Parabéns mister pela passagem a fase seguinte da liga Europa.
Ora nem mais.Ding ding ding.
O pessoal lá na frente (ainda) não tem maturidade para gerir os jogos, portanto o Farioli confia em quem a tem (os defesas).
Eu sei que não, mas tas a dar sequencia ao que "eu comecei"? Mas eu não disse nada. Lol. Sei que usaste o Vítor pereira , só aproveitei isso para dizer que naquela altura o Vítor tinha jogadores acima da média para fazer esse jogo de controlo daí não se poder comparar.
No início da época não dávamos esta posse de bola toda.Ding ding ding.
O pessoal lá na frente (ainda) não tem maturidade para gerir os jogos, portanto o Farioli confia em quem a tem (os defesas).
Verdade. Mas acho que no início da época a fé do Farioli nos avançados era maior do que neste momento.No início da época não dávamos esta posse de bola toda.
Normal. No início da época tinhamos semanas limpas. E os jogadores obviamente mostravam outra frescura física e mental.No início da época não dávamos esta posse de bola toda.
O Luuk nem a setembro chegou, não é por aí. Isto começou mais ou menos em novembro.Verdade. Mas acho que no início da época a fé do Farioli nos avançados era maior do que neste momento.
E havia Luuk, não te esqueças.
Isso é tudo muito bonito, mas outras equipas com quem já jogamos (e equipas inferiores) também não têm semanas limpas e não fazem esta gestão. Agora que este modelo exige fisicamente dos jogadores isso é verdade, mas também por isso gostava de ver outras soluções no modelo de jogo.Normal. No início da época tinhamos semanas limpas. E os jogadores obviamente mostravam outra frescura física e mental.
Aqui tiveste um jogo há 3 dias e tens já na segunda.
Preocupava me se o Rangers tivesse sequer perto de marcar. Aí já era uma opção estúpida. Aqui , foi feita gestão. Já se sabia que o Nottingham tinha praticamente ganho o jogo.
O porto sente se confortável desta maneira para gerir os jogos. Também já disse que não é o mais bonito , mas dada as limitações do plantel ( que ainda são algumas , principalmente do meio campo para a frente ) é compreensível. É na defesa que está o porto seguro.
O Farioli é claramente mais resultadista que aventureiro, ou não fosse ele italiano. Ainda para mais depois da recta final do Ajax na época passada. Mas com o avançar da época, percebendo melhor os pontos fortes e fracos da equipa, tendo poucas semanas limpas, havendo o acumular progressivo de jogos...penso que tudo isso leva a um aumento da tendência em "jogar pela certa".O Luuk nem a setembro chegou, não é por aí. Isto começou mais ou menos em novembro.
O Farioli perdeu a fé nos avançados tendo 100% de vitórias no tugão? Não faz muito sentido...
Isto para mim não é uma questão de fé. É uma questão do Farioli preferir este estilo de jogo. Mas podemos aguardar e ver se vai ser diferente com outros intervenientes, mas para mim não cola se do outro lado estão equipas com jogadores muito piores do que os nossos em todos os sectores.
Seja como for, eu este ano quero o campeonato e o Farioli no comando na próxima época. Mas vou sempre tecer alguns comentários sobre o estilo de jogo e exibições que não me agradem. Porque não só acho que temos plantel para mais, como temos treinador para mais.
Gostei da tua argumentação, fossem mais discussões assim. E concordo com muitas das coisas que disseste agora.O Farioli é claramente mais resultadista que aventureiro, ou não fosse ele italiano. Ainda para mais depois da recta final do Ajax na época passada. Mas com o avançar da época, percebendo melhor os pontos fortes e fracos da equipa, tendo poucas semanas limpas, havendo o acumular progressivo de jogos...penso que tudo isso leva a um aumento da tendência em "jogar pela certa".
É o mais espectacular ou entusiasmante? Não, de todo. Mas que tem resultado virtualmente na perfeição até agora parece-me evidente. O caso mudaria de figura se as coisas tivessem começado a correr mal e ele mesmo assim insistisse numa forma de jogar que não estava a funcionar. Aí estaríamos perante um cenário Anselmiano.
Para além disso, acho que o contexto pós-24/25 é relevante e as lacunas em termos de maturidade/qualidade no sector mais ofensivo (volto a referir a falta do Luuk, que teria sido um jogador nuclear se não estivesse lesionado) também. Concluindo: o Farioli está-se a agarrar ao que considera ser a estratégia que põe o Porto mais perto de atingir os seus objectivos nesta fase. E até agora os resultados têm-lhe dado razão. Ainda bem!
Da minha parte, só começarei a "cobrar" um futebol mais apelativo na próxima época. Até lá, é ir ganhando para em Maio festejar o maior número de títulos possível.
Mas são realidades completamente diferentes. Existe outra motivação por parte de outras equipas também. Falando no campeonato , não vi o porto a fazer isto muitas vezes. Tirando com o Braga e Estoril na primeira parte , Guimarães ( aqui sim vi a equipa muito confusa ) e benfica para a taça. ( Na segunda parte )Isso é tudo muito bonito, mas outras equipas com quem já jogamos (e equipas inferiores) também não têm semanas limpas e não fazem esta gestão. Agora que este modelo exige fisicamente dos jogadores isso é verdade, mas também por isso gostava de ver outras soluções no modelo de jogo.
Não mandou ninguém se suicidar por passar em 24° com um piço descomunalGostaria de destacar o discurso do nosso treinador. Um italiano que chegou a Portugal há apenas sete meses, diariamente rotulado de resultadista, cínico, sortudo, entre outros adjectivos do costume. Um treinador que ainda não fala português. Pois bem: essa mesma pessoa enalteceu o feito das equipas portuguesas, elogiou o futebol nacional e valorizou o crescimento colectivo do nosso campeonato.
Fê-lo com elevação, respeito e sentido de comunidade, ao contrário de outros que, perante o apuramento de duas equipas portuguesas na fase de grupos da Liga dos Campeões, optou por desvalorizar o momento. Há até quem, com altivez e sobranceria, afirmasse que pessoas estariam a cometer suicídio por causa do sucesso do seu clube, exigindo “mais respeito” pelo seu trabalho.
A diferença é evidente. Uns encaram o futebol como um jogo que se ganha elevando todos; outros vêem-no apenas como uma extensão do próprio ego. E, no fim, quem ainda não fala português acaba por dar uma verdadeira lição de portugalidade, respeito e desportivismo. Isso, sim, é grandeza!
