Economia Internacional

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"Os Protocolos dos Sábios de Sião". Esse é o manifesto de desinformação mais influente e destrutivo da história.

Origem Russa (c. 1903): Foi forjado pela Okhrana (a polícia secreta do Czar Nicolau II). O objetivo era culpar os judeus pelos problemas políticos da Rússia e travar movimentos revolucionários, pintando-os como uma conspiração global para dominar o mundo.
A "Fraude" que pegou: Apesar de ter sido provado como falso logo em 1921 pelo jornal The Times, o texto espalhou-se como fogo.
Entrada no Mundo Islâmico:
O texto foi traduzido para árabe pela primeira vez nos anos 20, ganhando tração imediata porque servia de "prova" de que a imigração judaica para a Palestina não era apenas um movimento de refugiados, mas parte de um plano secreto para destruir o Islão e controlar o Médio Oriente.
Muitos líderes árabes da altura usaram o manifesto para transformar a resistência política à imigração numa luta religiosa e existencial.
O impacto atual:
Ao contrário da Europa, onde o livro é proibido ou estudado como fraude, em muitas partes do mundo islâmico os "Protocolos" ainda são vendidos como se fossem factos históricos. Eles são a base de muitos estatutos de grupos militantes (como o do Hamas original) para justificar a luta contra Israel.
 

SUPERMLY

Tribuna Presidencial
14 Setembro 2017
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"Os Protocolos dos Sábios de Sião". Esse é o manifesto de desinformação mais influente e destrutivo da história.

Origem Russa (c. 1903): Foi forjado pela Okhrana (a polícia secreta do Czar Nicolau II). O objetivo era culpar os judeus pelos problemas políticos da Rússia e travar movimentos revolucionários, pintando-os como uma conspiração global para dominar o mundo.
A "Fraude" que pegou: Apesar de ter sido provado como falso logo em 1921 pelo jornal The Times, o texto espalhou-se como fogo.
Entrada no Mundo Islâmico:
O texto foi traduzido para árabe pela primeira vez nos anos 20, ganhando tração imediata porque servia de "prova" de que a imigração judaica para a Palestina não era apenas um movimento de refugiados, mas parte de um plano secreto para destruir o Islão e controlar o Médio Oriente.
Muitos líderes árabes da altura usaram o manifesto para transformar a resistência política à imigração numa luta religiosa e existencial.
O impacto atual:
Ao contrário da Europa, onde o livro é proibido ou estudado como fraude, em muitas partes do mundo islâmico os "Protocolos" ainda são vendidos como se fossem factos históricos. Eles são a base de muitos estatutos de grupos militantes (como o do Hamas original) para justificar a luta contra Israel.
O Islão nunca foi muito inteligente...
Por isso é que comparativamente ao Ocidente estão no Mesozóico
 

Cheue

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O Islão nunca foi muito inteligente...
Por isso é que comparativamente ao Ocidente estão no Mesozóico
isto demonstra bem é que a Rússia é a maior fonte de desinformação do mundo

e já o era há 100 anos..
 

Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
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"Os Protocolos dos Sábios de Sião". Esse é o manifesto de desinformação mais influente e destrutivo da história.

Origem Russa (c. 1903): Foi forjado pela Okhrana (a polícia secreta do Czar Nicolau II). O objetivo era culpar os judeus pelos problemas políticos da Rússia e travar movimentos revolucionários, pintando-os como uma conspiração global para dominar o mundo.
A "Fraude" que pegou: Apesar de ter sido provado como falso logo em 1921 pelo jornal The Times, o texto espalhou-se como fogo.
Entrada no Mundo Islâmico:
O texto foi traduzido para árabe pela primeira vez nos anos 20, ganhando tração imediata porque servia de "prova" de que a imigração judaica para a Palestina não era apenas um movimento de refugiados, mas parte de um plano secreto para destruir o Islão e controlar o Médio Oriente.
Muitos líderes árabes da altura usaram o manifesto para transformar a resistência política à imigração numa luta religiosa e existencial.
O impacto atual:
Ao contrário da Europa, onde o livro é proibido ou estudado como fraude, em muitas partes do mundo islâmico os "Protocolos" ainda são vendidos como se fossem factos históricos. Eles são a base de muitos estatutos de grupos militantes (como o do Hamas original) para justificar a luta contra Israel.
Os árabes não precisavamm dos Protocolos de Sião para justificar a luta contra uma comunidade político-religiosa oriunda do norte da Europa, que invadiu a Palestina a partir dos anos 20 e começou a matar e a expulsar palestinianos das suas terras. O orgulho e o instinto de sobrevivência chegam e sobram para isso.

Quanto aos Protocolos, parecem ser obviamente uma falsificação. Mas eu dei-me ao trabalho de ler o panfleto, e acho que quem redigiu aquilo conhecia bem o modo de pensar dos sionistas radicais, que dividem a humanidade entre judeus e amaleks.
 
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SUPERMLY

Tribuna Presidencial
14 Setembro 2017
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Os árabes não precisavamm dos Protocolos de Sião para justificar a luta contra uma comunidade político-religiosa oriunda do norte da Europa, que invadiu a Palestina a partir dos anos 20 e começou a matar e a expulsar palestinianos das suas terras. O orgulho e o instinto de sobrevivência chegam e sobram para isso.

Quanto aos Protocolos, parecem ser obviamente uma falsificação. Mas eu dei-me ao trabalho de ler o panfleto, e acho que quem redigiu aquilo conhecia bem o modo de pensar dos sionistas radicais, que dividem a humanidade entre judeus e amaleks.
O que tu pareces não saber é que houve um árabe que teve um acordo escrito com os judeus para lhes dar toda a zona ( onde está Israel e o não oficial Estado Árabe da Palestina) em 1919.
Em troca os judeus tinham de partilhar todo o know how desenvolvimento ocidental e património tecnológico que pudessem partilhar
 

Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
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O que tu pareces não saber é que houve um árabe que teve um acordo escrito com os judeus para lhes dar toda a zona ( onde está Israel e o não oficial Estado Árabe da Palestina) em 1919.
Em troca os judeus tinham de partilhar todo o know how desenvolvimento ocidental e património tecnológico que pudessem partilhar
Isso não significa nada. Sempre houve quem fosse capaz de vender a mãe a troco de dinheiro. E daí?
Seja como for, não é possível transmitir conhecimento tecnológico avançado a uma cultura técnica e cientificamente atrasada como a do Médio Oriente em 1920.
Esse tipo de espionagem só faz sentido entre dois países que estão num nível de desenvolvimento próximo. Os árabes de 1920 estavam tão atrasados na revolução industrial e na formação de quadros técnicos que nem lhes passassem o segredo da bomba atómica eles teriam conseguido tirar proveito dessa vantagem. Seria como dar a um analfabeto a chave do euromilhões através duma equação matemática.