#EquipaB Liga Portugal Meu Super, 28ª J.: FC Porto B-FC Paços de Ferreira

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Tribuna Presidencial
13 Março 2012
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“A união traz a vitória”

João Brandão e Brayan Caicedo perspetivam o FC Porto B-Paços de Ferreira, da 28.ª jornada da Segunda Liga (domingo, 11h00)

A equipa B do FC Porto regressa a casa este domingo para defrontar o Paços de Ferreira na ronda 28 da Liga Portugal 2 (11h00, Porto Canal). Para João Brandão, “apresentar um coletivo muito forte, com muita determinação e agressividade” é a única forma de travar um adversário “experiente, que sabe enquadrar o jogo na realidade da Segunda Liga”.

Ciente de que “só a união traz a vitória”, Brayan Caicedo fez um apelo aos portistas na antecâmara de um desafio com entrada gratuita para os sócios: “Queremos que os adeptos nos acompanhem, porque o apoio deles é muito importante para nós”. “Estamos a trabalhar muito, vamos entrar unidos como uma família, por isso esperamos fazer um bom jogo e ficar com os três pontos”, concluiu o avançado colombiano.

Brayan Caicedo

A união faz a força
“Estamos a trabalhar muito e vamos entrar unidos como uma família. No jogo contra o Torreense estivemos assim e lutámos uns pelos outros. A união traz a vitória. Esperamos fazer um bom jogo e ficar com os três pontos em casa.”

Sócios com entrada gratuita
“Espero que toda a gente esteja connosco, vai ser um bom jogo. Queremos que os adeptos nos acompanhem e que a nossa família esteja presente, porque o apoio deles é muito importante para nós. Vamos deixar tudo dentro do campo.”

Primeiro ano na Europa
“Estou muito feliz, toda a gente me acolheu de uma forma muito boa, desde a equipa técnica ao staff e todos os meus companheiros. Estou muito feliz e ansioso pelo dia em que vou ter a oportunidade de retribuir.”

João Brandão

Ainda o triunfo em Torres Vedras
“O último jogo foi importante para percebermos a importância de jogarmos em equipa e de mantermos o equilíbrio emocional em todos os momentos, independentemente das incidências serem positivas ou negativas. O que fica é a vitória, os três pontos e uma reflexão. Começámos a semana com o foco no Paços Ferreira e no desafio tremendo que vamos enfrentar no próximo jogo.”

Jogar à Porto
“A maturidade e a experiência vêm muito da nossa capacidade de refletir sobre as ações e comportamentos. A equipa tem vivido momentos difíceis ao longo desta época, mas também tem vivido alguns momentos felizes e tem crescido coletiva e individualmente. É assim que conseguimos estar preparados para os desafios que vamos enfrentando semanalmente e o último jogo foi prova disso mesmo. A equipa entrou muito forte no jogo, com uma competência muito grande na pressão alta, no posicionamento do bloco diante de uma primeira fase de construção muito especial por parte do Torreense e depois soube reagir ao comportamento do adversário após estar em desvantagem. Fomos muito coletivos e muito organizados. São estes os valores e princípios que devemos ter enquanto equipa e enquanto representantes do FC Porto.”

O adversário à lupa
“O Paços é uma equipa com muita experiência, que sabe claramente enquadrar o jogo na realidade da Segunda Liga, com um volume de ações ofensivas muito grande. Os números dizem-nos isso. É uma equipa que remata muito, que cruza muito e que procura que o jogo esteja sempre muito próximo da baliza do adversário. Estamos preparados para isso. Coletivamente somos capazes de ir ao encontro do que o jogo está a pedir, mas queremos impor o nosso jogo, acima de tudo. Queremos controlar o jogo através do momento ofensivo.”

Garra e determinação
“A nossa maior força será sempre a equipa e é nisso que estamos focados. Queremos apresentar um coletivo muito forte no próximo jogo, com uma determinação muito grande e com agressividade defensiva nos duelos. É assim que temos de ser num contexto de Segunda Liga. Sabemos que em determinados momentos o jogo nos vai empurrar para trás e temos de ser capazes de defender para depois reagir. Noutros momentos vamos estar perto de criar dificuldades ao adversário e temos de ser resilientes e acreditar no que estamos a fazer, na nossa capacidade individual e esperar que os nossos jogadores consigam estar no melhor nível de forma, individual e tecnicamente. No último jogo fomos muito eficazes, ofensivos, assertivos e diretos nas ações que tivemos a nível ofensivo e é assim que temos de ser, especialmente no último terço ofensivo, para conseguirmos traduzir em golos este volume ofensivo da equipa.”

 
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