Isto foi mais do que um simples título nacional.
Foi a afirmação de um clube.
Foi a vitória do querer, da revolta, da resiliência, do querer homenagear sentidamente quem nos deixou.
Foi o quebrar de um ciclo. Assim como quebrámos a vontade de uns de ganharem um penta ( que é só nosso) quebrámos a vontade de outros que já contavam com um tri, liderados por um presidente incendiário e das queixinhas.
Três anos seguidos sem ganhar já era demasiado para um clube que nas últimas décadas se habituou a ser hegemónico.
Foi também uma chapada de luva branca para todos aqueles que dentro e fora do clube diziam que depois de P. Costa voltaríamos a ser um clube regional. Hoje e cada vez mais somos um clube com implantação nacional e o clube português mais reconhecido internacionalmente.
Campeonato muito sofrido, não só pela fraca qualidade que apresentámos nalguns jogos mas também por aquilo que a arbitragem tentou em desequilibrar em favor dos nossos rivais, principalmente para os que vestem de verde. Mas ganhámos na raça, própria das gentes do Norte, mais do que na nota artística.
Uma nota final para o presidente AVB.
Pegou num clube quase moribundo e em dois anos devolveu-nos a alegria e o orgulho de ser portistas.
Soube rodear-se de gente honesta e competente.
Este ano trouxe um treinador que se revelou uma grande mais valia e fez dois mercados fantásticos, tanto no Verão como no Inverno, que permitiram construir um plantel grande em qualidade e quantidade, apesar das lesões graves em alguns elementos chave. E conseguiu homenagear da melhor maneira o eterno J. Costa.
O futuro é risonho.
POOORTOOO!