O futebol em Portugal atingiu o ponto de não retorno. A verdade desportiva não é apenas uma miragem; é um conceito ativamente sabotado por uma estrutura de poder viciada na sua génese. Não estamos perante erros ocasionais, mas sim perante um padrão de atuação que exige uma denúncia clara e corajosa.
Inadmissível que as estruturas de decisão e influência do futebol nacional estejam sequestradas por ex-árbitros. O problema não é a competência técnica, é a promiscuidade histórica. Quem foi conivente ou agente ativo de um passado manchado por suspeitas de corrupção e viciação de resultados não tem legitimidade ética para liderar o presente. O futebol português tornou-se refém de uma classe que se protege a si mesma, perpetuando vícios antigos sob novas funções.
O FC Porto deve romper com qualquer apoio ou colaboração institucional com Pedro Proença e outros dirigentes, considerando que manter silêncio ou cooperação seria trair a sua história de combate à injustiça. Exige-se uma posição firme e de rutura, recusando legitimar quem é acusado de prejudicar a verdade e a integridade da competição.
Inadmissível que as estruturas de decisão e influência do futebol nacional estejam sequestradas por ex-árbitros. O problema não é a competência técnica, é a promiscuidade histórica. Quem foi conivente ou agente ativo de um passado manchado por suspeitas de corrupção e viciação de resultados não tem legitimidade ética para liderar o presente. O futebol português tornou-se refém de uma classe que se protege a si mesma, perpetuando vícios antigos sob novas funções.
O FC Porto deve romper com qualquer apoio ou colaboração institucional com Pedro Proença e outros dirigentes, considerando que manter silêncio ou cooperação seria trair a sua história de combate à injustiça. Exige-se uma posição firme e de rutura, recusando legitimar quem é acusado de prejudicar a verdade e a integridade da competição.
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