Extremos com pouco golo e má definição no ataque?
Farioli:
"Em termos de números, sim, talvez pudéssemos ter mais alguns golos ou esperaríamos mais alguns golos de certas posições. Na realidade, penso que, sendo o futebol um desporto coletivo, muitas vezes – e já disse isto várias vezes neste microfone – quando celebramos, por exemplo, a performance defensiva da equipa, muitas vezes o crédito vai para os defesas, mas esquecemos o trabalho dos avançados, por exemplo. E penso que, no final, a parte mais importante é ser capaz de criar boas oportunidades para marcar e não conceder oportunidades. E depois, quem vai pôr a bola dentro da baliza, no final, não interessa muito. A parte mais importante é, como eu disse, gerar e não conceder. Estou muito grato pelo trabalho que, especialmente, o Pepê e o Borja estão a fazer desde o início da época. Eles carregam um peso forte nos ombros durante muitos jogos, jogaram também por vezes com alguns problemas físicos, e deram tudo para estar lá. Por isso, do meu lado, sobre estes dois rapazes especialmente, as minhas palavras são apenas palavras de gratidão. E, mais uma vez, ficaremos mais do que felizes em vê-los marcar e celebrar com eles."