Clube dos calimeros

pvieira91

Tribuna Presidencial
2 Setembro 2012
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9,985
o Rui Borges ja deve ter renovado atencao. Sexta e so um pro forma de apresentação do facto.

Mas a renovação ja deve ter acontecido, embora isso nao seja impeditivo do mandarem embora, so terao de lhe pagar mais.

Alias o Borges mesmo que tenha aumentado o salario para o dobro, nao custara muito para despedir. Nao e por aí que ele fica ou nao.
Seria mt estupido despedir treinador pouco tempo depois de renovar
 
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Reações: Moreira

Hendrix

Lugar Anual
31 Março 2025
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A cena é que é o Torreense que vai estar no Jamor e a diferença de qualidade é muito grande para que dê aso a muitas surpresas porque fosse uma equipa da 1ª Liga e isto tinha tudo para ser uma reedição do Benfica de JJ.
 

Filipe01

Tribuna Presidencial
26 Março 2012
17,671
12,949
Seria estupido mas não impossivel.

A verdade é que a maioria dos Lagartos nao confia muito no Borges. Aquilo rapidamente descamba.
O grande culpado foi o sem caracter do Presidente.

Contrações horríveis, acertou basicamente em Suarez e o mercado de inverno foi patétics - os verdes não têm banco.

A equipa foi até estourar..
 
Hangyodon

Hangyodon

Tribuna Presidencial
15 Maio 2009
8,158
3,595
Há um ponto que é cada vez mais evidente neste final de temporada: a quebra física do Sporting não apareceu do nada. Foi sendo construída, jogo após jogo, muito por via de uma gestão duvidosa por parte do Rui Borges. Ninguém lhe pedia que metesse miúdos ou segundas linhas a jogar jogos da Champions. Isso seria irrealista. Mas abrir espaço nas restantes competições para dar minutos a esses jogadores, permitindo que os titulares chegassem à Champions a 100%, e por conseguinte chegassem ao final da temporada em melhores condições físicas, era não só lógico, como absolutamente necessário.

O que acabou por acontecer foi o contrário: uma sobrecarga constante dos mesmos jogadores, aumentando o risco de lesões ou agravando problemas físicos já existentes. E, ao mesmo tempo, as segundas linhas foram sendo pouco utilizadas, o que inevitavelmente baixou o seu ritmo competitivo. Resultado? Quando eram chamadas, rendiam menos, não necessariamente por falta de qualidade, mas por falta de contexto e ritmo. Isso, por sua vez, reforçou a ideia de que não dão garantias, justificando ainda menos utilização. Foi uma bola de neve que acabou por rebentar com aquilo tudo.

Do outro lado, analisando a gestão que nós fizemos, não dá para ignorar e deixar de elogiar o trabalho feito pelo Farioli. A gestão do plantel foi claramente mais equilibrada e isso refletiu-se na consistência da equipa ao longo da época. Conseguimos manter um nível alto até muito tarde, o que por sua vez obrigou o Sporting a ir cada vez mais all-in nos titulares, sempre a tentar acompanhar-nos na Liga. Com um calendário apertado, acabaram por pagar a fatura.

No fim de contas, vencemo-los também pelo cansaço, mas sobretudo pela forma como a época foi preparada e gerida, a todos os níveis, pois mesmo numa fase em que a gestão dos nossos jogadores não era absolutamente essencial, o Farioli não deixou de começar a alicerçar a ideia que nos manteve competitivos na fase mais dura da época.
 

andremaisfcp

Tribuna Presidencial
25 Maio 2014
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Conquistas
9
  • Pinto da Costa
  • Lucho González
  • Alfredo Quintana
  • Deco
Há um ponto que é cada vez mais evidente neste final de temporada: a quebra física do Sporting não apareceu do nada. Foi sendo construída, jogo após jogo, muito por via de uma gestão duvidosa por parte do Rui Borges. Ninguém lhe pedia que metesse miúdos ou segundas linhas a jogar jogos da Champions. Isso seria irrealista. Mas abrir espaço nas restantes competições para dar minutos a esses jogadores, permitindo que os titulares chegassem à Champions a 100%, e por conseguinte chegassem ao final da temporada em melhores condições físicas, era não só lógico, como absolutamente necessário.

O que acabou por acontecer foi o contrário: uma sobrecarga constante dos mesmos jogadores, aumentando o risco de lesões ou agravando problemas físicos já existentes. E, ao mesmo tempo, as segundas linhas foram sendo pouco utilizadas, o que inevitavelmente baixou o seu ritmo competitivo. Resultado? Quando eram chamadas, rendiam menos, não necessariamente por falta de qualidade, mas por falta de contexto e ritmo. Isso, por sua vez, reforçou a ideia de que não dão garantias, justificando ainda menos utilização. Foi uma bola de neve que acabou por rebentar com aquilo tudo.

Do outro lado, analisando a gestão que nós fizemos, não dá para ignorar e deixar de elogiar o trabalho feito pelo Farioli. A gestão do plantel foi claramente mais equilibrada e isso refletiu-se na consistência da equipa ao longo da época. Conseguimos manter um nível alto até muito tarde, o que por sua vez obrigou o Sporting a ir cada vez mais all-in nos titulares, sempre a tentar acompanhar-nos na Liga. Com um calendário apertado, acabaram por pagar a fatura.

No fim de contas, vencemo-los também pelo cansaço, mas sobretudo pela forma como a época foi preparada e gerida, a todos os níveis, pois mesmo numa fase em que a gestão dos nossos jogadores não era absolutamente essencial, o Farioli não deixou de começar a alicerçar a ideia que nos manteve competitivos na fase mais dura da época.
Deve-se salientar sempre os bons comentários neste fórum. Parabéns caríssimo!
 
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rucaque

Tribuna
21 Maio 2007
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Conquistas
8
Gondomar
  • Paulinho Santos
  • José Maria Pedroto
  • Rui Filipe
  • João Pinto
Os gatitos como raramente jogam Champions, viam os outros (os que de facto sabem o que isso é) e pensaram que era fácil.
Depois acabaram como a malta que não está habituada a beber e apanha uma carraspana daquelas do caixão à cova, só que no caso deles foi acabarem de rastos fisicamente e nem aos últimos conseguem ganhar.