Se os dirigentes do NGC acham que a diplomacia fina é a solução estão redondamente enganados. Isto não se resolve com Direito Internacional, Direitos Humanos ou Tribunal de Haia. Isto requer métodos subtis, referinados e, se necessário, clandestinos. Declararam-nos guerra aberta. E já que o Estado e o Governo se demitem das suas funções e não garantem concorrência leal no desporto (o que fazem também os deputados eleitos pelo Círculo do Porto e a Câmara do Porto pelo NGC? O que faz a AF Porto em defesa do seu fundador?) e já que permitem que o futebol dê boleia à fractura do país, a resistência do NGC tem de se (re)organizar e de agir em conformidade. Não me perguntem como. Qualquer manual de resistência há-de indicar a melhor maneira de furar o cerco. Não é por acaso que somos tripeiros, de gema ou tripeira adoptiva como eu, que tenho o Douro a correr nas veias. Subversão, crl!