Não deixas de ter razão. Mas eu não estou a falar do SC a defender o clube em relação a ele próprio ou aos seus filhos; falo do SC que teve 7 anos na linha da frente a defender o FC Porto dos seus rivais e tudo que isso envolve. Ao menos isso, tem que se respeitar.
Eu sei que isto são outras núpcias, núpcias essas já enterradas no passado, mas vamos lá ver:
O Sérgio esteve de facto na linha da frente a defender o FCPorto dos ataques dos rivais, da imprensa, dos comentadores, etc.,
todo o mérito nisso.
O problema foi que essa garra só chegou para a primeira época que cá esteve, depois disso foi sempre a descer...
Insultos grátis aos adeptos do clube, confusões com os próprios adeptos, boquinhas aos funcionários do clube em plena imprensa, encontros e chamadas com o tal presidente dos rivais, negociatas com os filhos, etc., etc..
O que devemos questionar também é como é que um treinador se tornou a face do clube durante 7 anos quando não o devia.
Onde andava a administração que devia essa sim defender o clube?
O então presidente andava em almoços com o presidente do maior rival, perdemos por completo a posição que ocupávamos nos órgãos de decisão do futebol, legitimou-se no clube a censura, os negócios obscuros...
Onde andava o diretor para o futebol?
O Eng. Luís Gonçalves esteve mais tempo castigado do que no banco...
Onde andava a comunicação do clube?
Não estávamos por dentro do dia-a-dia do clube como agora, a única "novidade" apresentada foi uma newsletter diária, o diretor de comunicação tinha um espacinho semanal para dizer umas coisas...
Dito isto, o Sérgio teve a sua história no clube durante 7 anos, fez o que pode, portou-se bem e portou-se muito mal, que seja feliz na Arábia Saudita que o clube esse sim seguiu em frente (ao contrário do próprio Sérgio e família...).