A regra é mesmo ter recebido alguma partilha que deu um bocadinho mais para o pé de meia, o negócio que estão a gerir já veio de família ou têm pais que podem ajudar numa primeira fase. Vindos do zero absoluto são poucos, não digo que não existam, mas são poucos.
O que leva à questão seguinte. Porque é que não és um Belmiro? ...Estas coisas não podem ser vistas à luz da excepção.
Se bem que acho que é impossível estabelecer paralelismos com o sec. XVI em grande medida eu concordo. Quando falo com pessoas que têm um pouquito mais que eu e querem investir qualquer coisita a conversa vai redundar na restauração, especulação imobiliária e cripto... quiçá alguma micro agricultura biológica e tal... mas é raro fugir disto. É tudo de uma falta de imaginação e pequenês tacanha. Mas também não os culpo. Quando há pouco dinheiro ninguém vai agora querer fundar uma ASML ou uma Apple.
4 euros por ano por português sensivelmente. Pouco mais de 30 cent por mês. Resta saber quanto é que cada português terá pago por mês dos 1154 milhões de lucro. Talvez ande ela por ela porque a parte comercial é uma porção minoritária do lucro total. Já para não falar de impostos.
Não tenho capital amigo. Sou um teso. Não é por me incomodar que os outros me vejam assim ou assado.
Fair enough. Não sou trader nem investidor. Se fosse, tentaria seguir uma lógica de médio longo prazo e tentar cumprir um dos preceitos que justifica a existência dos mercados como algo positivo neste mundo in the first place: Alocar o capital onde pode trazer mais valor.
Novamente, eu disse dividendos. Não valorização da acção em si.
Eu disse dividendos. Não valorização da acção em si.
Com umas acçõezitas não ganhas em dividendos o que perdes no dinheiro da gasolina.
Há um paradoxo terrível na mecânica disto tudo. Se houver alguém tolerante de um lado que procura (e bem) o lado oposto para não ficar na sua bolha esse alguém contribuirá para o engrandecimento da outra bolha da qual não concorda.