Claro que o papel proeminente dos homens na sociedade portuguesa terá um poder de explicação significativo. E então?... isso implica que nada se faça? Devemos esperar mais umas dezenas ou centenas de anos? Aguardar pela expansão dos espaços urbanos, novas ruas, novas cidades?... não. Seguramente haverá figuras femininas de relevo a nível local e nacional, mesmo que em menor número e com menor projecção. Não é impeditivo de nada. Impeditivo de nada se fazer é argumentar que as coisas são assim e não podem ser de outra maneira.
Uma esgrimista norte-americana ajoelhou-se e recusou competir contra Redmond Sullivan (atleta transgénero que antes competiu pela equipa masculina), acabando desqualificada. As imagens estão a correr os Estados Unidos, numa altura em que o presidente Donald Trump encetou batalha contra os...
www.ojogo.pt
O mundo não é um lugar justo. Felizmente desqualificaram, na notícia acima, alguém que quer perpetuar os conceitos.
Agora a falar a sério. O papel da mulher vai muito além de um nome numa rua. Há injustiça certamente no reconhecimento.
O tempo que passaram na sombra no século onde a tecnologia e infraestrutura evoluiram rapidamente, definiu o que exige agora no " reconhecimento público".
Mas repara, sai do teu prédio/casa. Das valor ao trabalho manual pelo que entendi de ti, certo ?
É que tudo que tu vires construído na rua, estou a falar de coisas físicas, infraestruturas, foi quase 100 por cento por homens...o que está á superfície e o que não. E a engenharia por trás também.
As mulheres fazem ainda uma missão maior. Dar continuidade á espécie, através do nascimento, da alimentação, das noites sem dormir, da preocupação constante. É o que é. As mulheres têm muita mais capacidade que os homens nalgumas coisas...os homens noutras. Estou a falar no geral, não em exemplos isolados ou minoritários.