de grupo numa comparação com paises em quarentena, mas no longo prazo e chegando lá mais depressa ninguém sabe ao certo se haverá grande diferença, mas pode existir é ainda uma economia para onde voltar ao contrário de quarentenas constantes que mais tarde ou mais cedo vão levar ao colapso dos paises que as defendem e isso trará aumentos de mortalidade por outras razões.
Eu deixei de ver por causa desse paleio idiota.Devilelas disse:Bom depois de acabar ouvir alguns minutos o José Miguel Júdice na SIC notícias, fico surpreendido sobre como é que se dá tempo de antena a "oráculos" desta "qualidade", para dizer umas patacoadas (um pascácio que quanto muito percebe de direito, mas que seguramente quanto a epidemias e estratégias epidémicas não é claramente o caso). Em resumo o senhor do alto da sua cátedra sugere uma estratégia à Sueca ou tipo Reino Unido, libertem os jovens para que se infectem...esta pandemia segundo ele é uma coisinha leve que nao merece o que esta a ser feito e o pretenso histerimos que segundo ele se criou.
Sinceramente, acho reprovável e censurável que (ainda se fosse na CMTV já não era nada de novo) se dê tempo de antena a um individuo deste, que sem qualquer tipo de formação faz um discurso/comentário perigoso pela mensagem que consagra.
Só tenho pena que a bravata deste indivíduo (um parasita da pior espécie) se fique pela televisão.
Eu não estou a defender que não se faça nada, a estratégia de contágio controlado não é isso, obviamente que os grupos de risco terão sempre que ter protecções especificas, assim como a população em geral deve ter também alguns cuidados até existir vacina, mas desde que não se ultrapasse o limite da capacidade instalada em termos de equipamento médico eu creio que dá para gerir o contágio controlado, e o caso sueco dá a ideia que isso é possivel se for bem gerido.nprc disse:Eu que sou favorável a reabertura gradual da sociedades e economias, digo-te que esse é um caminho bem mais perigoso e não tão Linear como referes. A começar pelo conceito de imunidade de grupo, que só é aplicável quando já existe uma vacina e, com esta, saber as necessidades de vacinação de uma população.
Sem um protocolo de tratamento definido e vacina, os sistemas de saúde de qualquer país do mundo irá colapsar em menos 45 dias sem um controlo efectivo. E o colapsar significa não só o triste dilema de quem salvar, como a inevitável ação política de outro outbreak total. Portugal é extremamente sensível nesse ponto pela nossa demografia.
Por último, e não menos importante, para os países mais afetados por esta pandemia, vai seguir um rasto de receio e temor nos próximos anos, em especial os que têm uma economia de turismo relevante. Será curioso analisar os casos espanhol e italiano nos 4 anos seguintes a pandemia.
Claro, mas estava a referir-me somente à questão da água do mar.Tunes disse:Mas isso tem a ver com a possibilidade de aglomerados e não de transmissão pela areia
A imunidade de grupo é como a humanidade chegou ao século 21 combatendo virus bem piores que este, é uma realidade biológica, e tal como tudo na civilização humana pode ser melhor ou pior gerida.ixnay disse:A conversa da imunidade de grupo é como a conversa da vacina para Outubro, ou seja: conversa de quem não faz puto ideia do que está a falar.
A imunidade de grupo é uma fantasia de meia dúzia de teóricos que pensam que estão a construir modelos num computador. Se as pessoas sentirem que estão a ser atiradas para um cenário de insegurança, uma grande maioria delas vai-se retrair em casa na mesma, fazendo aquilo que aconteceu na Suécia e em todos os países: uma crise de confiança que se refletirá no consumo.
Resumindo, nunca se irá atingir nenhuma imunidade de grupo pretendendo atingir uma imunidade de grupo. Irónico não é?
o que acredito mais que possa ser um verdadeiro obstáculo para o vírus será a temperatura - mas, naturalmente, a da água do mar será perfeitamente viável para que ele possa sobreviver.Tunes disse:Eu também não sou investigador, mas diria o contrário.
Agua em muita quantidade e em movimento constante.
Se tivesse de pôr dinheiro, diria que é um risco baixo.
Percebo o que dizes, mas neste tema não há soluções boas. Apenas e cada momento se tem de decidir pelo menos mal! Não há un road book, mas há cenários macro que podem ser tidos em conta!Branco disse:Eu não estou a defender que não se faça nada, a estratégia de contágio controlado não é isso, obviamente que os grupos de risco terão sempre que ter protecções especificas, assim como a população em geral deve ter também alguns cuidados até existir vacina, mas desde que não se ultrapasse o limite da capacidade instalada em termos de equipamento médico eu creio que dá para gerir o contágio controlado, e o caso sueco dá a ideia que isso é possivel se for bem gerido.
Eu aceito que num primeiro instante tenham existido quarentenas na maioria dos paises porque havia falta de informação sobre o virus e de capacidade instalada médica, ou de um plano para gerir o contágio controlado por parte desses mesmos paises.
No entanto e depois de todo este tempo já não me parece viável prolongar a situação, já tiveram tempo para se adaptar a esta nova realidade e agora é seguir com a vida, sim numa comparação com paises em que se continuem a praticar quarentenas teremos inicialmente uma taxa de mortalidade superior, mas se analisarmos o caso sueco não acho que seja superior o suficiente para a alternativa ser melhor solução.
É porque como já referi é só numa fase inicial, porque os outros paises estão a se expor a 2ªs vagas mais violentas por não adoptar essa estratégia, e depois ainda há a somar a questão económica que invariavelmente vai levar ao aumento de mortalidade por outras razões.
Já não estamos em 1527, onde a esperança média de vida era 40 anos ou que se aceitava com resignação a morte à custa de uma doença qualquer.Branco disse:A imunidade de grupo é como a humanidade chegou ao século 21 combatendo virus bem piores que este, é uma realidade biológica, e tal como tudo na civilização humana pode ser melhor ou pior gerida.
Eu não estava a criticar a solução portuguesa, eu acho normal que tenhamos feito uma quarentena, mas depois desse tempo temos que ter capacidade de seguir para outra estratégia e nos manter na mesma mesmo quando a mortalidade voltar a aumentar, porque desde que não haja nova explosão de casos que possa pôr em causa o sistema de saúde, essa será sempre uma inevitabilidade se não houver quarentena.nprc disse:Percebo o que dizes, mas neste tema não há soluções boas. Apenas e cada momento se tem de decidir pelo menos mal! Não há un road book, mas há cenários macro que podem ser tidos em conta!
Creio que o nosso caso Portugal, foi gerido com razoável sensatez - pese aí uns negócios menos claros - dando tempo nestes 3 meses para aumentar essa tal capacidade instalada, reeducação da população ao vírus e resgarda-la ao 1o surto que facilmente poderia resvalar!
Creio que estamos a ir no bom sentido de reabertura gradual da actividade económica, com uma capacidade de testagem grande para identificar rapidamente pequenos surtos e tomar ações. Agora somos uma economia muito aberta, dependente de outros mercados e nossa dinâmica vai também depender muito disso!
Tu aceitas perder vidas todos os dias, para um conjunto de situações se calhar até mais evitáveis que o virus, essa conversa de não perder apenas uma vida não faz qualquer sentido e não descreve adequadamente aquilo que é ainda a condição humana mesmo nos paises mais desenvolvidos.ixnay disse:Hoje não é aceitável perder uma ÚNICA vida sequer. Por isso a estratégia da imunidade de grupo é absolutamente irrealista, para ser simpático.
O Júdice é só mais um comentador o que não faltam são comentadores, o problema nos dias de hoje é que cada vez á mais uma cultura de politizar a ciencia e tentar calar a ciencia, a ciencia é muitas vezes isso, há opiniões contrarias...Devilelas disse:Bom depois de acabar ouvir alguns minutos o José Miguel Júdice na SIC notícias, fico surpreendido sobre como é que se dá tempo de antena a "oráculos" desta "qualidade", para dizer umas patacoadas (um pascácio que quanto muito percebe de direito, mas que seguramente quanto a epidemias e estratégias epidémicas não é claramente o caso). Em resumo o senhor do alto da sua cátedra sugere uma estratégia à Sueca ou tipo Reino Unido, libertem os jovens para que se infectem...esta pandemia segundo ele é uma coisinha leve que nao merece o que esta a ser feito e o pretenso histerimos que segundo ele se criou.
Sinceramente, acho reprovável e censurável que (ainda se fosse na CMTV já não era nada de novo) se dê tempo de antena a um individuo deste, que sem qualquer tipo de formação faz um discurso/comentário perigoso pela mensagem que consagra.
Só tenho pena que a bravata deste indivíduo (um parasita da pior espécie) se fique pela televisão.
Creio que Portugal testa muito mais e nesse sentido a relação infectados/óbitos numa comparação com a sueca será enviesada porque a Suécia certamente terá já muito maior percentagem da população que está ou esteve infectada.aaveloso disse:Confesso que nem sei bem o que se passa no caso sueco, mas pelo que leio aqui
suponho que não estão a tomar medidas tão restritivas como aqui.
O facto é que Portugal e a Suécia têm o mesmo número de habitantes e o mesmo número de casos confirmados:
2700 casos / milhão de habitantes. Isto é, ambos têm apenas 0,27% da população infectada (casos confirmados, claro).
A diferença é que a Suécia tem o triplo do número de mortos que Portugal.
Na vossa opinião, qual é a explicação para isto?
Parece-me um pouco optimista, é porque a produção em massa não vai começar antes de haver certezas sobre não só se funciona mas se não tem efeitos secundários, e depois a produção em 6 meses chegar aos biliões também me parece um pouco optimista, no entanto é só urgente imunizar os grupos de risco porque só isso já implicava reduzir a mortalidade em 99%.Gelsenkirchen disse:O director da equipa de investigação de Oxford, está mesmo confiante que vai ter a vacina em Setembro.
Estava a pouco a falar na CNN e disse que de momento estão a testar 1000 pessoas(500 a levar vacina e outras 500 de controlo) e que no próximo mês vão passar para 4 ou 5 mil. Que espera no final de Agosto, início de Setembro ter a vacina para aprovação de emergência.
Disse que nessa altura Setembro/Outubro terão doses suficientes para profissionais de saúde e para os mais idosos.
Disse que a escala de (billions) de doses poderá ser atingida no início de 2021, e que acredita que não serão os únicos a ter a vacina nessa altura e que vários laboratórios podem atingir essa meta.
Que assim seja.