Actualidade Nacional

Portista Azul

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Este governo bem gosta de imitar o governo Costa nas ações de propaganda.

Só faltam as mensagens de aumento de reformas para os telemóveis dos velhotes.
E os muitos milhões para a excelente comunicação social. O Montenegro não tem nenhum irmão a diretor nas TVs?
 

bluemonday

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E os muitos milhões para a excelente comunicação social. O Montenegro não tem nenhum irmão a diretor nas TVs?
Ah, mas essa coisa da comunicação social acho que o Montenegro já deu (ou está para dar). Parece que a estratégia do Costa fez escola.

Irmão e prima, não te esqueças. Um na SIC e a outra na RTP, durante uns bons anos (agora é só o irmão).
 

Tails

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6 Janeiro 2013
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Vamos ter Medina vs. SSP?

A disputa por uma ou duas secções seria lendária.

Só ficava a faltar o Alvaro Beleza como inexistência política dentro do partido mas que em contrapartida têm grande espaço mediático, completamente desproporcional face à relevância que têm, para o ramalhete ser completo.
 
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bluemonday

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"Em Portugal, todos os aeroportos têm nome de homem. Vamos mudar isso?"


Realmente é um absurdo. Todos homens...e pior ...brancos..
Penso que falo em nome do Fórum, ao sugerir que o primeiro a mudar seja o á o Francisco Sá Carneiro para Aeroporto Joacine Katar.
Eu só acho macabro que exista um Aeroporto Francisco Sá Carneiro, tendo em conta as circunstâncias da morte do homem. Mas enfim...
 
J

J | [Ka!s3r^].

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"Em Portugal, todos os aeroportos têm nome de homem. Vamos mudar isso?"


Realmente é um absurdo. Todos homens...e pior ...brancos..
Penso que falo em nome do Fórum, ao sugerir que o primeiro a mudar seja já o Francisco Sá Carneiro para Aeroporto Joacine Katar.


(...) em Lisboa, em cerca de 5 mil ruas existentes, apenas 5% têm nomes de mulheres, enquanto 44% possuem nomes de homens.

Quando se consideram apenas as ruas com nomes de pessoas, a disparidade torna-se ainda mais acentuada: 91% homenageiam homens e apenas 9% mulheres."


Tanta converseta sobre os fundamentalismos islâmicos, a posição inferior das mulheres nas sociedades muçulmanas, o perigo dos indostânicos e a violência contra as mulheres... e acaba-se a defender a inexistência de topónimos femininos. Extraordinário.

E ai de quem sugira alterar uma designação que seja! O melhor é nem sequer tocar nesses assuntos, nada fazer para diminuir diferenças na ordem dos 90-10. O "homem branco", branco como um snowflake, não suportará uma proporção de 85-15. Um aeroporto com um nome de mulher?... not on my watch! Mulheres sim, mas no recato do lar e sem qualquer representação no espaço público.
 
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Este tópico é engraçado. Vejo gente a rasgar vestes contra coisas que ninguém defende 🤣
Há muita malta a falar de forma irónica. Outros só a picar. É um Forum. Há um ou outro burro, que não valem os quilhões de um gato. Mas a maioria esmagadora são boa gente, com ideias diferentes. Mas debate....é democracia. A principal aliás.
 

Devenish

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Há muita malta a falar de forma irónica. Outros só a picar. É um Forum. Há um ou outro burro, que não valem os quilhões de um gato. Mas a maioria esmagadora são boa gente, com ideias diferentes. Mas debate....é democracia. A principal aliás.
Gostei da frase "que não valem os quilhões de um gato".
Coitado do animal passam a vida esterilizar o desgraçado.
 
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Dagerman

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1 Abril 2015
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(...) em Lisboa, em cerca de 5 mil ruas existentes, apenas 5% têm nomes de mulheres, enquanto 44% possuem nomes de homens.

Quando se consideram apenas as ruas com nomes de pessoas, a disparidade torna-se ainda mais acentuada: 91% homenageiam homens e apenas 9% mulheres."


Tanta converseta sobre os fundamentalismos islâmicos, a posição inferior das mulheres nas sociedades muçulmanas, o perigo dos indostânicos e a violência contra as mulheres... e acaba-se a defender a inexistência de topónimos femininos. Extraordinário.

E ai de quem sugira alterar uma designação que seja! O melhor é nem sequer tocar nesses assuntos, nada fazer para diminuir diferenças na ordem dos 90-10. O "homem branco", branco como um snowflake, não suportará uma proporção de 85-15. Um aeroporto com um nome de mulher?... not on my watch! Mulheres sim, mas no recato do lar e sem qualquer representação no espaço público.
Essa disparidade não terá a ver com o facto de ao longo de 800 anos de história nacional, até meados do século XX , os homens se terem destacado muito mais na vida pública do que as mulheres?
Se calhar devíamos alterar o nome da Avenida Vasco da Gama para Avenida da Mulher do Vasco da Gama. A mim parece-me uma ideia chelente.
 

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  • Alfredo Quintana
Essa disparidade não terá a ver com o facto de ao longo de 800 anos de história nacional, até meados do século XX , os homens se terem destacado muito mais na vida pública do que as mulheres?
Se calhar devíamos alterar o nome da Avenida Vasco da Gama para Avenida da Mulher do Vasco da Gama. A mim parece-me uma ideia chelente.
Claro que o papel proeminente dos homens na sociedade portuguesa terá um poder de explicação significativo. E então?... isso implica que nada se faça? Devemos esperar mais umas dezenas ou centenas de anos? Aguardar pela expansão dos espaços urbanos, novas ruas, novas cidades?... não. Seguramente haverá figuras femininas de relevo a nível local e nacional, mesmo que em menor número e com menor projecção. Não é impeditivo de nada. Morrerá alguém se se der o nome de algumas a alguns espaços? A um aeroporto?... ou tem mesmo de ser 90-10? Impeditivo de nada se fazer é argumentar que as coisas são assim e não podem ser de outra maneira.

... é estranhíssimo. Sabendo-se que a realidade é esta, esta desproporção tremenda, ainda se apresenta a possibilidade um maior equilíbrio como algo estapafúrdio. Como se dar um nome de uma mulher a um aeroporto, ou uma qualquer acção simbólica do género, fosse algo impensável.
 
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Dagerman

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Claro que o papel proeminente dos homens na sociedade portuguesa terá um poder de explicação significativo. E então?... isso implica que nada se faça? Devemos esperar mais umas dezenas ou centenas de anos? Aguardar pela expansão dos espaços urbanos, novas ruas, novas cidades?... não. Seguramente haverá figuras femininas de relevo a nível local e nacional, mesmo que em menor número e com menor projecção. Não é impeditivo de nada. Impeditivo de nada se fazer é argumentar que as coisas são assim e não podem ser de outra maneira.
Não me parece que haja grande discriminação sexual na toponímia. Há cinquenta anos não era assim, mas hoje as mulheres não têm razão de queixa nesse aspecto. Se se destacam na sua área, são homenageadas com nomes de ruas ou de infraestruturas.
O que se pode é questionar que tanto gajo tenha direito a nome de rua só por ter sido um cacique qualquer do republicanismo no século XIX. Ou melhor, porque é que qualquer caralho da política, que daqui a 50 anos ninguém vai saber quem é, tem logo direito a nome de rua.

Quando eu for prsidente da câmara do Porto vou mudar a toponímia toda. A rua Fernandes Tomás, por exemplo, passa a chamar-se rua Velasquez ou Van Gogh.
A rua 31 de janeiro passa a chamar-se rua 19 de Março (o aniversário da minha santa mãezinha), e por aí fora.
 
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Claro que o papel proeminente dos homens na sociedade portuguesa terá um poder de explicação significativo. E então?... isso implica que nada se faça? Devemos esperar mais umas dezenas ou centenas de anos? Aguardar pela expansão dos espaços urbanos, novas ruas, novas cidades?... não. Seguramente haverá figuras femininas de relevo a nível local e nacional, mesmo que em menor número e com menor projecção. Não é impeditivo de nada. Impeditivo de nada se fazer é argumentar que as coisas são assim e não podem ser de outra maneira.
O mundo não é um lugar justo. Felizmente desqualificaram, na notícia acima, alguém que quer perpetuar os conceitos.
Agora a falar a sério. O papel da mulher vai muito além de um nome numa rua. Há injustiça certamente no reconhecimento.
O tempo que passaram na sombra no século onde a tecnologia e infraestrutura evoluiram rapidamente, definiu o que exige agora no " reconhecimento público".
Mas repara, sai do teu prédio/casa. Das valor ao trabalho manual pelo que entendi de ti, certo ?
É que tudo que tu vires construído na rua, estou a falar de coisas físicas, infraestruturas, foi quase 100 por cento por homens...o que está á superfície e o que não. E a engenharia por trás também.
As mulheres fazem ainda uma missão maior. Dar continuidade á espécie, através do nascimento, da alimentação, das noites sem dormir, da preocupação constante. É o que é. As mulheres têm muita mais capacidade que os homens nalgumas coisas...os homens noutras. Estou a falar no geral, não em exemplos isolados ou minoritários.
 

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Não me parece que haja grande discriminação sexual na toponímia. Há cinquenta anos não era assim, mas hoje as mulheres não têm razão de queixa nesse aspecto. Se se destacam na sua área, são homenageadas com nomes de ruas ou de infraestruturas.
O que se pode é questionar que tanto gajo tenha direito a nome de rua só por ter sido um cacique qualquer do republicanismo no século XIX. Ou melhor, porque é que qualquer caralho da política, que daqui a 50 anos ninguém vai saber quem é, tem logo direito a nome de rua.
Se hoje já não é assim, se a desigualdade minguou, mais razão haverá para que a proporção não seja 90-10. Apenas se explicará pela inércia. Para mudar coisas, é mesmo necessário fazer algo... não basta afirmar que antes era assim porque era assim, hoje já é mais assado... mas, mais assim ou mais assado, nada se fará. Para se alterar uma diferença tão expressiva, será necessário fazer algo deliberado: atribuir nomes de personalidade femininas a ruas e coisas. Renomear ruas e coisas. Atribuir desproporcionalmente nomes femininos a ruas e coisas novas, ... . Caso contrário, o que se espera? Magia?

Seja como for, eu votaria a favor de um aeroporto Tânia Laranjo. Ou um busto numa aldeia junto a um pinhal ou eucaliptal. Por vezes temos de ser proactivos.
 
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Dagerman

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1 Abril 2015
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Se hoje já não é assim, se a desigualdade minguou, mais razão haverá para que a proporção não seja 90-10. Apenas se explicará pela inércia. Para mudar coisas, é mesmo necessário fazer algo... não basta afirmar que antes era assim porque era assim, hoje já é mais assado... mas, mais assim ou mais assado, nada se fará. Para se alterar uma diferença tão expressiva, será necessário fazer algo deliberado: atribuir nomes de personalidade femininas a ruas e coisas. Renomear ruas e coisas. Atribuir desproporcionalmente nomes femininos a ruas e coisas novas, ... . Caso contrário, o que se espera? Magia?

Seja como for, eu votaria a favor de um aeroporto Tânia Laranjo. Ou um busto numa aldeia junto a um pinhal ou eucaliptal. Por vezes temos de ser proactivos.
Aeroporto parece-me excessivo, pode ser um aeródromo Tânia Laranjo?
 
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