André Villas-Boas - Presidente

blue_Dragon

Tribuna Presidencial
28 Junho 2017
11,656
11,162
Fossemos nós a fazer conferências de imprensa só para o Porto Canal e éramos pendurados na praça.

O Fcporto tem SEMPRE q existir e jogar de raiva. Everytime we think we got out they pull us back in.
Mas porque razão nao fazemos o mesmo?
Depois do que se tem dito nos utlimos dias sobre o nosso clube há que dar uma resposta dura e estava mais que justificado falar apenas para o Porto canal.

Já nas transmissões desportivas é ridiculo nós nao fazermos o mesmo já que eles recebem inclusive mais dinheiro do que nós (gostava de perceber porque) e ainda transmitem os jogos no seu canal com todas as vantagens que isso tras na manipulação da verdade desportiva ja que mostram e dizem o que querem.

Ainda no ultimo jogo marcam o 1o golo em falta nem repetem o inicio da jogada onde a falta foi evidente e no golo do Pavlidis mostram repetições em angulos onde não se viu o toque subtil com a mão ao ponto de no V+ em direto todos acharem estranho a anulação do golo inclusive o especialista e só depois de ser anulado mostram uma repetição onde se percebeu o toque com a mão.
É nojento haver um clube em Portugal com tanto poder e ninguem sequer achar estranho ou criticar.
 
cagarro

cagarro

Bancada lateral
8 Maio 2008
968
498
Caro "jornalista", Rui Santos
Li a tua carta. Duas vezes, para ter a certeza de que não estava a sonhar. E continuo sem perceber: isto é jornalismo ou um episódio de novela brasileira?
Olha, vou ser franco contigo. Este texto não é análise desportiva. É puro fanatismo disfarçado de indignação moral. E o pior é que tu sabes disso.
Foguetes de madrugada, cortinas nos balneários, ar condicionado, toalhas do guarda redes... Meu Deus, falta aqui foi acusares o Porto de ter mudado a temperatura da água dos chuveiros. Já agora, a relva estava torta? A bola estava mais cheia de um lado?
Aqui está o problema: tu não queres jornalismo sério. Queres manter o teu lugar quente na televisão. E sabes perfeitamente que textos incendiários dão audiência. Clubismo vende. Polémica fabricada dá cliques.
Mas vamos fingir por um segundo que és mesmo um jornalista preocupado com a verdade. Então responde-me: onde estavam estas cartas dramáticas quando aconteceram situações semelhantes noutros estádios? Ah, meteste lá uma notinha no fim. Assim já fica equilibrado, não é?
Não fica, não.
Essa tua nota final é apenas uma tentativa patética de te protegeres. "Olhem, eu também critiquei os outros!" Sim, em três linhas, depois de 50 parágrafos a massacrar o Porto. Muito equilibrado.
E agora vem a melhor parte: o André Villas Boas.
Coitado do homem. Está há meses no cargo e tu já queres que ele seja simultaneamente presidente, polícia, psicólogo e fiscal da ASAE. Porque aparentemente tudo o que acontece no Dragão é responsabilidade pessoal dele.
Mas quando há problemas noutros clubes? Ah, aí já é "falha do sistema", "problema estrutural", "cultura enraizada". Nunca é culpa direta do presidente.
Sabes qual é a tua verdadeira vergonha? Não são os foguetes nem as cortinas. É esta escrita viciada, esta parcialidade escancarada que tu tentas vender como jornalismo isento.
Tu não serves o futebol. Serves a tua agenda. E pior, serves o teu tacho.
Porque enquanto continuares a escrever estas peças inflamadas, enquanto continuares a alimentar guerras clubísticas, vais continuar a ser convidado para programas de televisão onde se grita muito e se diz pouco. Onde a análise séria morreu e foi substituída por soundbites e polémica fácil.
Queres saber o que realmente faz mal ao futebol português?
Não são as claques. Não são os presidentes. Não são nem os cartazes nos balneários.
É esta comunicação social corrupta de princípios, que abandonou completamente a isenção e se tornou apenas mais um ator no circo. Jornalistas que já não informam, apenas inflamam. Que já não analisam, apenas acusam. Sempre os mesmos, sempre com os mesmos alvos.
E tu sabes perfeitamente do que estou a falar.
Aquela tua indignação toda, aquele vocabulário rebuscado, "Dona Vergonha", "caixa de pó de arroz cheia de vermes", "negritude que embaraça"... Tudo muito bonito. Muito literário. Mas no fundo, no fundo mesmo, é só teatro barato.
Teatro para manter relevância. Teatro para garantir que na próxima semana és chamado outra vez ao debate das 22h, onde vais repetir exatamente as mesmas acusações, com o mesmo tom dramático, para o mesmo público que adora ver sangue.
Aqui vai uma sugestão:
Se realmente preocupas-te com o futebol português, começa por olhar para o espelho. Pergunta te se estás a contribuir para melhorar ou apenas a lucrar com o caos.
Porque textos como este não elevam o debate. Degradam-no.
E sinceramente? Devias ter vergonha. Tu sim. Não o clube que atacas com esta obsessão doentia.
Mas não vais ter, pois não? Porque isso dava menos audiência. E o tacho não se mantém sozinho.


Um adepto de futebol farto de jornalistas fanáticos.
 
Última edição:

Dexter90

Tribuna
2 Abril 2015
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35
Lisboa
Caro "jornalista", Rui Santos
Li a tua carta. Duas vezes, para ter a certeza de que não estava a sonhar. E continuo sem perceber: isto é jornalismo ou um episódio de novela brasileira?
Olha, vou ser franco contigo. Este texto não é análise desportiva. É puro fanatismo disfarçado de indignação moral. E o pior é que tu sabes disso.
Foguetes de madrugada, cortinas nos balneários, ar condicionado, toalhas do guarda redes... Meu Deus, falta aqui foi acusares o Porto de ter mudado a temperatura da água dos chuveiros. Já agora, o relva estava torta? A bola estava mais cheia de um lado?
Aqui está o problema: tu não queres jornalismo sério. Queres manter o teu lugar quente na televisão. E sabes perfeitamente que textos incendiários dão audiência. Clubismo vende. Polémica fabricada dá cliques.
Mas vamos fingir por um segundo que és mesmo um jornalista preocupado com a verdade. Então responde-me: onde estavam estas cartas dramáticas quando aconteceram situações semelhantes noutros estádios? Ah, meteste lá uma notinha no fim. Assim já fica equilibrado, não é?
Não fica, não.
Essa tua nota final é apenas uma tentativa patética de te protegeres. "Olhem, eu também critiquei os outros!" Sim, em três linhas, depois de 50 parágrafos a massacrar o Porto. Muito equilibrado.
E agora vem a melhor parte: o André Villas Boas.
Coitado do homem. Está há meses no cargo e tu já queres que ele seja simultaneamente presidente, polícia, psicólogo e fiscal da ASAE. Porque aparentemente tudo o que acontece no Dragão é responsabilidade pessoal dele.
Mas quando há problemas noutros clubes? Ah, aí já é "falha do sistema", "problema estrutural", "cultura enraizada". Nunca é culpa direta do presidente.
Sabes qual é a tua verdadeira vergonha? Não são os foguetes nem as cortinas. É esta escrita viciada, esta parcialidade escancarada que tu tentas vender como jornalismo isento.
Tu não serves o futebol. Serves a tua agenda. E pior, serves o teu tacho.
Porque enquanto continuares a escrever estas peças inflamadas, enquanto continuares a alimentar guerras clubísticas, vais continuar a ser convidado para programas de televisão onde se grita muito e se diz pouco. Onde a análise séria morreu e foi substituída por soundbites e polémica fácil.
Queres saber o que realmente faz mal ao futebol português?
Não são as claques. Não são os presidentes. Não são nem os cartazes nos balneários.
É esta comunicação social corrupta de princípios, que abandonou completamente a isenção e se tornou apenas mais um ator no circo. Jornalistas que já não informam, apenas inflamam. Que já não analisam, apenas acusam. Sempre os mesmos, sempre com os mesmos alvos.
E tu sabes perfeitamente do que estou a falar.
Aquela tua indignação toda, aquele vocabulário rebuscado, "Dona Vergonha", "caixa de pó de arroz cheia de vermes", "negritude que embaraça"... Tudo muito bonito. Muito literário. Mas no fundo, no fundo mesmo, é só teatro barato.
Teatro para manter relevância. Teatro para garantir que na próxima semana és chamado outra vez ao debate das 23h, onde vais repetir exatamente as mesmas acusações, com o mesmo tom dramático, para o mesmo público que adora ver sangue.
Aqui vai uma sugestão:
Se realmente preocupas-te com o futebol português, começa por olhar para o espelho. Pergunta te se estás a contribuir para melhorar ou apenas a lucrar com o caos.
Porque textos como este não elevam o debate. Degradam-no.
E sinceramente? Devias ter vergonha. Tu sim. Não o clube que atacas com esta obsessão doentia.
Mas não vais ter, pois não? Porque isso dava menos audiência. E o tacho não se mantém sozinho.


Um adepto de futebol farto de jornalistas fanáticos.
enviaste-lhe isso?
 
Panda Azul e Branco
14 Janeiro 2025
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Caro "jornalista", Rui Santos
Li a tua carta. Duas vezes, para ter a certeza de que não estava a sonhar. E continuo sem perceber: isto é jornalismo ou um episódio de novela brasileira?
Olha, vou ser franco contigo. Este texto não é análise desportiva. É puro fanatismo disfarçado de indignação moral. E o pior é que tu sabes disso.
Foguetes de madrugada, cortinas nos balneários, ar condicionado, toalhas do guarda redes... Meu Deus, falta aqui foi acusares o Porto de ter mudado a temperatura da água dos chuveiros. Já agora, a relva estava torta? A bola estava mais cheia de um lado?
Aqui está o problema: tu não queres jornalismo sério. Queres manter o teu lugar quente na televisão. E sabes perfeitamente que textos incendiários dão audiência. Clubismo vende. Polémica fabricada dá cliques.
Mas vamos fingir por um segundo que és mesmo um jornalista preocupado com a verdade. Então responde-me: onde estavam estas cartas dramáticas quando aconteceram situações semelhantes noutros estádios? Ah, meteste lá uma notinha no fim. Assim já fica equilibrado, não é?
Não fica, não.
Essa tua nota final é apenas uma tentativa patética de te protegeres. "Olhem, eu também critiquei os outros!" Sim, em três linhas, depois de 50 parágrafos a massacrar o Porto. Muito equilibrado.
E agora vem a melhor parte: o André Villas Boas.
Coitado do homem. Está há meses no cargo e tu já queres que ele seja simultaneamente presidente, polícia, psicólogo e fiscal da ASAE. Porque aparentemente tudo o que acontece no Dragão é responsabilidade pessoal dele.
Mas quando há problemas noutros clubes? Ah, aí já é "falha do sistema", "problema estrutural", "cultura enraizada". Nunca é culpa direta do presidente.
Sabes qual é a tua verdadeira vergonha? Não são os foguetes nem as cortinas. É esta escrita viciada, esta parcialidade escancarada que tu tentas vender como jornalismo isento.
Tu não serves o futebol. Serves a tua agenda. E pior, serves o teu tacho.
Porque enquanto continuares a escrever estas peças inflamadas, enquanto continuares a alimentar guerras clubísticas, vais continuar a ser convidado para programas de televisão onde se grita muito e se diz pouco. Onde a análise séria morreu e foi substituída por soundbites e polémica fácil.
Queres saber o que realmente faz mal ao futebol português?
Não são as claques. Não são os presidentes. Não são nem os cartazes nos balneários.
É esta comunicação social corrupta de princípios, que abandonou completamente a isenção e se tornou apenas mais um ator no circo. Jornalistas que já não informam, apenas inflamam. Que já não analisam, apenas acusam. Sempre os mesmos, sempre com os mesmos alvos.
E tu sabes perfeitamente do que estou a falar.
Aquela tua indignação toda, aquele vocabulário rebuscado, "Dona Vergonha", "caixa de pó de arroz cheia de vermes", "negritude que embaraça"... Tudo muito bonito. Muito literário. Mas no fundo, no fundo mesmo, é só teatro barato.
Teatro para manter relevância. Teatro para garantir que na próxima semana és chamado outra vez ao debate das 22h, onde vais repetir exatamente as mesmas acusações, com o mesmo tom dramático, para o mesmo público que adora ver sangue.
Aqui vai uma sugestão:
Se realmente preocupas-te com o futebol português, começa por olhar para o espelho. Pergunta te se estás a contribuir para melhorar ou apenas a lucrar com o caos.
Porque textos como este não elevam o debate. Degradam-no.
E sinceramente? Devias ter vergonha. Tu sim. Não o clube que atacas com esta obsessão doentia.
Mas não vais ter, pois não? Porque isso dava menos audiência. E o tacho não se mantém sozinho.


Um adepto de futebol farto de jornalistas fanáticos.
Essa ratazana gostava era de a apanhar num sítio isolado e escuro e de ter um bom pau de marmeleiro nas mãos.
Ai que durante uns bons tempos não ia aparecer na televisão não, ficava com o focinho muito pouco apresentável e o resto mais partido que direito.
 

Hendrix

Lugar Anual
31 Março 2025
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Era meter o nosso Tiago nos canais todos 🤣🤣
Precisávamos era de ter mais Tiagos. Que há. O problema é que as tvs não querem lidar com pessoas esclarecidas.
Preferem o Rodolfo e o Amaral que por muito bem intencionados que sejam não são nada esclarecidos. Muito barulho, barraqueiros mas sumo sai pouco.
 
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Reações: Edgar Siska

VegaDragon

Lugar Anual
24 Julho 2025
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Caro "jornalista", Rui Santos
Li a tua carta. Duas vezes, para ter a certeza de que não estava a sonhar. E continuo sem perceber: isto é jornalismo ou um episódio de novela brasileira?
Olha, vou ser franco contigo. Este texto não é análise desportiva. É puro fanatismo disfarçado de indignação moral. E o pior é que tu sabes disso.
Foguetes de madrugada, cortinas nos balneários, ar condicionado, toalhas do guarda redes... Meu Deus, falta aqui foi acusares o Porto de ter mudado a temperatura da água dos chuveiros. Já agora, a relva estava torta? A bola estava mais cheia de um lado?
Aqui está o problema: tu não queres jornalismo sério. Queres manter o teu lugar quente na televisão. E sabes perfeitamente que textos incendiários dão audiência. Clubismo vende. Polémica fabricada dá cliques.
Mas vamos fingir por um segundo que és mesmo um jornalista preocupado com a verdade. Então responde-me: onde estavam estas cartas dramáticas quando aconteceram situações semelhantes noutros estádios? Ah, meteste lá uma notinha no fim. Assim já fica equilibrado, não é?
Não fica, não.
Essa tua nota final é apenas uma tentativa patética de te protegeres. "Olhem, eu também critiquei os outros!" Sim, em três linhas, depois de 50 parágrafos a massacrar o Porto. Muito equilibrado.
E agora vem a melhor parte: o André Villas Boas.
Coitado do homem. Está há meses no cargo e tu já queres que ele seja simultaneamente presidente, polícia, psicólogo e fiscal da ASAE. Porque aparentemente tudo o que acontece no Dragão é responsabilidade pessoal dele.
Mas quando há problemas noutros clubes? Ah, aí já é "falha do sistema", "problema estrutural", "cultura enraizada". Nunca é culpa direta do presidente.
Sabes qual é a tua verdadeira vergonha? Não são os foguetes nem as cortinas. É esta escrita viciada, esta parcialidade escancarada que tu tentas vender como jornalismo isento.
Tu não serves o futebol. Serves a tua agenda. E pior, serves o teu tacho.
Porque enquanto continuares a escrever estas peças inflamadas, enquanto continuares a alimentar guerras clubísticas, vais continuar a ser convidado para programas de televisão onde se grita muito e se diz pouco. Onde a análise séria morreu e foi substituída por soundbites e polémica fácil.
Queres saber o que realmente faz mal ao futebol português?
Não são as claques. Não são os presidentes. Não são nem os cartazes nos balneários.
É esta comunicação social corrupta de princípios, que abandonou completamente a isenção e se tornou apenas mais um ator no circo. Jornalistas que já não informam, apenas inflamam. Que já não analisam, apenas acusam. Sempre os mesmos, sempre com os mesmos alvos.
E tu sabes perfeitamente do que estou a falar.
Aquela tua indignação toda, aquele vocabulário rebuscado, "Dona Vergonha", "caixa de pó de arroz cheia de vermes", "negritude que embaraça"... Tudo muito bonito. Muito literário. Mas no fundo, no fundo mesmo, é só teatro barato.
Teatro para manter relevância. Teatro para garantir que na próxima semana és chamado outra vez ao debate das 22h, onde vais repetir exatamente as mesmas acusações, com o mesmo tom dramático, para o mesmo público que adora ver sangue.
Aqui vai uma sugestão:
Se realmente preocupas-te com o futebol português, começa por olhar para o espelho. Pergunta te se estás a contribuir para melhorar ou apenas a lucrar com o caos.
Porque textos como este não elevam o debate. Degradam-no.
E sinceramente? Devias ter vergonha. Tu sim. Não o clube que atacas com esta obsessão doentia.
Mas não vais ter, pois não? Porque isso dava menos audiência. E o tacho não se mantém sozinho.


Um adepto de futebol farto de jornalistas fanáticos.
um rapazola bem instruído, que se urbaniziu, vindo dos Açores, com uma doentia e dogmática adição por um clube de futebol cujas práticas deveria afastar qualquer personagem com o mínimo de intelectualidade.

é um rapazola provera criado pelo tio, que não passa de um logro de bons costumes. No seu íntimo transpira odiou, frustração e ressabiamento por grande parte da sua vida mais de 40 anos viver sofrendo e subjugado aos grandes feitos mundiais do rival do seu credo futebolístico. Uma seita que ele personifica tão bem, que não encontro paralelo! Faz inveja aos dementes da sua laia que não conseguem articular uma frase em português. Crê-se como um ser importante e supra lampião, acima da ralé popula, mas na verdade, no íntimo é um poio malcheiroso que representa uma seita que inveja qualquer outra, só falta mesmo o suícidio coletivo! Quem sabe, quem sabe…
 

Clubman

Tribuna Presidencial
24 Julho 2020
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Precisávamos era de ter mais Tiagos. Que há. O problema é que as tvs não querem lidar com pessoas esclarecidas.
Preferem o Rodolfo e o Amaral que por muito bem intencionados que sejam não são nada esclarecidos. Muito barulho, barraqueiros mas sumo sai pouco.
Isso que interessa, é um canal, mesmo que seja o que tem mais audiencia dizem
Em nenhum dos outros tem qualquer representante nosso de maneira permanente (não sei se o Maniche é permanente)

Está tudo feito para toldar opiniões
 

Mikev

Tribuna
14 Novembro 2023
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2
  • André Villas-Boas
  • Jorge Costa
Caro "jornalista", Rui Santos
Li a tua carta. Duas vezes, para ter a certeza de que não estava a sonhar. E continuo sem perceber: isto é jornalismo ou um episódio de novela brasileira?
Olha, vou ser franco contigo. Este texto não é análise desportiva. É puro fanatismo disfarçado de indignação moral. E o pior é que tu sabes disso.
Foguetes de madrugada, cortinas nos balneários, ar condicionado, toalhas do guarda redes... Meu Deus, falta aqui foi acusares o Porto de ter mudado a temperatura da água dos chuveiros. Já agora, a relva estava torta? A bola estava mais cheia de um lado?
Aqui está o problema: tu não queres jornalismo sério. Queres manter o teu lugar quente na televisão. E sabes perfeitamente que textos incendiários dão audiência. Clubismo vende. Polémica fabricada dá cliques.
Mas vamos fingir por um segundo que és mesmo um jornalista preocupado com a verdade. Então responde-me: onde estavam estas cartas dramáticas quando aconteceram situações semelhantes noutros estádios? Ah, meteste lá uma notinha no fim. Assim já fica equilibrado, não é?
Não fica, não.
Essa tua nota final é apenas uma tentativa patética de te protegeres. "Olhem, eu também critiquei os outros!" Sim, em três linhas, depois de 50 parágrafos a massacrar o Porto. Muito equilibrado.
E agora vem a melhor parte: o André Villas Boas.
Coitado do homem. Está há meses no cargo e tu já queres que ele seja simultaneamente presidente, polícia, psicólogo e fiscal da ASAE. Porque aparentemente tudo o que acontece no Dragão é responsabilidade pessoal dele.
Mas quando há problemas noutros clubes? Ah, aí já é "falha do sistema", "problema estrutural", "cultura enraizada". Nunca é culpa direta do presidente.
Sabes qual é a tua verdadeira vergonha? Não são os foguetes nem as cortinas. É esta escrita viciada, esta parcialidade escancarada que tu tentas vender como jornalismo isento.
Tu não serves o futebol. Serves a tua agenda. E pior, serves o teu tacho.
Porque enquanto continuares a escrever estas peças inflamadas, enquanto continuares a alimentar guerras clubísticas, vais continuar a ser convidado para programas de televisão onde se grita muito e se diz pouco. Onde a análise séria morreu e foi substituída por soundbites e polémica fácil.
Queres saber o que realmente faz mal ao futebol português?
Não são as claques. Não são os presidentes. Não são nem os cartazes nos balneários.
É esta comunicação social corrupta de princípios, que abandonou completamente a isenção e se tornou apenas mais um ator no circo. Jornalistas que já não informam, apenas inflamam. Que já não analisam, apenas acusam. Sempre os mesmos, sempre com os mesmos alvos.
E tu sabes perfeitamente do que estou a falar.
Aquela tua indignação toda, aquele vocabulário rebuscado, "Dona Vergonha", "caixa de pó de arroz cheia de vermes", "negritude que embaraça"... Tudo muito bonito. Muito literário. Mas no fundo, no fundo mesmo, é só teatro barato.
Teatro para manter relevância. Teatro para garantir que na próxima semana és chamado outra vez ao debate das 22h, onde vais repetir exatamente as mesmas acusações, com o mesmo tom dramático, para o mesmo público que adora ver sangue.
Aqui vai uma sugestão:
Se realmente preocupas-te com o futebol português, começa por olhar para o espelho. Pergunta te se estás a contribuir para melhorar ou apenas a lucrar com o caos.
Porque textos como este não elevam o debate. Degradam-no.
E sinceramente? Devias ter vergonha. Tu sim. Não o clube que atacas com esta obsessão doentia.
Mas não vais ter, pois não? Porque isso dava menos audiência. E o tacho não se mantém sozinho.


Um adepto de futebol farto de jornalistas fanáticos.
Grande texto e concordo com tudo o que disseste.
Esse Rui Santos é dos maiores "poluidores" e criadores de ruido que existem no futebol Português.
Bem lhe disse o Maniche, naquela discussão acesa entre os dois.
Gostava que este texto chegasse mais longe, quiçá através de pessoas como o @Tiago Silva (sei que não é fácil) para desmascarar a fraude que é e são pessoas como o Rui Santos.
Que se dizem "totalmente parciais" e claramente não o são.
Mais valia se assumirem, como a malta da CMTV ou até aquele programa épico do Serrão, o falecido Pedro Guerra e o José Pina.
Era uma salganhada do crl, mas ao menos não eram hipócritas.
 

fjpfcp

Falar com gente Boa, fanáticos egocentricos longe
26 Março 2012
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  • André Villas-Boas
  • Deco
  • Hulk
  • Sérgio Conceição
Eu ate gostava de fazer um texto a rebater o que esse barda merda escreveu. Mas nem sequer consigo ler…
 

matias

Bancada central
4 Setembro 2015
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Incrível a pressão que toda a CS está a fazer ao clube para tentar meter ainda mais pressão sobre nós. Isto tem que ser denunciado. São mentiras atrás de mentiras. Não punha de parte que se devesse começar a atirar alguns processos por difamação a alguns destes artistas.
 

blue_Dragon

Tribuna Presidencial
28 Junho 2017
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Era meter o nosso Tiago nos canais todos 🤣🤣
Qual deles?
É que há 2 muito bons na nossa defesa mas eu prefiro o do V+ onde chegou ao ponto do Moura Santos lhe querer bater tal a força da sua mensagem.

Agora há muitos bananas na nossa defesa como o Amaral ou aquele toto engravatado da CMTV mas se fossem bons não estavam lá ha tanto tempo...
 
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Reações: Regod
14 Janeiro 2025
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6,285
Estou convencido que daqui por uns anos, osgas e orcs irão achar que PdC no seu prime era um fofinho ao pé do presidente Villas-Boas.
 
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