Viva a partidocracia.
Os croatas ganharam um estado independente durante a II GG, com o patrocínio do Vaticano. Eles sempre tiveram um espírito de ser superior a todos e foram o casamento perfeito para as intenções do Eixo na região.Devenish disse:Os croatas foram aliados dos nazis na II Guerra Mundial. Isso não foi esquecido pelos outros povos da ex.Jugosláva. Mas esqueci-me e esquecestes tu de citar os muçulmanos da Bósnia que são sérvios mas foram islamizados no tempo do Império Otomano. Aqui é que existiu a maior tensão com culpas mútuas mas maiores dos sérvios que se opunham ao desmembramento da Jugoslávia. Inclusive um fiel aliado dos sérvios o Montenegro acabou por se tornar independente aí já de forma pacifica como foi a separação dos checos dos eslovacos. O Montenegro já tinha sido independente em meados da década de 20 do século passado. Uma situação curiosa porque não são membros da UE e a moeda que circula lá é o euro - passas da croácia que tem moeda própria e é membro da UE e o teu cartão saúde internacional é aceite lá e entras no Montenegro que tem o euro e o tal cartão saúde não tem aplicabilidade. A questão do Kosovo é complexa porque se foi lá que nasceu a serbia e tem lá os seus símbolos a maioria da população é albanesa. A tal Jugoslávia só realmente existiu devido à II Guerra Mundial e a existir um Tito que curiosamente era croata. Mas é difícil manter uma unidade imposta pela força durante toda a vida. Para além disso croatas são católicos e servios ortodoxos. A bósnia é uma miscelânia de etnias e pode explodir a qualquer momento porque é um país sem unidade entre os povos que vivem - vão-se aguentando. A Macedónia do Norte é um caso diferente porque são mais parentes dos bulgaros que dos outros. Os Balkans sempre foram um problema. A Albânia sempre esteve à parte deles porque tem identidade própria e nunca se submeteu ao Tito ou a outros. Na antiguidade existiu lá um estado que era importante na era pré romana.
Governo afasta cenário de fechar urgência pediátrica do Garcia de Orta à noite
Urgência pediátrica do Garcia de Orta passa a encerrar todas as noites, diz Comissão de Utentes
É a esquerda parlamentar rascista e que não quer vozes diversas e inclusivas no partlamento!JMPedroto disse:https://twitter.com/carlosgpinto/status/1192842252550316033
Devenish disse:Tem a ver sim com orientações da UE de conseguir o déficite zero ou até negativo. Se isso é neo liberalismo ou não é irrelevante para o caso, são as instruções que o Governo tenta cumprir e ele faz estes malabarismos para o conseguir, em Janeiro já o pode fazer, agora não e depois volta no 3º e 4º trimestre ao mesmo.
E atenção que eu não o defendí, repudio estas políticas - apenas analisei o que ele faz.
Baixar impostos, e todos pagarem impostos!!!... Não só os lorpas.JMPedroto disse:https://observador.pt/2019/11/06/orcamento-ue-portugal-vai-pagar-mais-a-uniao-europeia-mas-o-que-recebe-continuara-a-ser-superior/
Ora bem meus caros, tendencialmente vamos perdendo fundos da UE porque a mama não é eterna e para fazer face a esta tendência de descida devíamos estimular urgentemente a economia com menos impostos e não andar a fazer exactamente o contrário.
Companheiro, se bem percebo, conheceste este país antes do 25/04, no prec e no depois...has-de ter um panorama de referência alargado. Não te parece q a finança e os media engoliram a política e a verdadeira ideologia?Devenish disse:Já vou responder à pergunta considerando-me de esquerda o que não significa que me reveja em tudo que ela faça (seja o PS, BE,PCP) não sou filiado em nenhum sou apenas um simples votante como qualquer outro e não precisava de dizer mas não tenho nada a esconder do meu passado como cidadão empenhado na cidadania que em tempos recuados votei uma vez na AD de Sá Carneiro. Não me arrependo de o ter feito, o projeto ficou a meio ou menos fruto da morte trágica do líder da coligação. Aliás nessa noite trágica estava na R. Passos Manuel a dirigir-me para um comício no Coliseu onde iria Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa. Foi aí que soube do desastre e voltei para casa.
Dito isto e antes de responder à tua pergunta vou colocar aqui um link que colocaste em tempos de um digamos liberal como o entendes - não discordo de tudo que ele escreveu mas é curioso que uma das ideias lá explanadas diz o seguinte;
"Em primeiro lugar acreditamos que o Estado se deve focar no essencial: Educação, saúde, segurança, justiça"
Se nunca ví aqui ninguém defender a privatização da segurança e justiça já ví diversas vezes defenderem a privatização da saúde e e da educação (e ela já existe com bons e maus exemplos - não é só no público que há por vezes incompetência e vigarice) - sempre que há algum problema nesses dois setores aparece alguém a defender o privado - o que para quem lê dá a sensação que deveria acabar o público.
https://medium.com/@heldercervantes/quanto-custa-o-seu-aumento-3b674cb9bc3d
Agora respondendo à tua pergunta a minha opinião é a seguinte;
- a geringonça não dar a mesma excepção aos novos partidos como deu ao PAN na legislatura passada.
!º já não há geringonça e veremos isso no decorrer da legislatura.Devia dar a mesma exceção até colocarem isso no regimento. Está mal.
- o fecho das urgências pediátricas do Garcia da Orta durante a noite, mais um caso que mostra a falência do SNS.
- Não é só esse caso são muitos mais. E é culpa exclusiva das cativações de Centeno que faz malabarismos para chegar ao fim do ano com déficite zero. Dinheiro há mas está cativo até 31 de Dezembro para poder brilhar em Bruxelas com as políticas impostas pela Alemanha e Holanda que têm um superávit enorme e não investem nem nos seus próprios Países e nas agências de rating que são o supra sumo do neoliberalismo. Concluíndo esta política é de direita neoliberal e Centeno obedece a quem manda. Não se trata de falência do SNS mas de truques de não aplicação de verbas na altura exata, na educação, forças de segurança segue a mesma política lesiva de alunos funcionários e professores, agentes polícia e cidadãos que não têm segurança e doentes, médicos,enfermeiros e funcionários na saúde.
Cumprir metas não é ser neoliberal (que é uma coisa diferente do defendem os Partidos Liberais europeus) isso foi em tom irónico que o disse. O que o Governo anterior falhou redondamente foi no investimento quer público (naquilo que é público um exemplo ferrovia) quer no apoio ao investimento privado às médias e pequenas empresas e a quem as quisesse criar apoiando com taxas baixas de impostos esse investimento. Quem metesse o "pé na argola" como foi o caso de certas "empresas" no passado que recebiam os fundos comunitários e metiam o dinheiro ao bolso e andavam aí de ferraris era metê-los na cadeia e expropriar os bens mesmo que desviados para familares. Mas alguém na AR sugere alterações ao Direito aplicado que foi "adocicado" para pior no tempo de Laborinho Lúcio (PSD) e aprovado também na especialidade pelo PS. E agora vemos o que está a dar....JMPedroto disse:Se cumprir metas é ser neoliberal deve ser por isso que os governos socialistas são conhecidos por falharem as contas, o sócrates e o soares que o digam.
O que o centeno faz é exactamente o que o Passos fez em tempos de crise com a troika, mas o Passos tinha desculpa porque estávamos em bancarrota e sob o programa da troika. O centeno faz parte do governo que fala em "saúde financeira, virar da página da austeridade e da reposição dos rendimentos"
Porque é que o centeno faz exactamente o mesmo que fez o Passos em tempos de crise se supostamente vivemos tempos de crescimento económico? Não vês aí nenhuma incoerência? Não venhas com a desculpa do défice porque isso são regras impostas a todos os estados membros e há estados que têm crescimento económico muito superior ao nosso e não são a Alemanha nem a França nem outra super-potência.
Isso era um testamento que teria que escrever sobre o 24, o 25 de Abril, o prec que durou um ano e meio, o que veio a seguir e foi a entrada na UE e outras coisas daí para a frente, o mundo que temos agora está aí à vista de todos e não apenas em Portugal mas em todo o mundo. As coisas não acontecem por acaso ou são produto de circunstâncias imprevistas, tem ciclos positivos e negativos. O crescimento contínuo que se exige às economias não pode continuar da forma que acontece mas"há bocas a alimentar" e cada vez são mais - de 1920 para cá o crescimento populacional no mundo mais que duplicou. Mas o planeta não aguenta isto - um dilema que terá que ser solucionado ou então estamos condenados daqui a 100 anos a não existirmos ou poucos existirem. Isto não é fácil de abordar e a prova é que se fala muito, há muitas ideias mas nenhuma concreta vingou até agora.Miguel Alexandre disse:Companheiro, se bem percebo, conheceste este país antes do 25/04, no prec e no depois...has-de ter um panorama de referência alargado. Não te parece q a finança e os media engoliram a política e a verdadeira ideologia?
Não percebi a parte do "O que o Governo anterior falhou redondamente foi no investimento quer público"...qual é o governo que estás a falar? o do Passos ou o primeiro governo da geringonça?Devenish disse:Cumprir metas não é ser neoliberal (que é uma coisa diferente do defendem os Partidos Liberais europeus) isso foi em tom irónico que o disse. O que o Governo anterior falhou redondamente foi no investimento quer público (naquilo que é público um exemplo ferrovia) quer no apoio ao investimento privado às médias e pequenas empresas e a quem as quisesse criar apoiando com taxas baixas de impostos esse investimento. Quem metesse o "pé na argola" como foi o caso de certas "empresas" no passado que recebiam os fundos comunitários e metiam o dinheiro ao bolso e andavam aí de ferraris era metê-los na cadeia e expropriar os bens mesmo que desviados para familares. Mas alguém na AR sugere alterações ao Direito aplicado que foi "adocicado" para pior no tempo de Laborinho Lúcio (PSD) e aprovado também na especialidade pelo PS. E agora vemos o que está a dar....
Anterior Governo = PS 2014-2018 - tinha que ser. Este é o"mesmo" apenas na teoria de ser o Costa outra vez. Nunca podia ser PPC, por muito que o critique na altura da troika essa questão não se podia colocar.JMPedroto disse:Não percebi a parte do "O que o Governo anterior falhou redondamente foi no investimento quer público"...qual é o governo que estás a falar? o do Passos ou o primeiro governo da geringonça?
E eu também considero que devia haver fiscalização e punição para quem usou fundos para proveito próprio, mas é difícil criar esses mecanismos e fazer cumprir a lei quando temos no poleiro o mesmo partido que conseguiu afastar a JMV e vetou a inversão do ónus da prova em casos de enriquecimento ilicito (https://www.dn.pt/politica/enriquecimento-ilicito-ps-vai-votar-contra-projectos-2012584.html).... a pj ia gastar recursos a caçar suspeitos de corrupção para depois a justiça soltar os "inocentes" porque não ia conseguir provar nada.