É possível reconhecer um trabalho magnífico do Farioli, e ao mesmo tempo ter a sensação de que podíamos ter feito mais e melhor em alguns momentos da época. A eliminatória contra o Nottingham, acima de tudo, considero azar puro e duro, em que tudo o que podia ter acontecido de mal, aconteceu. A falta de qualidade de alguns jogadores no ataque também não ajudou. Contra os lagartos na taça, senti que, apesar de um roubo do tamanho dos Clérigos que sofremos nos dois jogos, podíamos ter arriscado mais e ter metido intensidade e velocidade desde o primeiro segundo, algo que só achei que tivéssemos feito na segunda parte.