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Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
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A extrema esquerda anda sempre com o Nazismo na boca, ao mesmo tempo que tal como os Nazis tem um odio visceral pelos judeus, é incrível de se ver.
A extrema esquerda não detesta os judeus, nem sequer detesta o estado de Israel. O que detesta é o sionismo, essa corrente ideológica (religiosa, racista e militarista) que há muitas décadas tomou conta das rédeas do estado judaico, que é um país governado por rabis e militares, tal como o Irão é governado por aiatolás e militares. Há imensos israelitas de esquerda que preferiam em vez disso um estado bilingue e biconfessional ao estilo da Bélgica, mas a corrente sionista em Israel vê nisso uma abominação e uma blasfémia.
 

wolfheart

Tribuna Presidencial
30 Novembro 2015
7,022
8,298
Bragança
A extrema esquerda não detesta os judeus, nem sequer detesta o estado de Israel. O que detesta é o sionismo, essa corrente ideológica (religiosa, racista e militarista) que há muitas décadas tomou conta das rédeas do estado judaico, que é um país governado por rabis e militares, tal como o Irão é governado por aiatolás e militares. Há imensos israelitas de esquerda que preferiam em vez disso um estado bilingue e biconfessional ao estilo da Bélgica, mas a corrente sionista em Israel vê nisso uma abominação e uma blasfémia.
Achas mais provável seres vitima de um Sionista ou de um Salafista ?
 

Jules Winnfield

Tribuna Presidencial
11 Abril 2016
17,896
9,415
O problema na sociedade ocidental é que a visão da vida em sociedade é diferente. Desde logo pela valorização da vida, na sociedade islâmica fundamentalista, e estamos a falar de milhões e milhões de pessoas a visão de território, do terreno, da terra é muito superior à vida humana. A vida humana não tem o mesmo valor na Palestina, no Irão que em Israel, na Europa, na América do Norte.

Israel só vai conseguir atingir os seus objetivos de segurança e de mitigação do risco segurança no futuro, retirando terreno aos Palestinianos e países adjacentes envolvidos em guerra direta.

não acredito que retirando metade da Palestina neste momento seja suficiente, aliás acredito que quer o Líbano quer a Síria vai perder território considerável. Se calhar o erro de Israel foi ter devolvido território ao Egito depois de derrotar a agressão deste país!

acho que Gaza vai ser um quadrado em vez de um retângulo e o sul do Líbano é parte da Síria serão anexados e o Irão regressará a séculos passados em termos de infeaestruturas, provavelmente tentarão mudar o regime!
 

Jules Winnfield

Tribuna Presidencial
11 Abril 2016
17,896
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A extrema esquerda não detesta os judeus, nem sequer detesta o estado de Israel. O que detesta é o sionismo, essa corrente ideológica (religiosa, racista e militarista) que há muitas décadas tomou conta das rédeas do estado judaico, que é um país governado por rabis e militares, tal como o Irão é governado por aiatolás e militares. Há imensos israelitas de esquerda que preferiam em vez disso um estado bilingue e biconfessional ao estilo da Bélgica, mas a corrente sionista em Israel vê nisso uma abominação e uma blasfémia.
Está a falar de uma democracia livre e com liberdade de expressão certo? É comparas com sociedade, nem são países, onde não existe democracia nem liberdade de expressão! Aliás o mais usual é matarem por expressares um opinião ou credo diferente, apenas rezares em silêncio sem abrires a boca!
 

Jules Winnfield

Tribuna Presidencial
11 Abril 2016
17,896
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A comunicação social fala tanto em proporcionalidade, preocupou-se saber porque nas trocas de prisioneiros 1 vida de um judeu vale 1000 islâmicos radicais? Nem tudo é preto ou branco, existe muita área cinzenta e que nos comentamos de fora porque não estamos lá, é impossível alguém achar-se dono de uma razão ou de uma moralidade existencial. A hipocrisia reina e é desde logo mais visível nos países e nas pessoas que apoiam esta causa! Os países árabes não colocam sequer a possibilidade de receber refugiados ‘irmãos’, teve sempre de ser a Europa e a América do Norte! Mesmo as comunidade muçulmana no exterior nada querem ter a ver com refugiados, nem cria condições para mitigar o seu sofrimento, têm de ser os países ocidentais. Os chamados irmãos, apoiam sim com armas e com educação islâmica radical criam seres humanos desumanos.
 
Cherife

Cherife

Fã de Geracionalo Borges, o pianista pedalante
8 Março 2012
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64
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Já vivi em Haifa e já estive uns meses em Ashdod, que não deve estar a mais de 50km de Gaza, pré segunda Intifada.

Toca-me profundamente o que se está a passar, numa situação em que nunca ninguém teve e nunca ninguém terá razão. O bloqueio total foi uma insanidade desumana. As pessoas não têm ideia das condições já completamente inenarráveis em que vivem quase 2 milhões de inocentes na prisão a céu aberto que é Gaza. Há limites que jamais podem ser ultrapassados num conflito.

Espero que o Hezbollah, que é um bicho completamente diferente do Hamas, se fique pelos beliscões. Um escalar deste conflito para um envolvimento multinacional no médio oriente tem tudo para abanar as fundações da ordem mundial, e Israel encontra-se numa posição geograficamente demasiado precária para brincar com o fogo.
 

SUPERMLY

Tribuna Presidencial
14 Setembro 2017
9,376
7,426
Já vivi em Haifa e já estive uns meses em Ashdod, que não deve estar a mais de 50km de Gaza, pré segunda Intifada.

Toca-me profundamente o que se está a passar, numa situação em que nunca ninguém teve e nunca ninguém terá razão. O bloqueio total foi uma insanidade desumana. As pessoas não têm ideia das condições já completamente inenarráveis em que vivem quase 2 milhões de inocentes na prisão a céu aberto que é Gaza. Há limites que jamais podem ser ultrapassados num conflito.

Espero que o Hezbollah, que é um bicho completamente diferente do Hamas, se fique pelos beliscões. Um escalar deste conflito para um envolvimento multinacional no médio oriente tem tudo para abanar as fundações da ordem mundial, e Israel encontra-se numa posição geograficamente demasiado precária para brincar com o fogo.
Qual é o Estado que ali pode fazer frente a Israel?
Apenas o Irão.
Síria está numa guerra civil, tem demasiados problemas para reagir, a Jordânia neste momento é um país moderado nada tem a ganhar a atacar Israel.
A Arábia Saudita está hoje nas suas 7 quintas e n vai arriscar alienar a sua melhor clientela(ocidente) pelos palestinianos que eles nem gostam.
O Egipto gosta tanto de palestinianos que nem lhes abre a fronteira...
Para levar no cu, já levou 2xs uma delas levou um analcreampie( leia se perda do Sinai) depois lá veio a pomada Lauroderme para atenuar o ardor do esfíncter( devolução do Sinai).

E não é por nada que os EUA já tem 2 porta aviões e o Reino Unido vai a caminho com 1 para estabilizar a zona.
 

SUPERMLY

Tribuna Presidencial
14 Setembro 2017
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Costuma-se dizer que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita, e o estado de Israel nasceu torto quando Lord Balfour decidiu oferecer ao seu amigo Rotschild um pedaço da Palestina para ele criar lá um estado judeu. O problema é que os ingleses se esqueceram que quase 80% da população da Palestina nos anos 20 eram árabes, e os judeus eram só 11%. Só podia dar merda, e deu, e vai continuar a dar.
Ambos os lados cometeram erros desde a primeira hora, cegados pelo fanatismo religioso. Houve massacres e expulsões e bombardeamentos e represálias à bomba, e cem anos depois as queixas são tantas que aquela terra nunca vai ter paz. O único lado que podia fazer a paz é Israel, porque os palestinos não têm força militar nem diplomática para isso. Mas os judeus não estão dispostos a pagar o preço da paz, que seria aceitar a solução de dois estados nas fronteiras de 1967, e não querem fazer essa concessão porque sabem que não precisam, uma vez que estão na mó de cima financeira e militarmente, e têm o apoio dos EUA.
Então esta guerra vai continuar latente por muito tempo porque nenhum dos lados pode ceder. Nesse aspecto, e só nesse, o conflito na Palestina é exactamente igual ao da guerra da Ucrânia, no qual só a Rússia tem o poder de fazer a paz (já que militarmente não pode ser derrotada), mas nunca o vai fazer porque para isso teria de aceitar recuar para as fronteiras de 2014, o que para os russos está fora de questão.
Então, o que temos em ambos os casos, na Ucrânia e na Palestina, é aquilo a que se chama um impasse. O conflito só teria "resolução" se russos e israelitas pudessem usar aqueles métodos tradicionais do tempo em que não havia opinião pública, que era exterminar todos os combatentes inimigos (e também os filhos deles, só pra garantir) e submeter pelo terror os restantes. Mas nas condições actuais essa solução não pode ser aplicada. Portanto...
Mas pensar que neste conflito entre judeus e palestinos há bons e maus, e que uns representam a civilização é outros a barbárie, é não ter noção.
Na altura a Palestina era do Reino Unido( ganha em guerra aos Otomanos), basicamente eles podiam colocar lá quem quisessem.
É o entendimento entre quem detém os direitos de um território que falha.
Se calhar em termos morais podia se ter olhado mais para quem lá estava mas depois pensar que o que que era oferecido aos palestinos era um estado próprio e autodeterminação, algo que ambicionavam muito e desde sempre, calculo que os ingleses pensariam que isso sanasse todas as disputas.
Ainda assim a Liga Árabe( Síria, Jordânia, Egipto) não tinha intenção de ajudar os palestinos em 1948 mas apanhar o território que conseguissem visto que a Palestina não tinha qualquer orgânica de estado.
Israel organizou se em 6 meses.

Até aqui a Palestina falhou
 

wolfheart

Tribuna Presidencial
30 Novembro 2015
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Bragança
Onde eu vivo é mais provável ser vítima de um javali ou de um extraterrestre do que dum sionista ou salafista.
Boa explicação . Só vives tu no mundo então. Não tens filhos, netos ? Irmãos ? Tás a ver aquele professor que foi degolado em França ? Era ateu, era pela liberdade, pela livre expressão , pela democracia. Foi degolado pelo familiar de uma aluna .... Algum sionista
 

Daikan

Tribuna Presidencial
21 Agosto 2012
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Costuma-se dizer que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita, e o estado de Israel nasceu torto quando Lord Balfour decidiu oferecer ao seu amigo Rotschild um pedaço da Palestina para ele criar lá um estado judeu. O problema é que os ingleses se esqueceram que quase 80% da população da Palestina nos anos 20 eram árabes, e os judeus eram só 11%. Só podia dar merda, e deu, e vai continuar a dar.
Ambos os lados cometeram erros desde a primeira hora, cegados pelo fanatismo religioso. Houve massacres e expulsões e bombardeamentos e represálias à bomba, e cem anos depois as queixas são tantas que aquela terra nunca vai ter paz. O único lado que podia fazer a paz é Israel, porque os palestinos não têm força militar nem diplomática para isso. Mas os judeus não estão dispostos a pagar o preço da paz, que seria aceitar a solução de dois estados nas fronteiras de 1967, e não querem fazer essa concessão porque sabem que não precisam, uma vez que estão na mó de cima financeira e militarmente, e têm o apoio dos EUA.
Então esta guerra vai continuar latente por muito tempo porque nenhum dos lados pode ceder. Nesse aspecto, e só nesse, o conflito na Palestina é exactamente igual ao da guerra da Ucrânia, no qual só a Rússia tem o poder de fazer a paz (já que militarmente não pode ser derrotada), mas nunca o vai fazer porque para isso teria de aceitar recuar para as fronteiras de 2014, o que para os russos está fora de questão.
Então, o que temos em ambos os casos, na Ucrânia e na Palestina, é aquilo a que se chama um impasse. O conflito só teria "resolução" se russos e israelitas pudessem usar aqueles métodos tradicionais do tempo em que não havia opinião pública, que era exterminar todos os combatentes inimigos (e também os filhos deles, só pra garantir) e submeter pelo terror os restantes. Mas nas condições actuais essa solução não pode ser aplicada. Portanto...
Mas pensar que neste conflito entre judeus e palestinos há bons e maus, e que uns representam a civilização é outros a barbárie, é não ter noção.
Uma coisa é certa, os status quo têm que ter aceitação. Mais tarde ou mais cedo… ou então fica-se em guerra para sempre.

Não deixa de ser engraçado no caso da Ucrania, ter um grande apoio da Polonia quando Lviv é historicamente uma cidade muito mais polaca q ucraniana. E no entanto…
 

Cherife

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Qual é o Estado que ali pode fazer frente a Israel?
Apenas o Irão.
Síria está numa guerra civil, tem demasiados problemas para reagir, a Jordânia neste momento é um país moderado nada tem a ganhar a atacar Israel.
A Arábia Saudita está hoje nas suas 7 quintas e n vai arriscar alienar a sua melhor clientela(ocidente) pelos palestinianos que eles nem gostam.
O Egipto gosta tanto de palestinianos que nem lhes abre a fronteira...
Para levar no cu, já levou 2xs uma delas levou um analcreampie( leia se perda do Sinai) depois lá veio a pomada Lauroderme para atenuar o ardor do esfíncter( devolução do Sinai).

E não é por nada que os EUA já tem 2 porta aviões e o Reino Unido vai a caminho com 1 para estabilizar a zona.
O Irão arrasta Líbano via Hezbollah, Yemen via Houthis e Iraque via PMF. É bom que o Hezbollah se modere e que a intervenção ocidental seja determinantemente moderadora, porque para o caldo entornar nesta zona não é preciso muito.
 

Jules Winnfield

Tribuna Presidencial
11 Abril 2016
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De repente parece que toda a comunicação social esqueceu os 199 reféns!

Acho que Israel faz muito bem em não deixar fornecer qualquer coisa enquanto estes reféns não forem libertados. Todos condenam porque estão longe. A população em Gaza que se revolte por falta de recursos contra os terroristas, que procure e entregue os reféns.
 

Cherife

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De repente parece que toda a comunicação social esqueceu os 199 reféns!

Acho que Israel faz muito bem em não deixar fornecer qualquer coisa enquanto estes reféns não forem libertados. Todos condenam porque estão longe. A população em Gaza que se revolte por falta de recursos contra os terroristas, que procure e entregue os reféns.
Mas tu estás a ler o que estás a escrever? "O milhão de crianças e jovens de Gaza que se revoltem com os paus e pedras que têm e que procurem e entreguem os reféns". Gostava de ver se fosse com a tua família se eras o primeiro a ir para a rua com um calhau na mão a invadir um complexo do Hamas. É muito fácil falar.
O bloqueio total a Gaza é das coisas mais desumanas que alguém se lembrou de fazer este século. Funciona tão bem como deixar lá cair três ou quatro bombas nucleares.
 

Daikan

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21 Agosto 2012
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O Irão arrasta Líbano via Hezbollah, Yemen via Houthis e Iraque via PMF. É bom que o Hezbollah se modere e que a intervenção ocidental seja determinantemente moderadora, porque para o caldo entornar nesta zona não é preciso muito.
O Irão gosta de jogar muito no bluff... Têm menos poder do que gostam de mostrar. E o ocidente sabe.
 

SUPERMLY

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14 Setembro 2017
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O Irão arrasta Líbano via Hezbollah, Yemen via Houthis e Iraque via PMF. É bom que o Hezbollah se modere e que a intervenção ocidental seja determinantemente moderadora, porque para o caldo entornar nesta zona não é preciso muito.
Iraque? Limparam lá o alto comandante Iraniano salvo erro à 3 anos!O governo Iraque é pró ocidental
 
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Reações: Um Portista

Um Portista

Tribuna Presidencial
25 Agosto 2018
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  • Dale Dover
  • José Maria Pedroto
  • Bobby Robson
  • Reinaldo Teles
Iraque? Limparam lá o alto comandante Iraniano salvo erro à 3 anos!O governo Iraque é pró ocidental
Sim, também me parece que ver iranianos e iraquianos na mesma mesa... altamente improvável.

Eu não sei se estarei muito errado ao dizer que isto só termina com a extinção.

TODOS querem a aniquilação de Israel.
 

Cherife

Fã de Geracionalo Borges, o pianista pedalante
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Iraque? Limparam lá o alto comandante Iraniano salvo erro à 3 anos!O governo Iraque é pró ocidental
Larga parte da PMF é suportada politica e financeiramente pelo Irão. Não é o Iraque, é uma fação politicamente rogue da IAF. Mas sendo iraquiana, traz logicamente o Iraque para cima da mesa.
 
Estado
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