Não é questão de ser, ou não, liberal.
Ele fala no sentido de fazer acompanhar uma receita importante com a subida de custos do produto futebol, no seu todo, e da estrutura do clube, em particular.
Não é racional exigir construir planteis competitivos sem monetizar ao máximo as receitas.
E todos vemos a forma galopante como estão a subir a aquisição de passes de jogadores e seus salários.
Isto num contexto onde a FCP, futebol SAD, já tem de compensar os seus investimentos e equilibrar o orçamento com transação de passes de jogadores.
Tendo ainda, em cumulo, a entrega de 30% da receita da bilhética à Itaka.
Ou seja, podemos chegar ao caso de atingir recordes de sempre de assistências e a receita liquida desta rubrica ser inferior a anos anteriores.
Obviamente que os preços dos bilhetes tem subido consideravelmente e vão continuar a subir.