Algumas coisas, sim. Eu não tenho nada contra flexibilidade de horários ou bancos de horas, desde que sejam justificados e pagos se ultrapassarem certo limites. Acho que até se forem bem feitos é algo que pode permitir mais tempo familiar, por exemplo trabalhando mais horas para ter uma tarde livre, como já se faz em alguns lados.Um modelo mais aproximado com o escandinavo ou suíço. Mais flexivel, mantendo protecção.
Mais flexibilidade em horários, despedimentos, negociações salariais, mas ao mesmo tempo outros benefícios como na licença parental mais prolongada com 80% trabalho pago, mais algumas férias, teletrabalho.
Apenas alguns exemplos.
Mas acho que estamos a fazer o caminho inverso. O caminho da imposição legal de horários alargados contra a vontade do trabalhador.
E estar a mexer na lei do trabalho ao mesmo tempo que se tiram às pessoas direitos básicos (como a saúde gratuita ou um serviço público de qualidade como é a ideia que temos dos países nórdicos) vai criar muita insatisfação nas pessoas.
