Gül na primeira pessoa:
Quais são os principais desafios da Liga portuguesa? "
Temos de continuar na mesma senda e dessa forma as coisas podem correr-nos bem."
Porque é que o árbitro não assinalou a falta de António Silva no clássico?
"Toda a gente viu como ele puxou a minha camisola e percebeu que ficou um penálti por assinalar. Não devia ser necessário fazer mais barulho, acho que ficou claro."
Vai fazer o papel de analista antes do jogo contra o Malmo para a Liga Europa?
"Não, eu não vejo os jogos deles. Só vejo os jogos do Hammarby, que é o meu clube na Suécia."
Defrontar o Malmo será uma motivação extra?
"Não, Para mim os jogos são todos iguais, independentemente do adversário. Quero ganhá-los a todos."
Três paragens para as seleções em meses consecutivos não se tornam desgastantes para um internacional turco?
"São cinco horas até Istambul, mas eu gosto de fazer as viagens. Representar a Turquia é o meu sonho de criança e quero fazê-lo durante muitos anos."
O que costuma destacar quando algum turco ou sueco lhe pergunta pelo FC Porto? "
A paixão dos adeptos. A mentalidade aqui é diferente, conseguimos senti-lo quando jogamos cá."
Como lidaram com a morte do Jorge Costa?
"Foi um dia muito triste para todos os portistas e para todo o país. Foram tempos difíceis e ainda sentimos a presença dele no nosso meio Vamos lutar por ele e queremos dedicar-lhe títulos."
Quem é a sua referência na vida e no futebol? "
Na vida é o meu pai, no futebol é o Zlatan [Ibrahimović]."
Como tem sido viver no Porto?
"É uma cidade muito bonita e gosto muito de a visitar, apesar de não o fazer muitas vezes. Gosto de visitar a ponte por onde podemos andar a pé [Luís I], acho que é linda."
Quando o vamos ouvir a falar português? "Já tentei e percebo muita coisa, mas falar português é mesmo muito difícil."
O que pode prometer aos adeptos para o que resta da temporada?
"Posso garantir-lhes que vou dar tudc por este clube e que farei sempre o meu melhor. Espero 1ue possamos conquistar alguns títulos juntos."