A derrota contra o Casa Pila não é fim do mundo, mas é algo sintomático. Aconteceu com um dos adversários mais improváveis, que não tinha sequer uma vitória em casa este ano e no pior timing possível, mas a verdade é que temos abusado muito da sorte nos últimos tempos também aliado a alguma inspiração individual de Samu ou de Mora ou de Gül ou dos centrais, etc.
Apesar da consistência defensiva, joga-se mal e porcamente, o plano tem sido sempre o mesmo para o bem ou para o mal, quase sempre os mesmos jogadores titulares(apesar das opções não serem abundantes), as mesmas substituições e sempre o mesmo timing, tudo isto demonstrou ontem a nossa impotência, a nossa inflexibilidade e nossa incapacidade de adaptação. Não é de hoje que jogadores como Borja, Pepê têm demonstrado ausência de produto final, nem William tem acrescentado mais que estes dois, o Gabri desde que voltou à titularidade tem sido outro jogador. Jamais um treinador que quer ser campeão a perder 2-0, devia contentar-se em apenas fazer uma substituição por motivos de força física, mantendo a mesma estrutura da equipa na 1ª parte, principalmente mantendo um meio-campo de tração atrás como Rosário e Varela. É certo que se marcou no início da 2ª parte num lance de alguma confusão, mas pouco mais se fez, nem se conseguiu ganhar embalo, porque a estrutura e a disposição era sempre a mesma.
Apesar da consistência defensiva, joga-se mal e porcamente, o plano tem sido sempre o mesmo para o bem ou para o mal, quase sempre os mesmos jogadores titulares(apesar das opções não serem abundantes), as mesmas substituições e sempre o mesmo timing, tudo isto demonstrou ontem a nossa impotência, a nossa inflexibilidade e nossa incapacidade de adaptação. Não é de hoje que jogadores como Borja, Pepê têm demonstrado ausência de produto final, nem William tem acrescentado mais que estes dois, o Gabri desde que voltou à titularidade tem sido outro jogador. Jamais um treinador que quer ser campeão a perder 2-0, devia contentar-se em apenas fazer uma substituição por motivos de força física, mantendo a mesma estrutura da equipa na 1ª parte, principalmente mantendo um meio-campo de tração atrás como Rosário e Varela. É certo que se marcou no início da 2ª parte num lance de alguma confusão, mas pouco mais se fez, nem se conseguiu ganhar embalo, porque a estrutura e a disposição era sempre a mesma.
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